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Como medir produtividade dos funcionários em home office?

Como medir produtividade dos funcionários em home office?

Pesquisas mostram trabalho remoto como movimento praticamente sem volta; saiba quais são as novas medidas para se considerar a produtividade desse tipo de entrega

Ser produtivo trabalhando de casa e ser produtivo realizando tarefas dentro de um escritório: eis duas realidades completamente diferentes quando o assunto é desempenho profissional. Em 2018, a pesquisa Home Office Brasil, realizada pela SAP Consultoria em parceria com SOBRATT (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades), apontava um crescimento de 22%, em relação a 2016, no número de trabalhadores executando suas funções de casa. Isso tudo muito antes da pandemia do novo coronavírus chegar ao país. Na prática, significa que naquela época 45% das empresas brasileiras adotavam o sistema remoto. Desse montante, apenas 15% avaliavam o desempenho dos funcionários que faziam seu trabalho de casa.

Dois anos depois, com a vida totalmente afetada pela expansão do vírus Sars-Cov-2, a consultoria voltou a mapear como andam as entregas dos funcionários que estão em regime de trabalho remoto. A pesquisa de 2020 ainda está em andamento, mas, de antemão, é possível afirmar que o número de pessoas em home office aumentou sensivelmente neste ano. E mais: em outros dados mais aprofundados, colhidos pela FIA (Fundação Instituto de Administração) e pela FEA (Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade da Universidade de São Paulo), 70% dos executivos se sentem motivados a continuar trabalhando de casa após este período. Ou seja: a nova realidade pede que outras maneiras de se avaliar as entregas sejam mesmo implementadas.

A produtividade do funcionário em home office pode não ser a mesma do escritório. Foto: Pexels.

Produtividade e a nova geração

Além disso, mudanças da sociedade estão acelerando a forma da empregabilidade. As novas gerações, por exemplo, que conhecem seus horários de maior produtividade e evitam o estress do deslocamento no trânsito das grandes cidades, têm buscado mais vagas de trabalho remoto. Se de forma natural ou pandêmica a estrutura mudou, quais outras maneiras de avaliar produtividade ante o velho registro de tempo?

Primeiramente, é importante conhecer muito bem seu negócio para auxiliar na estruturação da avaliação. Por exemplo: quais os equipamentos necessários para o trabalho à distância? Quem vai fornecer esses equipamentos? O gestor está ciente sobre o as condições do local onde o trabalho vai ser feito? Ambiente muito barulhento e pouco iluminado, por exemplo, tendem a influenciar negativamente a produção. Partindo de premissas como essas, defina o que será avaliado, os resultados esperados, os prazos para as respostas.

O futuro é sempre incerto, mas os benefícios do trabalho remoto como diminuição de custos, quebra de barreira geográfica para contratação e, principalmente, o medo da baixa produtividade que tem sido desmistificado com a pandemia, tem apontado para esta mudança drástica estrutural das empresas. Para facilitar mais ainda a construção destes dados avaliativos, o site “Fast Company”, uma das maiores referências em business e inovação do mundo, listou alguns tópicos que podem ser utilizados para elaboração da análise de desempenho neste cenário atual (que tem tudo para ser o “novo normal”). Acompanhe:

  • Entrega das informações: além dos prazos, é importante também saber a qualidade da entrega.  O colaborador apresenta diferenças do trabalho individual e coletivo estando remotamente?
  • Comprometimento com normas e cultura da empresa: trabalhando em casa, o funcionário mantém como suas prerrogativas as regras da empresa? Elas foram adaptadas para o novo cenário?
  • Habilidades e comportamentos individuais: questione a resiliência, inteligência emocional, proatividade, relacionamento interpessoal, autogestão, espírito de coletividade. Uma avaliação psicométrica pode muito bem apontar os pontos fortes e debilidades nestes quesitos.
  • Promova reuniões: se a equipe precisa de organização para o trabalho home office, a empresa também pode ser mais clara sobre seus cronogramas e comunicações.
  • Pense em um Plano de Desenvolvimento Individual (o PDI): o líder junto ao colaborador define metas no desenvolvimento da carreira atrelando-as aos objetivos institucionais. Nesta etapa, cabe proporcionar treinamentos – que além de um excelente motivador, mostrará o interesse da empresa no desenvolvimento de seus funcionários.
  • Tecnologias a favor: muitos recursos podem ser usados, como as ferramentas de gerenciamento de tempo Asana ou Trello, ou ainda mais complexas como a Fsense. Uma ótima opção (e bem simples de se usar) é a nuvem, com notificações de alterações de documentos, bem como definir o que cada colaborador fará no documento.

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