Maratonar uma série e passar o resto da semana consumindo teorias no TikTok. Assistir à novela e correr para comentar no X. Abrir o streaming para ver futebol, BBB, jornalismo ou simplesmente deixar algo passando enquanto organiza a casa. O fato é que o streaming já virou parte da rotina emocional dos brasileiros – e o Globoplay está entre os favoritos.
Não por acaso, a plataforma venceu a categoria Telecomunicações – TV por assinatura e streaming e concorre à categoria especial Empresa do Ano do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente 2026, decidida por voto popular.
A plataforma aposta em personalização, comunidades digitais e experiências mais fluidas para fortalecer essa relação com os usuários. “Hoje, somos o streaming com a maior média de horas assistidas por usuário: 2 horas e 10 minutos por dia. Isso mostra o nível de engajamento que conseguimos construir. Não apenas entregamos conteúdo para mais de 30 milhões de pessoas por mês, mas mantemos esses usuários conectados”, afirma Julia Rueff, diretora-executiva do Globoplay.
Para ela, esse vínculo não nasce apenas do catálogo, mas da soma entre conteúdo, tecnologia e experiência. “O usuário realmente está no centro das decisões. Não olhamos conteúdo, navegação e atendimento de forma separada. Tudo faz parte da mesma relação”, explica.
A comunidade é o segredo
Hoje, o conteúdo isolado já não basta para atrair o público e muito menos as novas gerações. É preciso transformá-los em comunidades vivas, ou então podem ser facilmente esquecidos.
Novelas geram memes, reality shows movimentam redes sociais em tempo real, séries criam fandoms próprios, jogos viram eventos coletivos e a experiência continua mesmo depois que o episódio acaba. E tudo isso acontece em um consumo altamente fragmentado: ao mesmo tempo que os usuários estão assistindo o conteúdo, estão comentando sobre ele.
“O Globoplay é percebido como um ambiente onde as pessoas encontram histórias, experiências e conversas que fazem parte da rotina delas”, diz Julia.
Segundo ela, a plataforma trabalha ativamente para participar dessas conversas culturais que já acontecem organicamente na internet. Isso passa por linguagem, redes sociais, formatos de conteúdo e interação com fãs.
“Quando alguém gosta genuinamente de uma experiência, naturalmente comenta, recomenda e traz outras pessoas para dentro da conversa. Por isso, a gente trabalha na construção de comunidade. Muitas vezes, os próprios usuários ajudam a amplificar lançamentos, criar memes, gerar repercussão e manter os conteúdos vivos muito além da estreia”, conta.
Hoje, o streaming deixou de ser apenas um aplicativo de vídeo. Ele ocupa um espaço emocional, cultural e social na rotina das pessoas.
Cada usuário é único
Com o mercado lotado de opções, relevância vale mais do que um catálogo infinito de novidades. O usuário quer sentir que a plataforma entende o que ele deseja assistir e, inclusive, o momento em que ele quer ver.
Por isso, a Globo possui hoje mais de 144 milhões de usuários mapeados, uma das maiores bases de dados proprietários do País. Segundo Julia, isso permite entender comportamento, hábitos e preferências em profundidade. “Estamos investindo bastante em Inteligência Artificial e uso de dados para oferecer jornadas cada vez mais individualizadas, relevantes e contextualizadas”, explica.
Essa personalização vai muito além da recomendação de séries. Ela envolve descoberta de conteúdo, continuidade entre dispositivos, navegação, estabilidade da plataforma e até redução de fricções em login e pagamento. “O usuário não separa produto, conteúdo e atendimento. Para ele, tudo faz parte da mesma relação”, resume.
IA é ferramenta, a conexão está em outro lugar
Segundo a executiva, um dos maiores erros das empresas hoje é acreditar que tecnologia, sozinha, cria relacionamento. “O grande diferencial das empresas estará menos na ferramenta em si e mais na capacidade de combinar tecnologia, dados e empatia humana para construir relações relevantes”, afirma.
Na visão dela, o que realmente vai diferenciar as marcas será a capacidade de transformar dados em contexto e contexto em conexão. “O usuário precisa se sentir reconhecido, encontrar facilidade, fluidez e relevância em cada interação. Isso exige muito mais do que automação”, explica.
No caso do Globoplay, essa estratégia ganha ainda mais força. A plataforma se tornou o principal hub de distribuição do ecossistema Globo, reunindo conteúdo ao vivo, sob demanda e grandes marcas do grupo em um único ambiente. “O diferencial real está em usar inovação para aproximar as pessoas das histórias que fazem sentido para elas”, conclui.
Prêmio Consumidor Moderno 2026
O Globoplay concorre à categoria especial Empresa do Ano do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente 2026. As votações estão quase encerrando! Ajude a escolha entre os concorrentes das categorias especiais Hall da Fama, CEO do Ano e Empresa do Ano.





