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O impacto do crescimento do trabalho voluntário nas empresas

O impacto do crescimento do trabalho voluntário nas empresas

Sustentabilidade interna se tornou essencial para sobreviver no mercado brasileiro

Em um cenário onde empresas, comunidade e pessoas se envolvem com o trabalho voluntário todos ganham. Como parte da Responsabilidade Social, organizações mais modernas passaram a estimular nos últimos anos a prática do trabalho voluntário empresarial. No Brasil, o voluntariado atingiu um marco significativo no último ano, com mais de 7 milhões de pessoas dedicando seu tempo e esforço para causas diversas. O retrato do voluntário demonstra um crescimento notável nas organizações. No ano anterior, 86,4% das atividades voluntárias foram realizadas através de empresas, organizações ou instituições.

Esse número impressionante representa um aumento notável, com mais de 600 mil novos adeptos à causa entre 2019 e 2022. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). A busca por trabalhos voluntários mostra a crescente conscientização e engajamento da população em ações voluntárias.

Leia mais: Como o trabalho voluntário pode influenciar na carreira?

Os frutos dessas iniciativas são benéficos para as comunidades, por outro lado, as empresas celebram os impactos positivos na melhoria do clima organizacional, além de fortalecer a imagem institucional e reputação. Nos colaboradores, o efeito dessa iniciativa está associado a criação de um ambiente de trabalho positivo, onde os funcionários se sentem valorizados e motivados,. No entanto, não se trata apenas de proporcionar um ambiente agradável, mas também de adotar estratégias de gestão de pessoas que promovam o desenvolvimento profissional e pessoal de cada colaborador.

De acordo com David Braga, CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent Executive Search, empresa de busca e seleção de executivos, presente em 30 países pela Agilium Group explica que o ato de fazer e se envolver em causas humanitárias tem benefícios tanto para indivíduos quanto para empresas.

“As organizações têm buscado inserir programas de voluntariado seja com programas próprios, seja através de ONGs parceiras, o que reflete inclusive no clima organizacional, pois promove um senso coletivo de ajuda ao próximo, o que ativa a inovação, uma vez que tais profissionais voluntários, têm mais facilidade em trabalhar com times multidisciplinares e multiculturais, logo colaboram e cocriam com mais profundidade”. Explica David Braga.

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A preocupação com a sustentabilidade tem se tornado cada vez mais evidente na sociedade brasileira, a pesquisa realizada pela agência norte-americana Union + Webster apontou que 87% dos brasileiros manifestaram uma preferência clara por adquirir produtos e serviços de empresas que adotam práticas sustentáveis. Essa estatística expressiva sinaliza uma mudança significativa nos hábitos de consumo do país.

Mas o que mais chama a atenção é que, de acordo com o levantamento, 70% desses consumidores não se importam em pagar um preço um pouco mais alto por produtos ou serviços de companhias comprometidas com a sustentabilidade. Esse dado revela um compromisso que vem se tornando cada vez mais sólido por parte dos consumidores brasileiros em apoiar empresas que adotam práticas éticas e responsáveis em relação ao meio ambiente e à sociedade.

“A melhor forma de termos lideranças humanizadas dentro e fora das empresas, é através das causas sociais, proporcionando inclusive, maior gratidão, à medida em que percebem que há outras pessoas que vivenciam situações complexas e até mesmo de vulnerabilidades, nos colocando no papel de apoiadores e transformadores de impacto social. Logo, incentivar este tipo de prática, traz não apenas melhoria do clima organizacional, mas também, aumento de performance por parte daqueles que se envolvem com causas sociais”. Contextualiza o CEO da Prime Talent.

Equilíbrio entre tempo e trabalho voluntário

Nos últimos anos, as empresas têm sido reconhecidas cada vez mais a importância do voluntariado corporativo como parte integrante de suas estratégias de responsabilidade social e engajamento dos funcionários. No entanto, essa integração não é isenta de desafios, e as empresas têm trabalho arduamente para equilibrar o tempo dedicado ao voluntário com as responsabilidades do trabalho regular, ao mesmo tempo em que se adaptam às mudanças nas necessidades das comunidades e nas expectativas dos funcionários.

“Atividades de voluntariado e/ou probono tem sido cada vez mais comum hoje em dia e é importante destacar que somos seres integrais, ou seja, não há mais como dissociar o âmbito profissional do pessoal. Somos um só, logo administrar a agenda é fundamental, entre inúmeras demandas que temos a entregar às organizações em que trabalhamos. Em muitos casos, os trabalhos voluntários têm acontecido após o expediente de trabalho, ou mesmo nos finais de semana”

No ambiente empresarial, as empresas e os profissionais estão cada vez mais interessados em criar uma identidade única e impactante, estabelecer um legado duradouro e realizar ações que vão além das tarefas diárias de trabalho. Eles querem fazer algo que tenha um impacto positivo no mundo, contribuindo para torná-lo um lugar melhor.

“Empresas que ainda não se atentaram à essa demanda latente, podem correr o risco de se tornarem obsoletas por não incentivarem tais práticas. E como hoje o profissional também escolhe onde quer trabalhar, certamente passará por sua análise e decisão, organizações socialmente responsáveis”, finaliza Braga.



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