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Jornada híbrida: 65% dos trabalhadores preferem regime flexível

Jornada híbrida: 65% dos trabalhadores preferem regime flexível

Pesquisa mostra que os trabalhadores têm preferência pelo regime híbrido e sentem falta do escritório

No começo da pandemia, com a obrigatoriedade do regime de home-office, muita gente ficou contente: menos horas de deslocamento entre o trabalho e a casa, trabalhar no conforto do lar, com roupas mais leves, entre outras coisas. No entanto, alguns meses depois, as pessoas começaram a sentir falta do escritório, o que levou o mercado a voltar os olhos para a jornada híbrida.

Uma pesquisa da Zoom Vídeo Communications destaca que as pessoas estão cada vez mais interessadas em, no final da pandemia, assumir um regime de trabalho híbrido. E as empresas também têm adotado essa jornada, adaptando o ambiente de trabalho às necessidades tanto da empresa quanto dos colaboradores.

Embora a pesquisa tenha entrevistado trabalhadores remotos nos Estados Unidos, as respostas se assemelham à realidade vivida por grande parte dos colaboradores aqui no Brasil. A Zoom realizou uma parceria com a SurveyMonkey e entrevistou ao todo mais de 1500 pessoas.

A jornada híbrida é mais no escritório, em casa ou em ambos?

O trabalho híbrido será uma realidade, sobretudo por parte da exigência dos trabalhadores. O estudo mostra que 65% das pessoas que trabalharam de forma remota em 2020 apontam que o modelo que alterna o trabalho em casa e no escritório seria o ideal. Além disso, mais da metade (66%) dos colaboradores também destacou que espera ansiosamente pela volta ao trabalho presencial.

Agora, com relação à divisão de tempo entre a casa e o escritório, as porcentagens são bastante próximas. Entre os entrevistados que indicaram o modelo híbrido como ideal, 33% preferem que a maior parte da jornada seja feita de forma presencial, ao passo que 32% optam um período maior em home-office. E a pesquisa mostra que essa preferência tem bastante relação com a idade, visto que colaboradores mais jovens (entre 18 e 34 anos) preferem o ambiente do escritório, ao passo que os trabalhadores com mais de 65 anos costumam gostar mais de trabalhar em casa.

Apenas 35% dos entrevistados optam por um regime fixo — seja dentro de casa ou no escritório — e, entre eles, a maior parte (20%) prefere trabalhar somente no escritório, contra 15% que preferem o ambiente de casa.

O que ainda precisa ser feito para trabalhar em casa?

De acordo com a pesquisa, ainda que a maioria das pessoas opte pelo regime híbrido, a parte da jornada que fica dentro de casa ainda passa por dificuldades. E visto que os colaboradores que preferem trabalhar a maior parte do tempo sob regime de home office é quase a mesma dos que preferem o escritório, as empresas precisam ter todo o equipamento necessário à flexibilização, o que significa também investir em mudanças.

A exemplo da opinião dos trabalhadores com relação às reuniões online ou presenciais, por exemplo, a pesquisa notou discordâncias. Para reuniões de grandes grupos, 61% dos colaboradores preferem que o meio seja online, em contraposição a 31% dos entrevistados que têm preferência por realizá-las nos escritórios. Para as pequenas reuniões de projetos ou com poucas pessoas, em equipes menores, a diferença é muito pequena entre ir ao escritório (51%) ou fazê-las de casa (49%).

O estudo mostra que apenas para reuniões que atendem novos clientes há uma preferência mais expressiva ao presencial (69%). Sendo assim, garantir equipamentos necessários para possibilitar reuniões por áudio ou vídeo em boa qualidade é mais do que necessário para empresas que adotem a jornada híbrida.

As mulheres são mais adeptas ao home-office?

A pesquisa mostra que sim. Segundo o levantamento do Zoom, 44% dos homens preferem ir ao escritório para reuniões de grandes grupos em contraposição a 33% das mulheres. O mesmo ocorre para reuniões de pequenas equipes (54% para eles e 48% para elas) e em frente a um grupo (60% versos 47%).

Isso tem alguns motivos mais pessoais. Um deles está bastante relacionado com a rotina dos filhos e da casa, da qual a maior parte das mães acompanha mais do que os pais, segundo pesquisa do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), organismo da Organização das Nações Unidas (ONU). Ainda assim, esse dado não necessariamente traz vantagens: o levantamento mostra que durante a pandemia houve ainda mais acúmulo de trabalho para as mulheres.

Ainda assim, estar em casa auxilia o processo das tarefas domésticas e possibilita um maior tempo de convivência com os filhos.

No fim, a pesquisa analisou que o regime híbrido será essencial para melhorar a produtividade dos trabalhadores, mas representa também um desafio de adaptação para as empresas, sobretudo para investimento em ferramentas que possibilitem que essa jornada ocorra sem problemas.


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