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Para além do álcool em gel: Como a pandemia mudou os hábitos de higiene do brasileiro?

Para além do álcool em gel: Como a pandemia mudou os hábitos de higiene do brasileiro?

Em comparação com o período pré-pandemia, pode-se afirmar que o brasileiro está mais dedicado a cuidados pessoais e com o lar

A pandemia de COVID-19 teve um impacto significativo nos hábitos de higiene da população mundial. Com a disseminação do vírus, as autoridades de saúde emitiram uma série de diretrizes e recomendações para evitar a propagação da doença, enfatizando a importância da higiene pessoal e coletiva e, consequentemente, levaram a mudanças significativas nos hábitos diários das pessoas em todo o mundo.

O Brasil, que já era conhecido por valorizar a limpeza e a higiene, também passou por transformações significativas nesse sentido. De acordo com a pesquisa Hábitos de limpeza do brasileiro: antes e durante a pandemia, realizada por Scott Duramax em 2022, mostrou que o número de pessoas que se envolvem de alguma forma nas atividades de cuidado com o lar aumentou, saltando de 69% para 74%.

“Houve um aumento inclusive no nível de colaboração entre as pessoas que moram numa mesma casa. 40% das pessoas entrevistadas afirmavam dividir as tarefas domésticas antes da pandemia; e esse número agora é de 46%”, salienta Debora Bertolozzi, gerente-executiva de Marketing na Suzano, produtora de celulose que recentemente finalizou a aquisição dos ativos de papéis de higiene (tissue) da Kimberly-Clark no Brasil.

Brasileiros estão mais preocupados com o autocuidado

Debora aponta ainda que, no geral, a indústria de higiene tem visto um crescimento em termos de autocuidado por parte da população: “A noção do autocuidado vem passando por um processo significativo de expansão, abrangendo conceitos que vão além do cuidado com o próprio corpo e permitindo que a prática seja percebida de forma multifacetada, envolvendo fatores externos, como saúde financeira, relacionamentos interpessoais, acesso à educação, cultura e lazer”.

Marcos Bauer, diretor-sênior de Inteligência de Mercado, Trade Marketing e Desenvolvimento de Categorias da P&G Brasil, por sua vez, conta que, a partir de pesquisas internas, a empresa identificou que os brasileiros passaram a lavar mais roupa do que no período pós-pandêmico. Este fenômeno acontece, ele explica, não só pelo fator limpeza em si, mas também pela sensação trazida pela atividade.

Durante a pandemia, a maior preocupação dos consumidores era com a desinfecção e o combate a vírus e bactérias. Nesse período, os produtos que tiveram seu uso mais intensificado foram álcool em gel (72%) e álcool de limpeza (60%), e houve um crescimento na procura por produtos com propriedades antibacterianas”
Debora Bertolozzi, da Suzano

“São mudanças importantes e que impactam diretamente as categorias em que atuamos. Não à toa, nesse meio tempo lançamos produtos que se adequassem às novas necessidades do público brasileiro, para que pudéssemos seguir abastecendo o mercado com assertividade. O lançamento de Downy 3L é um exemplo, reforçando tamanhos grandes em um formato mais econômico; assim como o Downy Casa Higienizador, que combate até 99,9% das bactérias e desinfeta roupas, superfícies e objetos”, complementa.

Por conta do uso frequente e obrigatório de máscaras, os brasileiros, cuja frequência média de escovação é a maior do mundo, ainda passaram a se preocupar mais com o próprio hálito. Ao investigar e entender esse cenário, Marcos Bauer comenta que a companhia passou a desenvolver produtos com o objetivo de auxiliar a rotina do dia a dia, investindo em tecnologias superiores que sejam capazes de atender às novas necessidades dos consumidores: “Foi pensando nisso que lançamos as linhas Expert e Detox, de Oral-B, ambas com alta tecnologia, incluindo cerdas diferenciadas e cremes com fórmulas exclusivas, cujo objetivo é entregar ainda mais performance na higiene bucal, outro hábito intensificado após a pandemia”.

Limpeza do lar ganha mais atenção no período pós-pandêmico

A pesquisa de Scott Duramax ainda mostrou que 49% dos brasileiros entrevistados acreditam que limpar a casa é uma forma de autocuidado, e 45% relatam que é um momento que aproveitam para organizar seus pertences. Por isso, à medida que momentos cotidianos estão sendo cada vez mais incorporados para promover o bem-estar pessoal, percebe-se que um ambiente equilibrado, limpo e organizado também desempenha um papel fundamental nessa equação, pois contribui não apenas para o descanso e a convivência familiar, mas também para prevenir a proliferação de germes e bactérias, evitando o surgimento de doenças.

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A mesma pesquisa revelou que as pessoas aumentaram a frequência da limpeza mais caprichada: antes da pandemia, 63% dos brasileiros afirmavam que a faxina pesada era feita de 1 a 2 vezes por semana em suas casas; agora são 72%. “Durante a pandemia, a maior preocupação dos consumidores era com a desinfecção e o combate a vírus e bactérias. Nesse período, os produtos que tiveram seu uso mais intensificado foram álcool em gel (72%) e álcool de limpeza (60%), e houve um crescimento na procura por produtos com propriedades antibacterianas”, completa a Gerente executiva de Marketing na Suzano.

