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Boteco da CM: A lógica da NVIDIA para liderar a era da IA

Boteco da CM: A lógica da NVIDIA para liderar a era da IA

Guilherme Fuhrken, executivo da NVIDIA, explica por que a empresa não “vende uma solução final” e defende o letramento em Inteligência Artificial como base para inovação e desenvolvimento.
Guilherme Fuhrken, executivo da NVIDIA, explica por que a empresa não “vende uma solução final” e defende o letramento em Inteligência Artificial como base para inovação e desenvolvimento.
Foto: Guilherme Fuhrken, executivo da NVIDIA.
O novo episódio do Boteco da CM recebe Guilherme Fuhrken, executivo da NVIDIA, para uma conversa sobre Inteligência Artificial, cultura de inovação e o papel dos ecossistemas na criação de novos mercados. No papo, ele explica por que a empresa não vende uma solução final, defende o letramento em IA para todas as profissões e compartilha como mentalidade de startup, parceria e visão de longo prazo sustentam a liderança da NVIDIA na era da IA.

Quando Guilherme Fuhrken diz que a NVIDIA não fabrica, não vende diretamente e não entrega uma solução final, a reação mais comum é o estranhamento. Ainda assim, a empresa está no centro da maior transformação tecnológica da atualidade. No Boteco da CM, videocast da Consumidor Moderno, o executivo explica que o segredo está em algo menos óbvio do que produto: está no ecossistema.

Engenheiro de telecomunicações, Guilherme construiu sua carreira no universo de fabricantes e startups até chegar à Mellanox Technologies, empresa israelense adquirida pela NVIDIA. Ele brinca que entrou “de paraquedas”, um casamento arranjado que acabou se tornando uma virada profissional ao migrar do mundo da comunicação de dados para o núcleo da Inteligência Artificial.

Criar mercado em vez de disputar espaço

Segundo Guilherme, a NVIDIA opera a partir de uma lógica diferente da maioria das grandes empresas de tecnologia. “A gente não rouba mercado de ninguém, mas cria mercado”, resume. Em vez de competir com parceiros, a companhia desenvolve uma plataforma de computação acelerada por GPUs e uma camada robusta de software para que outros criem aplicações, soluções e modelos de negócio.

Essa estratégia se reflete em programas como o NVIDIA Inception, voltado para startups, que oferece capacitação, acesso a tecnologia e incentivos para acelerar o desenvolvimento de novas soluções. O retorno não vem no curto prazo. Vem com escala. “É o ‘play the game, the score will come’”, define.

IA além do código

Outro ponto central do episódio é o papel do letramento em IA. Para Guilherme, Inteligência Artificial não é um assunto restrito a desenvolvedores. Jornalistas, médicos, executivos, profissionais de qualquer área precisam entender o que a tecnologia pode fazer por suas rotinas e decisões. “Quando as pessoas entendem IA, elas começam a criar demandas que não existiam”, afirma.

Ao longo da conversa, ele também destaca a importância de educação, incentivo a startups e investimento em infraestrutura caminharem juntos para que países como o Brasil e toda a América Latina avancem na criação de soluções próprias e relevantes.

Quer entender como uma empresa trilionária mantém mentalidade de startup e por que ecossistema, cultura e questionamento constante são peças-chave na era da Inteligência Artificial? Dá o play no episódio completo do Boteco da CM.

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