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CM Indica: Como a Fórmula 1 virou um negócio bilionário?

CM Indica: Como a Fórmula 1 virou um negócio bilionário?

Mais do que um esporte, a história da maior competição de automobilismo acompanha a evolução da mídia.
Circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, da Fórmula 1.
Circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, da Fórmula 1.
Foto: Jay Hirano / Shutterstock.com.
O Grande Prêmio de São Paulo marca a 21ª etapa da Fórmula 1 de 2025 e celebra a evolução do esporte, que se tornou um império midiático e bilionário. O podcast Aura destaca como a Liberty Media transformou a F1 com redes sociais e a série Drive to Survive, ampliando a base de fãs. Além disso, a seção CM Indica recomenda livros sobre finanças, IA, publicidade e o sucesso da NVIDIA.

Neste final de semana, acontece o Grande Prêmio de Fórmula 1 de São Paulo, marcando a 21ª etapa da temporada de 2025. Para os brasileiros, a chegada dos pilotos não é novidade. O ídolo Ayrton Senna inspirou milhares de espectadores a acompanharem cada corrida e, quem sabe, se tornar o próximo campeão brasileiro. Em seguida, outros pilotos como Felipe Massa, Rubens Barrichello e o novato Gabriel Bortoleto já representaram o País nas pistas.

Criada oficialmente em 1950 pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a competição passou a reunir diferentes Grandes Prêmios que aconteciam na Europa. No entanto, com diretrizes rígidas sobre como os carros deveriam ser montados. Além de promover uma competição mais equilibrada entre as equipes, a medida também promoveu maior inovação a partir de certas limitações.

Pilotos como Ayrton Senna, Alan Prost, Niki Lauda, Michael Schumacher, Max Verstappen, Fernando Alonso e Lewis Hamilton são apenas alguns dos nomes que se destacaram nas pistas nas últimas décadas.

Porém, mais do que um esporte, a Fórmula 1 é uma história de negócio. Inúmeras marcas patrocinam o evento a cada ano, enquanto uma forte estratégia de conteúdo é responsável por engajar milhares de fãs em todo o mundo. Como destaca o podcast Aura, a história da Fórmula 1 acompanha a evolução da mídia.

Profissionalização da Fórmula 1

No episódio “Fórmula 1”, os apresentadores Lucas Abreu e Luiz Alvaro resgatam essa jornada cheia de altos e baixos e reviravoltas – assim como as próprias corridas. Na década de 1950, eram cerca de cinco corridas no ano, principalmente motivadas pela paixão das equipes pelo automobilismo. Na época, ainda não existia patrocínio, e mesmo o prêmio dos vencedores era irrisório.

Com o passar dos anos, mais corridas passaram a ser realizadas conforme mais equipes ingressavam na competição. O podcast conta essa evolução e as principais figuras que profissionalizaram a Fórmula 1, encarando as corridas como oportunidades de rentabilidade.

E, se inicialmente, as corridas da Fórmula 1 eram transmitidas pelo rádio, a chegada da televisão conquistou ainda mais fãs, multiplicando a audiência em cinco vezes na década de 1980. Com a internet, o streaming e as redes sociais, a competição alcança um potencial sem limites.

A revolução da Fórmula 1

O ponto alto do episódio é a chegada da Liberty Media, em janeiro de 2017. A empresa comprou o controle da Fórmula 1 por US$ 8 bilhões. Na época, a competição tinha um bom engajamento com um público de entretenimento premium, mas perdia relevância a cada ano. De 600 milhões de espectadores em 2008, a audiência caiu pra 450 milhões em 2013.

Assim, a Liberty Media passou a focar a presença da Fórmula 1 nos canais digitais, por meio das redes sociais. Em 4 anos, a base de seguidores no canal oficial da F1 passou de 7,7 milhões para 35 milhões. Mais do que isso, a empresa abriu caminho para que as próprias equipes criassem seu próprio engajamento com os fãs.

