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O papel dos homens no ecossistema do cuidado muda a sociedade

O papel dos homens no ecossistema do cuidado muda a sociedade

O tempo disponível para focar nos recém-nascidos pode moldar a relação entre pai e filho para a vida inteira. Isso muda não só as famílias, mas a sociedade

A paternidade tem mudado de forma e escapado do esterótipo do homem provedor, que cumpre poucas responsabilidades na criação dos filhos. O Pai Summit, evento realizado pela socialtech B2Mamy, reuniu 170 convidados entre pais e mães, em uma divisão meio a meio, e 30 crianças para promover uma série de conversas sobre o papel da paternidade e da parentalidade nas famílias brasileiras.

A B2Mamy, fundada pela especialista em inovação Dani Junco, nasceu em 2016 como aceleradora que fomentou uma comunidade para conectar e oferecer capacitação para mães no mercado de trabalho. A plataforma oferece diferentes planos para as necessidades variadas de suas integrantes, como cursos, programas de mentoria, eventos, acesso ao hub de negócios da B2Mamy e até o compartilhamento de seu espaço de trabalho no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

Sete anos depois, o Pai Summit foi o primeiro evento da plataforma realizado com foco nos pais. “Depois de sete anos de B2Mamy, percebemos que as mães estavam extremamente sobrecarregadas”, explica Dani Junco. “Mesmo as mães que são casadas, ou têm um companheiro ou quando suas crianças têm pais presentes, não eram pais ativos no sentido de dividir as tarefas de maneira igualitária. Por outro lado, há 20 milhões de mães solos no Brasil. Não dá para contar só com as mães para resolver essa bagunça, porque não é só delas. Percebemos que estava na hora de chamar os homens para a conversa.” O objetivo do evento foi, portanto, criar discussões para entender os motivos pelos quais os pais participam ou não ativamente da criação e dos cuidados de seus filhos, para então criar caminhos para o equilíbrio.

O evento contou com 18 palestrantes, escolhidos de acordo com alguns critérios, como a diversidade do papel e a função dos pais no mercado de trabalho, chamando executivos, lideranças, influenciadores e empreendedores, e pessoas que refletem a multiplicidade das paternidades, com pais viúvos, pais com deficiência, pais pretos e LGBTQIA+.

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Entre os palestrantes convidados, estavam Thammy Miranda, vereador da Câmara Municipal de São Paulo; Marcelo Pimentel, CEO do Grupo Pão de Açúcar; Ricardo Assali, diretor da Nestlé; Lucas Batista, sócio e diretor de design de produto da Neon; Raul Lemos, chef e apresentador do programa Papo de Cozinha da Rádio CBN, e Humberto Baltar, fundador e consultor da Pais Pretos Presentes. “Como CEO da B2Mamy, foi marcante ver a comunidade madura o suficiente para receber esse assunto e tratá-lo com responsabilidade”, conta Dani Junco. Foi a B2Mamy quem patrocinou o evento, enquanto os executivos estiveram presentes como “Pessoa Física”, ou seja, não estavam acompanhados das companhias que representam.

Apresentado por Tadeu França, criador de conteúdo digital sobre paternidade, o evento ainda foi palco da transmissão ao vivo do videocast 1001 Tretas, de Julia Faria e Thayla Ayala. A programação do Summit incluiu conversas sobre a chamada paternidade ativa, saúde mental, gestão do tempo e a sobrecarga materna na criação dos filhos, trabalho e afazeres domésticos.

Carreira e paternidade

Uma das mesas cobriu o tema carreira e paternidade (disponível no portal Terra), com a participação de Lucas Batista, Ricardo Assali, Daniel Magalhães, co-fundador da Virgo, mediados por Thiago Godoy, fundador e head de educação financeira do Papai Financeiro.

Em janeiro de 2020, a empresa em que Lucas Batista trabalhava ofereceu 20 dias de licença-paternidade estendida, e ele ainda pode tirar outros 30 dias de férias para estar próximo de seu filho recém-nascido. Em seguida, o isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19 possibilitou uma conexão com seu filho que não seria possível de outra forma.

“Eu estou trabalhando de home office desde então, e eu não sei o que é ser pai não trabalhando em casa, não estando junto do meu filho. A relação que eu tenho é diferente da relação que eu teria se trabalhasse fora de casa e voltasse para estar próximo do meu filho”, disse durante o início do bate-papo. “Para mim foi fundamental o elo e o vínculo que criei com o meu filho em função de conseguir conviver e estar dentro de casa, trabalhando e participando ativamente da educação, dos cuidados e da vida dele.”

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A paternidade no Brasil

A experiência de Batista é uma exceção ao que vem sendo uma regra há décadas. A licença-maternidade é assegurada no artigo 392 da CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) desde 1943. Na época, as mães trabalhadoras podiam tirar uma licença de 84 dias com pagamentos feitos pelo empregador. A partir de 1973, a remuneração passou a ser custeada pela Previdência Social. Hoje, a licença para as mulheres com crianças é entre 120 dias e 180 dias (para empregadores inscritos no Programa Empresa Cidadã), e mais 15 dias para mães que amamentam.

