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3 erros que as empresas cometem quando o assunto é cibersegurança

3 erros que as empresas cometem quando o assunto é cibersegurança

Embora o tema tenha ganhado atenção na economia digital, as empresas ainda falham em cybersecurity

Nunca foi tão importante a discussão sobre cibersegurança nesse mundo da hiperconectividade. O tema é uma das pautas mais importantes na nova era da economia digital, mercado que se estima movimentar U$$ 100 trilhões nos próximos 10 anos.

Com o impacto da pandemia mundial, os modelos de negócios se viram forçados a entrar rapidamente numa aceleração digital, moldando uma nova forma de trabalho, principalmente com o home office e, com isso, a forma de nos proteger de ataques cibernéticos ganhou atenção.

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Empresas passaram a investir mais em cibersegurança visto que seus dados estariam mais expostos a computadores que não possuem os mesmos padrões de segurança. De acordo com o estudo da Netwrix, que ouviu 1.600 líderes no mundo, 1 em cada 6 empresas sofreram no ano passado prejuízos a partir de US$ 50.000 (cerca de R$ 250.000) por causa de violações.

Esses números são considerados relativamente baixo se comparado no auge do isolamento social onde o Brasil registrou um aumento de 330% nas tentativas de acesso remoto indevido. No mundo, a ocorrência de ameaças cibernéticas chegou a 648 por minuto na pandemia.


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O cenário de segurança cibernética tem se mostrado cada vez mais importante, muitas empresas acreditam que proteger os dados com um “cadeado” é suficiente. Um estudo da Embratel em parceria com a Amcham elencou os erros mais comuns que as empresas ainda cometem quando o assunto é cibersegurança na visão do especialista Márcio Oliveira, Arquiteto de Soluções em Cyber Security da Embratel; São eles:

Tratar a cibersegurança como uma célula isolada

Este tema não deve ser restringido apenas ao setor de T.I da empresa de uma forma isolada de todas as outras áreas da organização. É necessário que as empresas olhem como um todo e que a cibersegurança esteja acoplada em todas as áreas da companhia. Assim como a missão e valores, este tema dever, as empresas devem se empenhar em proteger todos os dados de todas as áreas.

“A empresa deve parar para analisar desde a sua governança corporativa e até onde ela pretende chegar. Lá é onde tem que ser plugada a segurança, desde o primeiro estágio e se estendendo por toda a organização”.

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Entendimento limitado das ações de cibersegurança

Na visão do especialista outro erro bastante comum é a empresa achar que basta bloquear alguns sites, contratar uma ferramenta e usar uma senha forte de segurança que está tudo certo. Quando na verdade é fundamental que as empresas desenvolvam uma cultura de cibersegurança conscientizando todas as pessoas envolvidas em todas as camadas da organização.

“Nós [especialistas da cibersegurança] não estamos aqui pra controlar ninguém. Estamos aqui para educar pessoas e companhias, detectar vulnerabilidades e prevenir ameaças.”

Não entender que a cibersegurança é uma constante evolução

Muitas empresas não se abrem a inovação e mantém um padrão conservador ao abordar questões de cibersegurança, tendo o mesmo modelo de segurança há anos. É fundamental entender que tecnologia e segurança são muito complexas e merecem investimentos contínuos.

“A pandemia foi um impulsionador da cibersegurança, mas é preciso que se chegue a próxima fase. Entenda que sua empresa passou por algo que ela já deveria ter feito há 5 anos atrás. Agora, uma vez que seu negócio já tem, teoricamente, o esforço inicial feito em cibergurança para garantir que os funcionários trabalhassem remotamente, é preciso dar continuidade a essa jornada a longo prazo.” Explica Márcio.

Contudo, não basta apenas ter a consciência desses riscos, as organizações precisam ter uma mentalidade voltada para segurança de dados. Inserir esse tema em todas as fases do projeto, além de ter a cibersegurança como foco primordial nas atividades. O que fará diferença no sucesso do negócio é saber o que proteger e entender o porquê está se fazendo.



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