Se alguém ainda tinha dúvida de que as marcas querem fazer parte da vida real dos consumidores, bastava dar uma volta pelo gramado da Mercado Livre Arena Pacaembu, que estava mais amarelo do que nunca, no último domingo (24).

Foto: Luana Parola.
Entre filas para fotos, ativações espalhadas pelo estádio, celulares gravando cada momento e milhares de fãs cantando em coro os sucessos de Ana Castela, Lauana Prado, Murilo Huff e Hugo Henrique, o Mercado Livre realizou a maior edição do Meli Music, seu festival próprio, até agora.
O evento marcou a estreia do evento no gramado da Arena. Depois de duas edições realizadas no Mercado Pago Hall, espaço menor dentro do complexo, a marca decidiu dar um grande passo e levar a experiência para um público muito mais amplo.
A aposta não era pequena. Quando anunciou a nova edição do festival, em janeiro, o Mercado Livre falou em reunir mais de 20 mil pessoas em uma edição totalmente dedicada ao sertanejo. Na época, a escolha do gênero foi explicada pelos dados: segundo levantamento apresentado pela empresa, 73% dos brasileiros gostam de sertanejo e 83% acreditam que o ritmo representa a cultura do País.
Do sonho à realidade

Foto: Consumidor Moderno.
Iuri Maia, diretor de Estratégia de Marca do Mercado Livre, conta que levar o Meli Music para o gramado é um objetivo que vem sendo construído desde as primeiras edições.
“Já tínhamos esse sonho desde aquela época. Começamos a planejar, estruturar e entender como trazer os parceiros junto e levar o festival para o campo.”
O gramado recebeu milhares de pessoas, enquanto ativações de marca, espaços instagramáveis e experiências interativas ajudavam a transformar o festival em algo maior do que uma sequência de apresentações musicais.
“O palco ficou lindo, os artistas estão felizes, realmente comprando a nossa ideia, isso é importante também. Estamos muito felizes”, completa.
Territórios de experiência
O Mercado Livre tem investido cada vez mais em iniciativas que extrapolam a compra online. Não é à toa que a empresa comprou o naming rights e batizou o estádio do Pacaembu, criou eventos proprietários e passou a ocupar territórios como esporte, cultura e entretenimento. “Se a experiência começa no aplicativo, ela não precisa terminar ali“, reforça.



“A nossa experiência nasce no digital, começa no app. Depois a gente tangibiliza com a caixa e com a van na rua. E aí nasceu também essa experiência física da Arena e do Meli Music acontecendo aqui dentro”, explica Iuri.
Em outras palavras: a mesma marca que aparece na tela do celular também quer estar presente nos momentos que geram lembranças. No caso do Meli Music, a música funciona como ponto de encontro. O aplicativo, as entregas, a Arena e o festival passam a fazer parte de uma mesma narrativa, em que o relacionamento com o consumidor deixa de acontecer apenas durante a compra.
Memórias como principal entrega
Quando questionado sobre o que espera que o público leve para casa após o evento, Iuri não falou sobre números ou itens colecionáveis. Falou sobre memória.
“Qualquer experiência que seja, um show, uma ativação, uma experiência online ou offline, o nosso objetivo é sempre deixar nossos consumidores e clientes satisfeitos”, destacou. “A gente quer que as pessoas saiam daqui hoje com a sensação de que viveram uma experiência incrível e voltem para casa com muitas memórias.”
Ao transformar um sonho de expansão em um festival para milhares de pessoas, o Mercado Livre mostrou que, em um mundo cada vez mais digital, algumas das conexões mais valiosas ainda acontecem ao vivo e é assim que você conquista ainda mais quem sempre esteve do outro lado da tela.





