Reconhecido como o maior varejo de beleza do mundo pelo estudo global da Euromonitor, O Boticário consolida quase cinco décadas de trajetória marcada por inovação, proximidade com o consumidor e uma operação capaz de sustentar presença massiva no Brasil e no exterior.
A posição de número 1 em lojas de beleza do mundo reflete uma estratégia clara e bem estruturada em negócios: consistência de um modelo que combina excelência na experiência do consumidor em loja, eficiência logística e leitura cultural para criar relevância e expansão em diferentes mercados.
Um pouco da história do O Boticário
O Boticário nasceu de uma farmácia de manipulação no Centro de Curitiba. Para se ter uma ideia, os primeiros hidratantes da marca eram produzidos em uma batedeira caseira. De lá para cá, a pequena empresa evoluiu para um ecossistema de negócios internacional de alta tecnologia.
Hoje, O Boticário está presente com lojas físicas em 1.655 cidades brasileiras – incluindo todos os grandes centros populacionais e pequenos municípios – e em 16 outros países.
Essa capilaridade é suportada por uma estrutura produtiva e logística robusta, composta por três fábricas. Além disso, oito centros de distribuição estão localizados estrategicamente em cinco estados brasileiros e em Portugal, bem como unidades administrativas em Curitiba (PR) e São Paulo (SP). A rede conta ainda com escritórios nos Estados Unidos, Hong Kong, Colômbia e Portugal. Ao todo, são mais de 21 mil colaboradores diretos no Grupo.

“Se hoje somos a número 1 em lojas de beleza no mundo todo, é porque soubemos trabalhar a excelência na execução do atendimento ao consumidor em nossas lojas, ou como preferimos chamar, nossos templos.”
Artur Grynbaum, vice-presidente do Conselho do Grupo Boticário.
O motor decisivo para a expansão
O pioneirismo no modelo de franchising, iniciado pela marca, foi o motor decisivo para a expansão do O Boticário, que esteve entre as primeiras a apostar nesse modelo de negócio e inaugurou sua primeira unidade franqueada em Brasília (DF), em 1980, poucos anos após o início da operação.
A estratégia ganhou tração após o sucesso da unidade no Aeroporto Internacional Afonso Pena, que serviu como vitrine nacional e provocou o potencial de replicabilidade da marca.
“A abertura da loja no aeroporto foi um divisor de águas porque nos colocou em contato com o Brasil inteiro e deixou claro que havia espaço para crescer além do Paraná. Na sequência, demos um passo pioneiro com a primeira franquia, em um momento em que o franchising ainda engatinhava no País. Foi assim que estruturamos uma rede sólida com parceiros locais e aceleramos nossa capilaridade e visibilidade. Se hoje somos a número 1 em lojas de beleza no mundo todo, é porque soubemos trabalhar a excelência na execução do atendimento ao consumidor em nossas lojas, ou como preferimos chamar, nossos templos”, afirma Artur Grynbaum. “Hoje, com quase 4 mil lojas em operação, O Boticário consolida uma estratégia de internacionalização baseada em consistência de marca, leitura cultural e construção de relevância local.”
Adaptação como estratégia de internacionalização
A estratégia internacional da marca baseia-se na consistência somada à leitura cultural local. Em mercados maduros como Portugal, O Boticário opera com 100% de lojas próprias (61 unidades), enquanto a Colômbia soma cerca de 50.
Em outras regiões, especialmente na América Latina e na África, O Boticário atua por meio de lojas parceiras e quiosques. Estão presentes em países como Bolívia, Paraguai, Venezuela, Uruguai, Angola, Moçambique, Guiana e Suriname.
A diversidade de formatos reflete a capacidade da marca de adaptar sua operação às particularidades locais sem abrir mão da essência de proximidade com o consumidor.
Em 2025, os indicadores de performance reforçaram essa aceitação: Portugal registrou cerca de 1 milhão de tickets, enquanto a Colômbia ultrapassou a marca de 1,7 milhão de clientes que passaram pelas lojas.
Respeito a cultura local sem perda de identidade
A inteligência frente às necessidades e comportamento do mercado externo é outro diferencial competitivo da marca. Nos países em que é comercializado, O Boticário busca respeitar as especificidades culturais, mantendo sua identidade brasileira ao mesmo tempo em que traduz seus códigos para estabelecer conexões com o público local.
Essa adaptação se reflete tanto no portfólio quanto nas estratégias de comunicação. Exemplo disso foram os lançamentos desenvolvidos para mercados específicos, como a linha Nativa Spa Acerola Cherry, criada para os Estados Unidos e Portugal, e colaborações com nomes locais, a exemplo da atriz portuguesa Sara Matos no desenvolvimento para Lily Unique, e das ativações da submarca Aura, em parceria com a influenciadora Helena Coelho, também em Portugal.
Na Colômbia, a marca também avança com iniciativas que reforçam sua vocação inovadora. É o caso do lançamento de Floratta Power of Love, em colaboração com a apresentadora e influenciadora Andrea Serna, e da inauguração da primeira loja com conceito 360º no país. O espaço vem se destacando por promover experiências sensoriais de beleza e bem-estar.
“Ao mesmo tempo em que buscamos manter a essência da marca que conquistou os brasileiros, também nos dedicamos a ser uma love brand em cada mercado onde atuamos, respeitando as especificidades culturais e criando vínculos emocionais duradouros com nossos consumidores. A carta da Euromonitor confirma nossa capacidade de traduzir vínculos emocionais em resultados de negócio com dimensões globais”, conclui Artur Grynbaum.





