Você pode até não saber as regras do basquete, mas é difícil não se encantar com o universo da NBA. Seja pelas jogadas mirabolantes, pelos mascotes ou pelo jogadores chegando ao ginásio com looks dignos de fashion week, a liga americana virou uma marca que ultrapassa as quadras. Para Roger Ahlgrimm, diretor sênior responsável pela área de varejo e licenciamento da NBA no Brasil, o segredo é um só: criar comunidade.
“Até quem não gosta de esporte gosta da NBA”, brinca o executivo. No Boteco da CM, videocast da Consumidor Moderno, ele conta sua trajetória por marcas como Oakley e Luxottica antes de mergulhar no universo do basquete. Segundo ele, cada ponto de contato – da loja ao parque temático, passando por redes sociais e collabs com marcas como Netflix e Bob Esponja – é desenhado para encantar o consumidor e transformar fãs em super fãs. E isso exige mais que marketing: requer autenticidade e escuta ativa.
Fandom se constrói com propósito e tecnologia
Uma jornada de fã começa de formas inesperadas. No caso dos filhos de Roger, foi pelo videogame. Outros chegam por vídeos no YouTube, gincanas no intervalo do jogo ou simplesmente por uma camiseta estilosa. “É uma construção 360° que conecta emoção, cultura pop e, claro, tecnologia”, conta.
A NBA investe pesado em dados, Inteligência Artificial e personalização para manter a experiência relevante. Seja no aplicativo, na loja ou no feed do Instagram.
Mas nada disso funciona se não houver propósito por trás. “Construir comunidade é o que faz o negócio crescer”, resume Roger. Em uma ação recente, o jogador Gui Santos atraiu mais de 1.500 pessoas a uma loja da NBA, gerando não só engajamento, mas também impacto direto nas vendas. O que era para ser uma sessão de autógrafos de uma hora virou um evento de quatro, com abraços, histórias e bolinhas de brinde. E ainda gerou um pico de vendas na semana seguinte.
Vem pro jogo!
No episódio do Boteco da CM, Roger ainda compartilha causos de carreira. Como o dia em que quase lançou uma campanha sem Madonna, sem orçamento e sem sentido – e o que aprendeu com isso. Fala também sobre o poder das colaborações certas, o uso inteligente da IA e a importância de liderar com escuta, coragem e um toque de ousadia.
Quer entender como transformar consumidores em embaixadores de marca com estilo, estratégia e um pouco de efeito especial? Dá o play no episódio completo e vem pro jogo com a gente!