Economia e praticidade estão entre os principais desejos dos consumidores para produtos de higiene e limpeza

Mais que as tarefas recorrentes da limpeza doméstica, como varrer, aspirar, passar pano, desinfetar, lavar louças, lavar roupas, lavar banheiros e recolher lixos, a pesquisa destacou como a população está enxergando e lidando com a higienização dos lares atualmente, em consequência de uma mudança na própria relação com a casa, e deixa claro que essas transformações vieram para ficar.

Com novas necessidades, como ter um home office, e passando mais tempo dentro dela, as pessoas intensificaram certos cuidados que antes não eram tão evidentes. Além da limpeza pesada mais frequente e da maior colaboração e divisão das tarefas domésticas, 70% dos brasileiros esperam que a tecnologia em produtos e equipamentos facilite cada vez mais as tarefas de casa, revelando o desejo de uma população que busca manter a casa sempre limpa, mas sem deixar de lado a praticidade.

De acordo com o relatório de Consumer Insights da Kantar, publicado em dezembro de 2022, foram registradas mais de 2 milhões de novas ocasiões de uso de produtos com multibenefícios de abril a junho, em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior. A quantidade de itens usados no banho caiu consideravelmente: o uso de 6 produtos retraiu 53,7% e o uso de 5 por banho caiu 11,7%, enquanto a utilização de 2 produtos aumentou 10,9%.


Hábitos de higiene em números

  • 74% das pessoas se envolvem de alguma forma nas atividades de cuidado com o lar no pós-pademia. Antes, eram 69%;
  • 49% acreditam que limpar a casa é uma forma de autocuidado;
  • 46% dividem as tarefas domésticas. Antes da pandemia, eram 40%;
  • 45% relatam que é um momento que aproveitam para organizar seus pertences. 

Público jovem prioriza o meio-ambiente na escolha de produtos de cuidados pessoais

Os dados da pesquisa de Scott Duramax revelaram que os jovens também reconhecem a importância de um ambiente limpo e arrumado para manter a higiene, reduzir o risco de doenças e criar um espaço agradável e confortável para se viver. Considerando o recorte de 25 a 30 anos, 59% das pessoas com esse perfil faziam a limpeza mais detalhada de 1 a 2 vezes por semana antes da pandemia; e agora são 74%, taxa similar à população geral.

“Esse crescimento na frequência da faxina pesada durante a pandemia foi encontrado em todas as faixas etárias, o que mostra uma mudança no perfil dos consumidores, que estão mais atentos e conscientes de que sua saúde e bem-estar dependem de seus hábitos de higiene e limpeza. A população entende que uma casa limpa promove um ambiente de vida mais saudável”, afirma Debora Bertolozzi.

Segundo Marcos Bauer, a Geração Z e os Millennials passaram a priorizar o equilíbrio entre bem-estar físico, mental e emocional. Nas categorias de beleza, em específico, estes consumidores se preocupam mais com os ingredientes usados nos produtos. Com isso em vista, marcas como Pantene passaram a agregar novas tecnologias exclusivas em suas fórmulas. Além disso, uma pesquisa da VIGA em parceria com a OG&G Strategy Consultants mostrou que 27% da Geração Z prefere comprar produtos que demoram a ser descartados, e 37% buscam comprar apenas o que realmente precisam.

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Relação com a beleza se intensificou entre as mulheres

A P&G identificou uma maior demanda na categoria de higiene pessoal por produtos que ofereçam sensação de limpeza e segurança, o que norteia o desenvolvimento do setor como um todo. “Dados anteriores à pandemia mostravam que 85% das mulheres brasileiras acreditam que qualquer beleza pode ser obtida com esforço, o que impacta diretamente em uma frequência muito alta de banhos, assim como na troca de absorventes, além do uso de desodorantes e nos cuidados com a higiene bucal. Com o coronavírus, novos hábitos de higiene surgiram, e esse momento passou a ser visto de outra forma, com rotinas de beleza mais simples, porém, mais significativas, e priorização absoluta da saúde e bem-estar”, revela o diretor-sênior de Inteligência de Mercado, Trade Marketing e Desenvolvimento de Categorias da P&G Brasil.

Recentemente, a Always lançou a iniciativa Meu Fluxo, uma linha de absorventes desenhada para cada fluxo menstrual para oferecer maior proteção contra vazamentos. “A novidade se fundamenta em mais de 600 mil entrevistas realizadas com brasileiras e na constatação de que mais de 40 milhões delas sofrem com vazamentos, que trazem desconforto à experiência menstrual”, explica Marcos Bauer.

Em estudos internos, a P&G já havia identificado que, no Brasil, a frequência de troca dos absorventes se dá, em média, a cada 2 horas, enquanto nos EUA esse tempo se eleva para 4 ou 5 horas, o que evidencia a necessidade de as brasileiras se sentirem sempre limpas e protegidas.



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