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Coopetalismo

Coopetalismo

A proposta deste artigo é a de apresentar um caminho para um futuro preferível, que escolhi desenhar a partir de três passos

Qual é o mundo que queremos? Como será o futuro que esperamos deixar para as novas gerações? Começar com essas perguntas me pareceu importante porque não se trata de pensar em conceitos teóricos com propostas vazias, mas em refletir sobre o mundo no qual desejamos viver.

Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo. Dentro do método de desenho de futuros há distintos cenários: o possível, o plausível, o provável e o preferível. A proposta deste artigo é a de apresentar um caminho para um futuro preferível, que escolhi desenhar a partir de três passos, que começa pela consciência de “por que estamos onde estamos” (atenção), para então refletir sobre “como e para onde queremos ir” (intenção e direção).

1. Atenção

Por que precisamos de uma nova proposta? Quais sinais nos mostra a necessidade de um novo cenário? Ampliar a consciência possibilita identificar a origem dos problemas, e questioná-los. Olhar em retrospectiva nos leva a aproveitar os aspectos positivos do que foi construído ao longo dos anos, e diluir os negativos, ainda por resolver. Iluminarei alguns principais, colocando-os em perspectiva, começando pela desigualdade socioeconômica.

É simplesmente insustentável manter um sistema em que “A taxa de acumulação de renda é maior do que as taxas de crescimento econômico”, segundo comprova Thomas Piketty, economista francês, no seu livro

O Capital no século XXI. Segundo ele, é preciso diluir a concentração do capital nas mãos de poucos, instaurando um modelo de taxação aos mais ricos, que possibilite sua melhor distribuição. A base para esta acumulação vem do conceito da Mais-valia, termo cunhado por Kark Marx, que significa a diferença entre o valor final do produto e a soma dos custos dos meios de produção e do valor do trabalho. Essa diferença é a base do lucro no sistema capitalista. Ou seja, a empresa enriquece às custas da exploração do trabalho de seus funcionários.

Esta prática é a que vem sendo adotada pelas plataformas sob demanda (Uber, por exemplo), causado críticas sobre sua sustentabilidade. A falta de uma regulamentação trabalhista que ofereça benefícios e direitos aos seus colaboradores acaba por promover o crescimento dos empreendedores às custas da exploração das pessoas que os servem, em uma relação desequilibrada empresa-trabalhador. É aí onde mora o sério risco de a economia compartilhada potencializar ainda mais a desigualdade socioeconômica. Para mudar isso dependemos de uma intenção genuína por detrás. A era do compartilhamento tem o potencial para ser um possível trampolim para um modelo mais sustentável, se regularizado, para que seu lado positivo seja reforçado – o de oferecer novas formas de trabalho, e distintas formas de remuneração sob demanda (chamada de Gig economy, ou economia freelancer). A decisão entre ser o mocinho-do-trampolim, ou o vilão-da-desigualdade dependerá da resposta dada a esta questão.

Na mesma linha, mas com o foco em criar medidas mais sustentáveis contra a mudança climática, há um movimento fundamentado por 27 economistas ganhadores do prêmio Nobel (dentre eles: Richard Thaler, George Akerlof, Robert Shiller e Daniel Kahneman), que não apenas defendem, como assinaram uma declaração sobre a necessidade de taxação do carbono. Estas taxas propostas podem ser revertidas ao bem comum, se bem intencionadas, como veremos mais adiante.

2. Intenção

Calibrar a intenção é fundamental para direcionar os sinais vistos no contexto anterior para um bom caminho. A partir do exposto, fica clara a necessidade de uma abordagem diferente, que traga uma melhor distribuição do capital, oferecendo mais igualdade socioeconômica. Por exemplo, como a cobrança mais incisiva de impostos, a partir destas duas propostas anteriores reduziria a desigualdade?

Convertendo os impostos em um conceito já amplamente discutido, e que tem sua origem em um panfleto intitulado Justiça Agrária, publicado em 1796 por Thomas Paine: a Renda Básica Universal. E como a economia do compartilhamento pode ser um trampolim positivo para a economia? Ao estabelecer regras claras, com garantias regulamentadas que impeçam a exploração do lado mais fraco da balança. Além de aproveitar o seu conceito mais amplo.

Sua perspectiva vai além das já conhecidas plataformas sob demanda (Uber, Airbnb, etc). O termo representa também as atividades de base, que vão desde cooperativas, comunidades de financiamento coletivo, o movimento maker (movimento social que permite aos indivíduos criarem produtos, desafiando os sistemas dominantes da manufatura industrial em larga escala), e até browsers que fazem uso de criptomoedas.

Estamos na transição entre a Web 2.0 e a Web 3.0. Enquanto a Web 2.0 é de propriedade central, a Web 3.0 envolve a governança da comunidade, como as DAOs (Organizações autônomas descentralizadas). Ou seja, enquanto na Web 2.0 os seus dados eram usados para você ter acesso “gratuito” a serviços (na verdade você está pagando pelo serviço com seus dados), na Web 3.0 se inicia a possibilidade de você receber por eles (há o reconhecimento da propriedade dos seus dados, impulsionado pelas discussões de privacidade e violação dos dados). As moedas virtuais têm servido para oferecer algo em troca do seu acesso (e do fornecimento dos seus dados). Sim, os seus dados, que são fornecidos diariamente a diferentes plataformas, que os usam de acordo com seus interesses.