Já os pais com carteira assinada e servidores públicos têm direito a uma licença-paternidade de exíguos de cinco dias. Em empresas participantes do Programa Empresa Cidadã, o benefício pode se estender para até 20 dias. Este período não é nem de perto suficiente para atender aos cuidados de um recém-nascido.

No entanto, os pais brasileiros não estão usufruindo deste direito. A segunda edição do relatório “Situação da Paternidade no Brasil”, divulgada em 2019 pelo Instituto Promundo, traz dados da pesquisa “Helping Dads Care”, realizada pela instituição em parceria com a Dove Men+Care, da Unilever. O levantamento contou com a participação de 1709 pessoas, entre 1141 homens (sendo 790 pais) e 560 mulheres (das quais, 380 eram mães).

A pesquisa aponta que 68% dos pais não tiraram a licença-paternidade de cinco dias após o nascimento de seus filhos. Em contrapartida, 82% dos homens brasileiros afirmaram que fariam de tudo para estarem envolvidos com os cuidados das crianças recém-nascidas ou adotadas em suas primeiras semanas em casa. Segundo o levantamento, apenas metade dos entrevistados sente que seus superiores no trabalho apoiam um maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Este é um reflexo da divisão desequilibrada dos cuidados da criança e das atividades domésticas entre homens e mulheres. O relatório ainda aponta dados do IBGE entre 2016 e 2017 mostram que 92,6% das mulheres e 78,7% dos homens realizam tarefas domésticas não remuneradas. Mas as mulheres são as que dedicam mais tempo a essas atividades, com cerca de 20,9 horas por semana, enquanto os homens trabalham em média 10,8 horas por semana nos afazeres da casa.

Leia mais: Quais são os principais medos financeiros dos jovens brasileiros com menos de 30 anos?

Licença-paternidade estendida

O relatório “Situação da Paternidade no Brasil” também aponta que, até 2017, apenas 12% das 160 mil empresas elegíveis aderiram ao Programa Empresa Cidadã. Felizmente, a partir de 2018, foi registrado um aumento na adesão, totalizando 21.246 empresas cadastradas. Aos poucos, é possível acompanhar o crescimento da relevância da licença-paternidade para profissionais, lideranças e empresas. Segundo levantamento da Promundo, de 2019, 90 entre 187 países preveem a licença-paternidade por lei, e cerca de 38% das organizações oferecem o benefício em um período mais longo do que o previsto na regulação.

Além do período estendido de até 20 dias, algumas empresas já estão expandindo o benefício para períodos mais longos. É o caso da Heineken, que anunciou recentemente a extensão do programa de licença-paternidade de seus funcionários para 30 dias e a inclusão de enteados como dependentes. “Ao oferecermos este benefício, não estamos apenas apoiando novos pais em seu papel de cuidadores, mas também estamos promovendo a equidade de gênero e rompendo papéis de gênero tradicionais.” afirma Raquel Zagui, vice-presidente de Pessoas.

A Shell é outro exemplo de empresa que oferece a licença-paternidade estendida além do período previsto em lei. Os funcionários da multinacional podem tirar 56 dias de licença, independente de gênero, orientação sexual e estado civil, e aplica-se a pais biológicos, adotivos, ou membros responsáveis por receber a licença-paternidade.

Segundo a pesquisa “A fresh look at paternity leave: Why the benefits extend beyond the personal” da consultoria McKinsey, 90% dos homens entrevistados que tiraram licença-paternidade sentiram seus relacionamentos melhorarem. Seus parceiros também acreditam que o período foi crítico para contribuir com a construção de um laço mais forte. O levantamento também destaca estudos que vêm demonstrando que o envolvimento maior do pai com os filhos recém-nascidos ajuda a mitigar efeitos de depressão pós-parto nas mulheres que deram à luz.

A pesquisa da McKinsey também mostrou que a parentalidade conjunta nos primeiros dias, semanas e meses da vida da criança é essencial para moldar a dinâmica familiar. Por exemplo, a licença-paternidade ajuda pais a criar uma distribuição mais igualitária entre as responsabilidades com a criança para o futuro. Ela também contrubui para criar conexões mais fortes com seus filhos por longos anos.

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Licença-parental

Uma nova modalidade de licença está tramitando no Poder Legislativo brasileiro. Trata-se do Projeto de Lei (PL) 1.974/2021, que tem como objetivo instituir a licença-parental: a licença igualitária para mães e pais em caso de gestação ou adoção.

A ideia é que duas pessoas de referência para a criança – sejam elas pai e mãe, dois pais ou duas mães – tenham o direito de tirar uma licença remunerada de 180 dias. O PL também prevê que essas duas pessoas referência tenham garantido a estabilidade no emprego por até 180 dias após o período da licença parental.

Para Dani Junco, o tema da paternidade e da parentalidade ainda precisa ser encarado como um desafio pelas empresas, organizações e governo. “Esse não é um problema só da mulher. É também um problema da economia, de saúde pública e político. Não podemos deixar metade do mundo doente”, define. “Este é um tema que não pode mais ser ignorado, e precisa ser colocado como indicador de desempenho. Falamos de ESG e de ações de impacto social, mas esta é uma prática pouco aplicada”, finaliza a empreendedora da Be2Mamy.



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