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Fintechização? Magalu amplia os recursos de sua vertical financeira

Fintechização? Magalu amplia os recursos de sua vertical financeira

Novidade da Fintech Magalu possibilita que varejistas dispensem maquinha e facilita a vida do comerciante. Solução foi lançada recentemente
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A Fintech Magalu, vertical financeira da companhia, está lançando dois novos serviços: o Tap MagaluPay e o link de pagamento para vendas feitas à distância. O primeiro permite que o comerciante receba pagamento por aproximação na tela do smartphone, ou seja, vai praticamente transformar o celular do varejista em uma maquininha de cartão. O Tap Magalupay facilita a vida do comerciante. A solução aceita diversas bandeiras de cartão, como Visa, Elo e Mastercard.

“Vamos oferecer ainda mais facilidade e tecnologia aos nossos sellers, que poderão aumentar suas vendas com os novos serviços de pagamento”, afirma Leandro Hespanhol, diretor comercial e de novos negócios da Fintech Magalu.

Já a segunda solução, que permite que o varejista envie um link de pagamento para vendas à distância, é importante porque atende ao desejo do cliente que quer comprar pela internet, mas quer pagar no cartão de crédito. A partir do lançamento, o varejista consegue gerar um link, de maneira rápida e segura, e finalizar a venda assim que o pagamento for efetuado.

As novidades são incrementos no portfólio de serviços da Fintech Magalu que já oferece uma conta digital completa, antecipação de recebíveis, empréstimos e maquininhas. Em 2022, o braço financeiro da Magalu acumulou 9 milhões de contas digitais e 90 bilhões de reais transacionados, um crescimento de 39% em relação ao ano anterior.

A vertical financeira do Magalu é resultado da integração das empresas adquiridas Bit55, Stoq e Hub Fintech. Na frente de produtos voltados a empresas, a Fintech Magalu é responsável, por exemplo, pela operação de pagamento de aplicativos de entrega, caminhoneiros e transportadores de algumas empresas.

Quais as vantagens da “fintechização” das grandes varejistas?

Para especialistas, o movimento defintechização” começou a ganhar impulso quando o Banco Central passou a regular as instituições de pagamentos (IPs) e as sociedades de crédito direto (SCD). Magazines, supermercados, ou seja, empresas não-financeiras, passaram a ver uma oportunidade de negócio na possibilidade de dispensar intermediários e viabilizar o fluxo financeiro das transações em seu próprio ecossistema.

Régis Borges, gerente sênior de auditoria da EY, empresa líder global em serviços de auditoria, impostos, transações e consultoria, explica que a partir do momento que a empresa entende que é viável ela mesma assumir o papel anteriormente feito por fintechs ou bancos tradicionais, há um aumento na capacidade de reter e manter o cliente transacionando com a marca.

“Manter o cliente via conta digital permite que a companhia tenha ações e campanhas mais assertivas para incentivar novas compras, por exemplo, por meio de cashback. Isso possibilita uma retenção de clientes e novos negócios no business original”, diz Régis.

A “fintechização” também traz vantagens para o consumidor que consegue ter acesso a promoções, descontos e campanhas mais atrativas. Além disso, esse movimento acaba acelerando um processo de inclusão financeira.


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Esses são os valores que nos impulsionam a explorar continuamente as melhores práticas para o desenho de uma experiência do cliente fluida e memorável, no Brasil e no mundo.

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