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Inteligência analítica? Sim todos precisam!

Inteligência analítica? Sim todos precisam!

Tânia Mine comenta como a inteligência analítica pode ser vantagem competitiva para empresas
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Atualmente vivemos em um mundo que produz diariamente uma enorme quantidade de dados de todos os tipos e que podem ser utilizados para a tomada de decisão em diversas áreas do negócio. Por outro lado, tenho percebido certos profissionais atônitos que me perguntam por onde começar uma boa análise em meio a essa enxurrada de informações.

Neste artigo, proponho uma inquietação que trago comigo há algum tempo e quero refletir com vocês sobre esse tema tão intrigante, que está sendo debatido nos principais fóruns de negócios pelo mundo: a inteligência analítica como vantagem competitiva para empresas, profissionais, pesquisadores e estudantes.

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Estamos na era dos dados

Considerados como novo petróleo, em plena transformação dos negócios e nos deparamos com a necessidade de desenvolvimento de competências voltadas ao fortalecimento da inteligência analítica. É preciso desenvolver as competências de analisar cenários, observar as mudanças no mercado, conectar os pontos e produzir insights úteis aplicáveis na solução de problemas. Steve Jobs, em seu famoso discurso de formatura, em Stanford, falou sobre a conexão dos pontos em sua trajetória quando relatou o aprendizado de cada etapa da vida e como esses estavam inter-relacionados. Sempre uso essa metáfora quando me refiro ao processo analítico, que deve ser a busca constante de conexões entre as informações com objetivo de construir diagnósticos robustos.

Na visão de Kugler (2019), a inteligência analítica é uma abordagem multidisciplinar que fundamenta a gestão inteligente e visa preparar as organizações por meio da competência coletiva para analisar efetivamente a performance dos negócios. Há uma convergência de duas correntes principais na inteligência analítica, a primeira delas são as disciplinas de modelagem e análise de dados e a segunda são as ferramentas da tecnologia da informação. Kugler faz uma ressalva importante sobre a participação dos gestores neste processo de criação de uma inteligência coletiva.

Leia mais: Os grisalhos brasileiros estão mais conectados

A inteligência humana, segundo Maróstica (2020), é a capacidade de selecionar, escolher as melhores opções na solução de uma questão específica. O referido autor complementa que a inteligência permite abstrair, captar, entender conceitos e a essência das coisas que tomamos consciência. A associação da aptidão psicológica a outras atividades mentais como as habilidades técnicas, matemáticas, verbais, emocionais etc. formam a complexidade e as nuances da inteligência dos humanos.

Inteligência analítica e humana

Sharda (2019) traz uma visão pragmática sobre o limite da aptidão analítica do ser humano, cuja limitação cognitiva é evidenciada frente a complexidade de informações e conhecimentos que necessitam ser processados e armazenados. Nesse sentido, as pessoas têm dificuldade de solucionar problemas a partir da análise de inúmeros dados sem a ajuda de sistemas computadorizados. Neste aspecto, a tecnologia se torna uma aliada fundamental para o avanço da capacidade analítica.

A complementariedade entre a inteligência humana e a inteligência artificial é defendida em artigo que Martha Gabriel publicou no LinkedIn há alguns anos. A autora defende que devemos somar as fortalezas de cada uma delas e promover a combinação perfeita aproveitando o que há de melhor nos humanos e na tecnologia. Não devemos pensar de maneira excludente e sim de forma a criar a inteligência analítica em nossas organizações.


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