A Aramis Inc., house of brands das marcas Aramis, Urban e Aramis Next, com sede em São Paulo, lança a A.R.A, ou Agente Robótica Aramis. Essa solução de IA para o RH, desenvolvida 100% internamente pela área de Talentos e Transformação, apoia a seleção de talentos em processos de atração e recrutamento no varejo brasileiro.
Idealizada sob liderança de Eliane Pellegrino, CHRO da Aramis Inc., a A.R.A prioriza o uso da Inteligência Artificial para potencializar o humano, sem substituições. “A A.R.A. surgiu de uma inquietação muito clara dentro da área de Talentos e Transformação: como tornar o RH ainda mais estratégico, otimizando etapas operacionais do processo seletivo sem perder o olhar humano? Partimos da premissa de que tecnologia deve potencializar pessoas”, afirma a executiva.
Assim, a área mapeou as competências críticas, analisou o histórico de contratações e performance para estruturar a solução. “A A.R.A. é uma consultora interna de atração, alinhada à nossa cultura e aos nossos critérios de sucesso. Foi um processo colaborativo, envolvendo tecnologia, liderança e RH, para garantir que a ferramenta nascesse integrada à realidade da companhia e não como um projeto isolado”, detalha Eliane.

“A A.R.A. surgiu de uma inquietação muito clara dentro da área de Talentos e Transformação: como tornar o RH ainda mais estratégico, otimizando etapas operacionais do processo seletivo sem perder o olhar humano?”
Eliane Pellegrino, CHRO da Aramis Inc.
A.R.A. na prática: eficiência no dia a dia do RH
Na rotina da Aramis, a IA no recrutamento evolui os papéis: a ferramenta atua como consultora interna de atração, liberando profissionais de Talentos para funções estratégicas. Isso amplia o repertório da equipe e devolve tempo aos líderes para escuta ativa e conexão com candidatos.
“Já percebemos evoluções importantes na organização e na consistência do processo. A triagem se torna mais estruturada e baseada em critérios objetivos, o que contribui para reduzir vieses inconscientes e qualificar as análises. Isso tende a tornar as etapas mais ágeis e a aumentar a qualidade das shortlists apresentadas aos líderes. Para o candidato, o processo se torna mais fluido, com interações mais rápidas e maior clareza ao longo da jornada”, complementa Eliane.
Mudança na lógica do recrutamento tradicional
A A.R.A. substitui a triagem manual exaustiva por recomendações inteligentes de IA, analisando fit cultural e competências técnicas em segundos. Gestores recebem diagnósticos de pontos fortes e riscos, acelerando contratações no varejo de moda.
“A A.R.A. posiciona o gestor em um novo patamar no processo de contratação, permitindo uma participação estruturada desde o início e acesso a informações organizadas e insights estratégicos. O principal diferencial para o gestor é a autonomia, a flexibilidade e a velocidade: o processo passa a ser 100% de responsabilidade da liderança, que acompanha e valida todas as etapas a qualquer hora e de qualquer lugar, com mais protagonismo. Isso fortalece a corresponsabilidade da liderança na formação dos times e contribui para uma cultura de decisão mais consciente e orientada por dados”, explica Eliane.
Capacitação e diversidade geracional na Aramis
Para a adoção estratégica da novidade, lideranças participam de workshops e trilhas de desenvolvimento. Já o programa de estágio agora foca em IA aplicada ao varejo brasileiro, valorizando diversidade de gerações.
“Entendemos essa pluralidade como uma fortaleza para o negócio. Sabemos que níveis de familiaridade com tecnologia e IA podem variar, por isso a implementação da A.R.A. foi acompanhada de iniciativas de capacitação, comunicação transparente e uso assistido da ferramenta. Mais do que a tecnologia em si, o foco está no mindset da companhia e em estimular aprendizado contínuo, colaboração entre áreas e decisões mais estruturadas. A ferramenta respeita os diferentes modelos organizacionais e agendas de governança existentes, atuando como um suporte ao processo e não como substituição da análise humana, que permanece central”, esclarece a executiva.
Eliane destaca que gerações Z e Millennials trazem familiaridade com IA, mas o desafio é aplicá-la estrategicamente. “Muitos candidatos dominam o uso operacional, mas ainda precisam evoluir em pensamento crítico, interpretação de dados e capacidade de transformar informação em decisão. Por isso, para o primeiro emprego, valorizamos não apenas conhecimento técnico, mas principalmente adaptabilidade, mentalidade de aprendizado contínuo e capacidade de conectar tecnologia a impacto real dentro da organização”, conclui.
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