Já em 2019, a Netflix lançou a série Drive to Survive, documentário que acompanha os bastidores da temporada da Fórmula 1. Algo que os espectadores não têm acesso durante as transmissões das corridas.

Quer saber mais dessa história? Não deixe de conferir o episódio do podcast Aura e ficar por dentro dessa história bilionária!

A arte de gastar dinheiro

Todos os dias, o CM Indica recomenda um conteúdo para você ficar cada vez mais moderno! Não perca mais nenhuma dica e inscreva-se já para receber a CM News na sua caixa de entrada.

Já parou para pensar no que nos leva a gastar dinheiro? O autor best-seller Morgan Housel defende que, ais do que decisões racionais, as emoções têm um grande papel nas escolhas dos consumidores. 

No livro A arte de gastar dinheiro, ele mostra como o medo do prejuízo, o desejo de impressionar os outros e a satisfação pessoal influenciam essa equação.

O livro oferece um guia para quem busca equilíbrio financeiro. Mas, mais do que isso, a leitura oferece uma nova perspectiva sobre as motivações por trás das decisões de compra. Entenda o que faz o consumidor gastar dinheiro com o seu produto ou serviço.

Inteligência Artificial

Já no livro Inteligência Artificial, o especialista Kai-Fu Lee explora como China e Estados Unidos disputam a liderança da revolução da IA – com impactos profundos no trabalho, na economia e na vida em sociedade.

Ex-executivo de gigantes como Google e Microsoft, Lee alerta para a substituição de milhões de empregos por algoritmos. Porém, também defende um futuro mais empático, em que humanos e máquinas atuem em parceria.

Mais que tecnologia, o livro é um convite à reflexão: como garantir que a IA sirva ao bem coletivo? Vale a leitura!

Vendo

Um dos maiores nomes da publicidade brasileira, Marcello Serpa abre as portas de sua trajetória em Vendo. A obra mescla memórias, campanhas icônicas e reflexões sobre o poder das ideias.

O livro não é apenas um portfólio de sucessos – é um manifesto sobre autenticidade, liberdade criativa e o preço de “vender” sem “se vender”.

Na obra de Julius Wiedemann, Serpa compartilha bastidores da ALMAPBBDO, sua saída do mercado e como passou a enxergar valor além dos prêmios. Conhecer a história de Marcello Serpa é também entender os a formação e evolução da publicidade brasileira.

O fenômeno NVIDIA

Na semana passada, a NVIDIA inaugurou o clube exclusivo de empresas avaliadas em mais de US$ 5 trilhões. E não é à toa: seus chips e GPUs estão por trás do desenvolvimento das IAs mais avançadas do mundo. 

Quais são os segredos para esse sucesso? É o que o jornalista Tae Kim explora no livro O fenômeno NVIDIA. Com mais de 100 entrevistas realizadas, o autor traça a impressionante jornada dessa empresa que soube se reinventar a partir das escolhas corretas. 

Entre altos e baixos, a NVIDIA – que até então era mais reconhecida pelo público gamer por suas peças para computadores – mostra que o pioneirismo não é sinônimo de liderança. E que, para se manter na vanguarda, é preciso inovar constantemente.

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SUMÁRIO – Edição 296

A evolução do consumidor traz uma série de desafios inéditos, inclusive para os modelos de gestão corporativa. A Consumidor Moderno tornou-se especialista em entender essas mutações e identificar tendências. Como um ecossistema de conteúdo multiplataforma, temos o inabalável compromisso de traduzir essa expertise para o mundo empresarial assimilar a importância da inserção do consumidor no centro de suas decisões e estratégias.

A busca incansável da excelência e a inovação como essência fomentam nosso espírito questionador, movido pela adrenalina de desafiar e superar limites – sempre com integridade.

Esses são os valores que nos impulsionam a explorar continuamente as melhores práticas para o desenho de uma experiência do cliente fluida e memorável, no Brasil e no mundo.

A IA chega para acelerar e exponencializar os negócios e seus processos. Mas o CX é para sempre, e fará a diferença nas relações com os clientes.

CAPA: Rhauan Porfírio
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