Neste final de semana, acontece o Grande Prêmio de Fórmula 1 de São Paulo, marcando a 21ª etapa da temporada de 2025. Para os brasileiros, a chegada dos pilotos não é novidade. O ídolo Ayrton Senna inspirou milhares de espectadores a acompanharem cada corrida e, quem sabe, se tornar o próximo campeão brasileiro. Em seguida, outros pilotos como Felipe Massa, Rubens Barrichello e o novato Gabriel Bortoleto já representaram o País nas pistas.
Criada oficialmente em 1950 pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a competição passou a reunir diferentes Grandes Prêmios que aconteciam na Europa. No entanto, com diretrizes rígidas sobre como os carros deveriam ser montados. Além de promover uma competição mais equilibrada entre as equipes, a medida também promoveu maior inovação a partir de certas limitações.
Pilotos como Ayrton Senna, Alan Prost, Niki Lauda, Michael Schumacher, Max Verstappen, Fernando Alonso e Lewis Hamilton são apenas alguns dos nomes que se destacaram nas pistas nas últimas décadas.
Porém, mais do que um esporte, a Fórmula 1 é uma história de negócio. Inúmeras marcas patrocinam o evento a cada ano, enquanto uma forte estratégia de conteúdo é responsável por engajar milhares de fãs em todo o mundo. Como destaca o podcast Aura, a história da Fórmula 1 acompanha a evolução da mídia.
Profissionalização da Fórmula 1
No episódio “Fórmula 1”, os apresentadores Lucas Abreu e Luiz Alvaro resgatam essa jornada cheia de altos e baixos e reviravoltas – assim como as próprias corridas. Na década de 1950, eram cerca de cinco corridas no ano, principalmente motivadas pela paixão das equipes pelo automobilismo. Na época, ainda não existia patrocínio, e mesmo o prêmio dos vencedores era irrisório.
Com o passar dos anos, mais corridas passaram a ser realizadas conforme mais equipes ingressavam na competição. O podcast conta essa evolução e as principais figuras que profissionalizaram a Fórmula 1, encarando as corridas como oportunidades de rentabilidade.
E, se inicialmente, as corridas da Fórmula 1 eram transmitidas pelo rádio, a chegada da televisão conquistou ainda mais fãs, multiplicando a audiência em cinco vezes na década de 1980. Com a internet, o streaming e as redes sociais, a competição alcança um potencial sem limites.
A revolução da Fórmula 1
O ponto alto do episódio é a chegada da Liberty Media, em janeiro de 2017. A empresa comprou o controle da Fórmula 1 por US$ 8 bilhões. Na época, a competição tinha um bom engajamento com um público de entretenimento premium, mas perdia relevância a cada ano. De 600 milhões de espectadores em 2008, a audiência caiu pra 450 milhões em 2013.
Assim, a Liberty Media passou a focar a presença da Fórmula 1 nos canais digitais, por meio das redes sociais. Em 4 anos, a base de seguidores no canal oficial da F1 passou de 7,7 milhões para 35 milhões. Mais do que isso, a empresa abriu caminho para que as próprias equipes criassem seu próprio engajamento com os fãs.
Já em 2019, a Netflix lançou a série Drive to Survive, documentário que acompanha os bastidores da temporada da Fórmula 1. Algo que os espectadores não têm acesso durante as transmissões das corridas.
Quer saber mais dessa história? Não deixe de conferir o episódio do podcast Aura e ficar por dentro dessa história bilionária!
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Vendo
Um dos maiores nomes da publicidade brasileira, Marcello Serpa abre as portas de sua trajetória em Vendo. A obra mescla memórias, campanhas icônicas e reflexões sobre o poder das ideias.
O livro não é apenas um portfólio de sucessos – é um manifesto sobre autenticidade, liberdade criativa e o preço de “vender” sem “se vender”.
Na obra de Julius Wiedemann, Serpa compartilha bastidores da ALMAPBBDO, sua saída do mercado e como passou a enxergar valor além dos prêmios. Conhecer a história de Marcello Serpa é também entender os a formação e evolução da publicidade brasileira.
O fenômeno NVIDIA
Na semana passada, a NVIDIA inaugurou o clube exclusivo de empresas avaliadas em mais de US$ 5 trilhões. E não é à toa: seus chips e GPUs estão por trás do desenvolvimento das IAs mais avançadas do mundo.
Quais são os segredos para esse sucesso? É o que o jornalista Tae Kim explora no livro O fenômeno NVIDIA. Com mais de 100 entrevistas realizadas, o autor traça a impressionante jornada dessa empresa que soube se reinventar a partir das escolhas corretas.
Entre altos e baixos, a NVIDIA – que até então era mais reconhecida pelo público gamer por suas peças para computadores – mostra que o pioneirismo não é sinônimo de liderança. E que, para se manter na vanguarda, é preciso inovar constantemente.





