Entre indicadores, expansão de negócios e uma operação que funciona 24 horas por dia, Chieko Aoki construiu uma trajetória guiada pela convicção de que hospitalidade vai muito além do serviço e começa, antes de tudo, na forma como as pessoas se relacionam. Ela transformou cuidado, respeito e atenção aos detalhes em pilares de gestão e identidade de marca.
Reconhecida como a dama da hotelaria brasileira, Chieko se consolidou como uma das grandes pioneiras do setor em um ambiente historicamente dominado por homens. À frente da Blue Tree Hotels desde 1997, é referência por unir excelência operacional, sofisticação e uma liderança marcada pela valorização humana.
Conhecida pela elegância, disciplina e pela valorização das pessoas, a empresária compartilha, em entrevista ao quadro Vida de CEO da Consumidor Moderno, reflexões sobre liderança, empreendedorismo, cultura japonesa e a importância de estar verdadeiramente presente nas conexões humanas.
Postura que comunica cuidado
Formada em Direito pela Universidade de São Paulo, com especializações no Japão e nos Estados Unidos, Chieko desenvolveu o conceito Alma Blue Tree. O método próprio de hospitalidade é baseado no cuidado, na conexão entre pessoas e na construção de experiências capazes de aproximar clientes, colaboradores e investidores.
Durante a entrevista, Chieko fala sobre como a cultura japonesa influenciou diretamente sua postura profissional e a forma como lidera pessoas. Em um ambiente empresarial predominantemente masculino, ela nunca abriu mão da elegância, da formalidade e do respeito nas relações. Segundo a executiva, a maneira de se vestir e de se portar também comunica respeito ao cliente. “O cliente pode se vestir como quiser, mas nós temos uniforme. Devemos estar sempre muito bem vestidos em consideração ao cliente”, explica.
Mais do que estética, Chieko acredita que a formalidade representa atenção genuína ao outro e reforça o cuidado que se tornou uma das marcas registradas da Blue Tree Hotels.
Ao longo da conversa, Chieko revela que o empreendedorismo nunca foi movido apenas pelo dinheiro, mas pela vontade de realizar, criar e assumir responsabilidades. Para ela, empreender vai muito além de abrir um negócio.
Confira a entrevista completa.





