Ainda assim, com a prerrogativa de tornar a experiência do usuário a mais simples e prática possível, o site criado por Mark Zuckerberg restringe as ações em curtir, comentar e compartilhar os posts.
Acontece que há certo clamor na web para que se criem novas e variadas maneiras de expressar posições e sensações na rede social, incluindo o tão famoso botão “dislike”, que não existe, mas é sempre “cobrado” pelos usuários.
Finalmente o CEO do Facebook falou sobre o assunto ontem (11), numa apresentação, na sede da empresa. “Precisamos descobrir o caminho certo para fazer isso e que este botão seja feito para o bem e não para o mal”, afirmou. O medo do executivo é que essa função seja utilizada para gerar sentimentos negativos. Para ele, o termo “dislike” talvez não seja o ideal.
Mark Zuckerberg também defendeu a política de nomes reais para os usuários do Facebook. Para ele, a identificação através dos nomes legais das pessoas incentiva a prestação de contas entre os usuários. “É parte da construção de uma comunidade segura”, disse ele. “No Facebook, a maioria das pessoas referem a si mesmas pelo seu verdadeiro nome e isso é uma parte muito importante da nossa cultura”, finalizou.
Veja o vídeo em que Mark fala sobre o botão “dislike”:
* Via Adnews