Se saímos da era da posse (produtos) para a era do acesso (serviços), podemos saltar para a criação de uma plataforma que se baseie mais na cooperação entre as pessoas e menos em um sistema dependente da relação empresa-funcionário. Que tenha como pilares, portanto, o senso de comunidade, a sustentabilidade e a expansão da igualdade, e a privacidade dos nossos dados. Um modelo que substitua o atual – centrado nas empresas e no governo, com foco no acúmulo de capital para poucos, e que desafie o conceito de crescimento econômico, defendido por Piketty, substituindo o verbo “crescer” por “prosperar”, como defende a “renegada” economista, Kate Raworth (como ela mesma se define). Com esta intenção calibrada poderemos dar o salto do cenário preferível, para o possível.

3. Direção

Ao combinar diversos princípios e mecânicas já em uso, será possível direcionar a economia compartilhada para não apenas ressignificar o capitalismo, mas para inaugurar um modelo mais orgânico, interdependente, descentralizado, transparente e sustentável. E que, em um futuro mais distante, possa já não depender do capital.

Neste cenário preferível e (ainda) fictício, a economia da oferta-e-demanda ainda será válida, mas em um ambiente onde todos se beneficiam, a caminho da igualdade socioeconômica. Das plataformas herdaremos o seu princípio básico de funcionamento: o de criar uma rede de servidores de um lado, conectado a uma rede de usuários do outro. Mas ampliaremos sua abrangência para uma escala muito maior, interligando a todos nós, e nos transformando em agentes que se ajudam mutuamente.

Se notarmos, a pandemia permitiu que isso acontecesse de maneira informal e em pequena escala. Voluntários sensibilizados ajudam os idosos vizinhos a fazerem suas compras de supermercado ou compararem remédios na farmácia. Neste sistema interligado, em um momento é você quem serve e, em outro, é quem pode ser servido. Porque você pode ser um usuário por ter uma necessidade, e um servidor por ter determinada capacidade.

O sistema se basearia no protocolo de confiança e segurança da tecnologia blockchain (Web 3.0), que funciona a partir de transações ao invés de base de dados, respeitando a privacidade dos mesmos. As transações deste sistema vão sendo registradas conforme o uso, tomando emprestada a mecânica de avaliação das plataformas: Quem é atendido pode avaliar o servidor, e quem serviu também pode avaliar quem foi atendido. Este serviço é remunerado dentro do sistema, através de criptomoedas que podem ser trocadas por outros serviços dentro do próprio sistema, ou por descontos em lojas, supermercados, com quem há acordos estabelecidos.

Os estabelecimentos seriam recomendados por geolocalização, com o objetivo de incentivar os pequenos negócios e o mercado local, diminuindo a necessidade de grandes deslocamentos (menos emissões). Quanto mais se usa o sistema, mais acessíveis se tornam os produtos que necessitamos no dia a dia, pelos descontos acumulados. Assim, menor o custo fixo porque a maioria dos serviços estarão baseados na troca, devidamente registradas no sistema, provocando uma queda significativa no custo de vida.

Todo este sistema sustentaria o que hoje conhecemos como serviços voluntários, mas com o benefício de você ser remunerado por isso. Dessa forma, a mágica pode acontecer porque você já não dependerá somente do seu trabalho convencional. Ao ter um custo de vida consideravelmente reduzido, e contar com outras fontes de renda (como o trabalho “voluntário remunerado” e a Renda Básica Universal) será possível reduzir a jornada de trabalho a, digamos, meio período. Essa decisão também tem um impacto positivo para as empresas, por outro lado. Ao ter a folha de pagamento salarial reduzida (pela redução da jornada laboral), será possível empregar um número maior de colaboradores, servindo para diminuir a taxa de desemprego no país.

Uma sociedade mais independente e equilibrada financeiramente estimularia a demanda local. Além disso, a disseminação do trabalho remoto, que está se provando eficiente neste momento de distanciamento social, acarretaria uma economia de custos fixos às empresas, já que o espaço físico da mesma poderia ser reduzido. Outro efeito positivo do trabalho remoto é a possibilidade de descentralização urbana, permitindo a mudança a moradias mais acessíveis, por estarem mais distantes dos grandes centros urbanos – o que, por sua vez, incentivaria o comércio local, distribuído pelas distintas regiões de todo o país.

Ou seja, essa forma de organização mais cooperativa diminui a dependência de empresas e governos, e fortalece a interdependência entre os indivíduos, através de uma comunidade que se ajuda e recebe por isso. Este é um sistema que tem a possibilidade de gerar mais bem estar a todos, não apenas por institucionalizar o ato de ajudar o outro (uma necessidade humana que todos compartilhamos, em menor ou maior grau), mas por também promover uma sociedade com mais autonomia, pelo senso de proteção que a ajuda em comunidade transmite. É quando o lado profissional encontra o pessoal, unidos pela motivação e não pela obrigação, e poderíamos ouvir de um trabalhador a seguinte frase: “Faço isso porque me motiva”, ao invés de “Faço isso porque me pagam um salário fixo ao final do mês”.

“Uma genuína economia de mercado de indivíduos engajados no comércio entre si.”: Essa frase poderia ser atribuída ao fundador do Airbnb, ou outra plataforma sob demanda. Mas não. Esta frase foi escrita em 1776 no clássico livro A riqueza das nações, pelo economista e filósofo Adam Smith. Mais de dois séculos depois, a frase não apenas segue válida, como profetiza um sistema baseado na relação P2P (pessoa a pessoa), a que talvez somente agora estejamos preparados para desenvolvê-lo.

Não se trata de defender uma nova teoria, mas sim de se criar um cenário prático preferível, que aumente a nossa autonomia, independência, qualidade de vida e que, principalmente, que ofereça um ganho considerável no bem estar de todos em conjunto, e a cada um individualmente. É em direção a este futuro que eu gostaria de poder cooperar e viver. E você?

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*Por Graziela Di Giorgi, CGO e diretora Brasil da SCOPEN.


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