Preguiçosa, imediatista, sem comprometimento, difícil de gerenciar. Os rótulos destinados à Geração Z dentro do mercado de trabalho já viraram quase um consenso entre líderes e gestores. Mas a verdade é que essa narrativa conveniente mascara um problema que tem origem exatamente em quem coloca esses rótulos.
Líderes trabalhando em sistemas de gestão antigos e formados em culturas onde informação era poder, não algo a ser compartilhado, agora precisam engajar uma geração que cresceu com dados na palma da mão, feedback instantâneo e total transparência sobre o que acontece no dia a dia – desde o resultado de uma postagem nas redes sociais até pedidos em aplicativos de delivery.
“Muitas empresas ainda não entenderam que a nova geração exige outra forma de liderar, com dados, feedbacks, caminhos claros. Também não levam em consideração a relação que essas pessoas têm com o instantâneo, de quererem tudo hora. Quando precisam alcançar um objetivo de longo prazo, se frustram. Quando trabalham em uma estrutura que não tem transparência, desengajam”, explica André Godoy, CEO e fundador da Viva Tech.
O resultado disso é que apenas 51% dos colaboradores globais confiam em seus CEOs e 34% estão engajados, segundo dados da Gallup.
Foi exatamente a partir dessa realidade que a Viva Tech decidiu olhar para o cenário desafiador enfrentado pelas empresas de outra forma: e se o que falta não for disposição do colaborador, mas clareza, transparência e tecnologia para que ele consiga, de fato, trabalhar e entregar o que se espera dele?
O choque de gerações que as empresas ainda ignoram
Na prática, o maior desafio das lideranças atualmente é mobilizar pessoas e alinhar times em torno de objetivos comuns sem depender da tradicional autoridade formal – postura que surte cada vez menos resultado junto a uma geração que está mais preocupada com o próprio futuro do que em “vestir a camisa da empresa”.
Para André Godoy, parte da solução está em uma comunicação transparente sobre metas, indicadores, desempenho e recompensa. Afinal, um colaborador que passa semanas sem saber se está indo na direção certa, sente que trabalha no “escuro” e não se engaja.

“Chega uma hora que somente pessoas não é suficiente. A tecnologia tem que estar a favor de uma mudança no perfil da liderança, apoiando a visibilidade da jornada de trabalho com objetivos claros, acompanhamento e transparência sobre o que e como está sendo medido”, afirma André.
Na contramão de reuniões pouco produtivas, planilhas e tarefas que ficam apenas na memória dos gestores, a solução da Viva Tech foi construída para facilitar a troca entre as diferentes gerações dentro das empresas.
Investir em transparência para o colaborador não é custo operacional, é estratégia de retenção, performance e crescimento – André Godoy, fundador e CEO da Viva Tech.
Uma jornada digital do começo ao fim
Com o apoio de tecnologia de ponta a ponta, a plataforma traz transparência para o trabalho diário, principalmente em funções com remuneração variável.
Funciona assim: no início do mês o colaborador recebe uma cartilha com todas as suas metas, os indicadores pelos quais será avaliado e as regras de cálculo para remuneração – e dá um aceite eletrônico confirmando que compreendeu.
Ao longo do mês, um motor de integração coleta dados de todos os sistemas que a empresa já usa (CRM, controle de ponto, plataformas de treinamento) e os consolida em um painel acessível ao colaborador. Ele acompanha, em tempo real, como está evoluindo em relação a cada indicador, quais os pontos a melhorar e qual é a projeção para o fechamento do mês.
Em paralelo, a Inteligência Artificial compara o desempenho do colaborador com o dos melhores da equipe e oferece insights práticos para melhorar a performance. No final do ciclo, o colaborador revisa seu resultado, pode contestar pontos, tirar dúvidas e dar outro aceite – o que gera um registro auditável completo para a empresa.
“Além da empresa ganhar uma segurança jurídica sobre a remuneração variável paga, todo mundo passa a estar na mesma página. Enquanto os líderes determinam indicadores e o que é preciso para que a empresa atinja o resultado esperado, a tecnologia apoia na comunicação e na entrega de dados, que é normalmente o gargalo da gestão com os mais jovens”, explica André Godoy.
Resultados reais
As mudanças práticas da comunicação transparente nas operações são visíveis desde os primeiros meses de implementação. Um dos impactos mais imediatos é o desempenho dos colaboradores recém-contratados: com a clareza de metas e o acompanhamento contínuo, o tempo para que eles melhorem o desempenho de forma consistente é significativamente menor.
André Godoy também destaca uma redução de cerca de 5% nos erros operacionais no pagamento da remuneração variável – que antes aconteciam por falhas humanas ou, em alguns casos, fraudes nas planilhas usadas para calcular os valores.
O impacto na segurança jurídica é outro ponto que chama a atenção. Uma empresa-cliente da Viva Tech com atuação no setor de Call Center perdia grande parte dos processos trabalhistas relacionados à remuneração variável por não conseguir comprovar como os cálculos tinham sido feitos.
“Com a nossa solução, 100% das defesas foram a favor da empresa. A jornada de aceites eletrônicos cria um registro auditável de tudo que foi combinado, calculado e pago a partir do momento em que o colaborador entende, concorda e assina digitalmente em cada etapa”, afirma o CEO da Viva Tech.
Viva Cash é novidade que promete ainda mais impacto
Após resolver a questão da transparência e da visibilidade dentro das empresas, agora a Viva Tech quer resolver o descompasso do comportamento imediatista das novas gerações frente à lentidão dos sistemas de remuneração.
“Hoje, o colaborador precisa esperar, em média, de 40 a 50 dias para receber o pagamento. Se ele comparar a sua experiência com a de um motorista de aplicativo, que recebe logo após cada corrida, essa demora para remuneração é uma fonte de frustração real. A expectativa é que a experiência de receber seja tão simples e ágil quanto qualquer outra do dia a dia”, analisa.
Recém-lançado no mercado, o Viva Cash permite que o colaborador antecipe, pelo aplicativo, uma parte do valor que já conquistou e que não pode mais perder. A operação, que realiza a transferência na hora via Pix, funciona como cessão de crédito, não como um empréstimo – o que garante a segurança jurídica para as empresas e evita que o trabalhador se endivide.
“A gente entrega um benefício que não endivida o colaborador. São antecipações curtas, de valores que ele já tem para receber, e logo depois ele já recebe o ciclo completo. É muito melhor do que recorrer a crédito rotativo ou consignado por uma necessidade momentânea”, explica André.
Dessa forma, além de melhorar a comunicação com os colaboradores, as empresas passam a construir uma relação de confiança – algo essencial para criar engajamento junto as novas gerações.
Autogestão, transparência e confiança como novo padrão
É nesse sentido que a Viva Tech pretende apostar cada vez mais em um modelo no qual o colaborador cuida da sua própria performance com dados em mãos, e o líder foca nos casos que estão “fora da curva”. Menos microgestão, mais autonomia. Menos ruído, mais resultado.
Com 100% de retenção de clientes desde o lançamento e uma expansão planejada para médias e pequenas empresas, a empresa que está há dois anos no mercado quer provar que engajar a nova geração não exige mudar quem ela é, mas sim dar a ela o que sempre pediu: clareza, transparência e o valor do seu esforço, no momento em que importa.





