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Responsabilidade social para além da publicidade

Responsabilidade social para além da publicidade

Sitel Group entrega valor real para a sociedade e colaboradores, a partir de iniciativas com foco em diversidade e inclusão
Legenda da foto

Entre as maiores demandas corporativas do século XXI está a entrega de valor à sociedade – formada por consumidores cada vez mais atentos com o comprometimento das organizações no que tange às pautas de responsabilidade social.

E, enquanto a maioria peca por exercitar a diversidade apenas em publicidade e posts do Instagram, há companhias que a encaram o tema como o meio e o fim. É o caso do Sitel Group, que hoje conta com um quadro equilibrado de colaboradores em seus sites, onde as mulheres representam 52% de toda a empresa. E não para por aí.

“Somente no Brasil temos mais de 4.500 colaboradores. Somos amarelos, indígenas, pardos, pretos, brancos, além dos refugiados que, juntos, somam aproximadamente 800 profissionais. Estamos crescendo nosso número de Pessoas com Deficiência (PCDs) e a cada ano nossas ações no eixo da educação sobre a diversidade se intensificam, porque não queremos vender só tecnologia, queremos participar da ascensão de todo um país”, ressalta Natália Berce, Gerente de Comunicação Interna de Responsabilidade Social da Sitel Brasil.

A empresa emprega mais de 160 mil funcionários em nível global e, por aqui, vem se preparando para um novo desafio: a contratação de pessoas com deficiência auditiva severa. Essa operação requer tanto adaptações estruturais quanto culturais.

A transformação começa em casa

No mundo corporativo, o novo pode gerar alguns receios, por isso, muitas vezes a contratação de pessoas com limitações físicas nem diz respeito ao preconceito, de fato, mas à inabilidade em lidar com o diferente.

Limitações visuais e auditivas são aquelas que mais desafiam a convivência entre gestores e colaboradores no dia a dia de trabalho. Por isso, para tornar a chegada destes funcionários mais confortável para todos, em 2020 a companhia passou a promover eventos com as lideranças com o objetivo de educar.

“O que a gente percebe é que líderes e gerências se sentem, antes de tudo, inseguros, especialmente por não saberem como receber estas pessoas. Isso é natural, afinal, a sociedade, no todo, ainda está aprendendo como chamar, por exemplo, um colaborador trans. Agora, estamos focados em eventos específicos para que aprendam a receber pessoas com limitações auditivas com workshops de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras), entre outras dinâmicas para ensiná-los como podem melhorar a vida de PCDs”, explica.

Estrutura

Hoje, a Sitel Brasil emprega em seu quadro um time com deficiências visuais, parcialmente auditivas e de mobilidade, com uma estrutura desenhada para suas necessidades. Há rampas para a livre circulação de cadeirantes por todos os seus sites e faixas para deficientes visuais caminharem sem a ajuda de outros colaboradores.

“Antes de contratá-los, a Sitel investiu em cursos para que as pessoas com deficiência visual pudessem se tornar massoterapeutas para os nossos colaboradores. Na pandemia optamos por mantê-los em casa para maior proteção, mas eles continuaram ativos, promovendo uma série de conteúdos em vídeo que circularam em nossa intranet para nos ensinar a fazer automassagem, alongamento e ginástica laboral”.

Aliás, este time é muito querido e está na “mira” de todos, afinal, quem não gosta de uma boa massagem, não é mesmo?

50+

Quando a pauta é maturidade, 63 colaboradores formam o time das pessoas com mais de 50 anos, número que tende a crescer no planejamento dos recrutadores da companhia.

“É um público muito comprometido que, quando está no mercado de trabalho tem a autoestima melhorada, sentem-se mais empoderados quando percebem seus avanços no conhecimento com a tecnologia. Na Sitel, tanto aprendizes quanto as pessoas de 60 anos podem, inclusive, se inscrever em outras áreas para participar de novos processos vigentes dentro da empresa. A vida tem muito a lhes apresentar e coisas novas para aprenderem”, considera a gestora.

Dia da Beleza

No mês da mulher (março) e no Outubro Rosa, o Sitel Group promove encontros de beleza voltados às colaboradoras trans e cisgênero cujos gerentes identificam que vêm passando por problemas de baixa autoestima.

No pacote, as selecionadas passam por um dia de transformação no salão de beleza que, ao final, rende um book fotográfico.

“Os feedbacks são sempre incríveis, elas se sentem hipervalorizadas. Um caso que nos emocionou muito foi o de uma colaboradora que perdeu o marido. Ela nos contou que há muito tempo não sorria e não passava um batom, e que o dia a fez relembrar um sentimento de alegria que por muito tempo ela não tinha”.

Programa Diversidade e Inclusão

O ano promete tornar o Grupo Sitel uma das maiores referências de mercado na área de Responsabilidade Social com a união de todas as iniciativas relativas ao cuidado com as pessoas no novo Programa Diversidade e Inclusão.

A companhia vem montando um portfólio com rodas de conversa e campanhas de conscientização mensais para dialogar com todos os colaboradores a fim de entender como inserir ainda mais todas as pessoas no contexto empresarial.

“Vamos falar sobre refugiados, sobre a questão racial, aceitação dos corpos e o erro das comparações, os perigosos gatilhos proporcionados pelas redes sociais e o mundo aparentemente perfeito que elas vendem porque entendemos que educar nossas pessoas é parte fundamental do processo com foco na transformação da sociedade no todo”, conclui a executiva.

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