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Como a tecnologia está impactando a experiência de mobilidade; o que está por vir?

Como a tecnologia está impactando a experiência de mobilidade; o que está por vir?

A Veloe, que tem como negócio a facilitação da locomoção de maneira geral, aposta na digitalização para servir três frentes: pessoas físicas, empresas e gestão de frotas
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Os últimos 18 meses representaram um ponto de mudança da sociedade de consumo. Desde o início da pandemia de Covid-19, comportamentos, costumes e crenças foram se alterando gradativamente, trazendo realidades que vieram para ficar. Entre elas, a aceleração da digitalização, a importância dada ao tempo (gasto ou bem aproveitado), e, consequentemente, as necessidades de locomoção. Aliás, a experiência de mobilidade está entre as grandes inovações que devem ser presenciadas daqui para frente.

“Se antes a gente discutia temas que basicamente se resumiam a ir de um ponto ao outro, hoje a conversa é muito mais ampla e está ligada diretamente à qualidade de vida das pessoas. Resolver os desafios de mobilidade é resolver uma questão global. As cidades precisam estar preparadas para o novo ciclo de mobilidade, pensando de forma multimodal. Desde calçadas, infraestrutura para o pedestre, a opções de micromobilidade (bicicletas, patinetes, scooteres etc) e opções de mobilidade como serviço (Mobility as a Service – MaaS)”, explica André Turquetto, Diretor Geral da Veloe.

A partir desse entendimento, a Veloe, que entrou no mercado de mobilidade em 2018 como adesivo de pagamento automático em pedágios e estacionamentos, vem em rota de ascensão e já oferece serviços além da tag, como drive thru, parcerias B2B, pagamentos, entre outros. O objetivo da empresa é se consolidar como um superapp, uma carteira digital de mobilidade, e, assim, facilitar tudo o que se relaciona a consumo no setor.

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Dessa forma, além da gama de soluções para pessoas físicas, são atacadas outras duas frentes: empresas e gestão de frotas. Na primeira, são trabalhadas parcerias B2B, benefícios para trabalhadores e outras frentes dentro dos formatos whitelabel e cobranded, nos quais a Veloe fica responsável pela captura e processo das transações de pedágios e estacionamentos. A proposta é que empresas que não possuam a mobilidade como core business possam entregar soluções que atendam às necessidades de seus clientes, no modelo one-stop-shop. Um exemplo é a parceira com o C6 Bank, que passou a oferecer uma tag de mobilidade para os clientes.

Na frente de gestão de frotas, o objetivo é criar mobilidade mais fluída e propiciar matriz de transporte mais inteligente. Para isso, foi promovida a incorporação dos serviços de gestão de frotas corporativas da Alelo ao que já era oferecido pela Veloe, e soluções de abastecimento, gestão de documentação, controle automático de bomba interna, roteirizador, entre outras, passaram a ser oferecidas. André Turquetto destaca a gestão de manutenção de frotas: “pode gerar uma economia de até 30% para a empresa contratante”.

Tudo isso é possível através da implementação de tecnologia e digitalização do setor, o que intensificará a questão da experiência.

A guinada da experiência na jornada da mobilidade

Cada vez mais digital, a experiência do cliente evolui diariamente de forma a acabar com atritos na jornada. Sem tecnologia, os consumidores não teriam ideia de como a vida pode ser simplificada. Para André Turquetto, o mundo digital é sinônimo de resolução de problemas.

“Perdemos um tempo valioso que pode ser gasto com atividades mais produtivas. Na realidade digital, o que não gera valor é removido do dia a dia das pessoas. E aí vêm os pagamentos digitais, que tornam as transações algo ‘invisível’ para o consumidor: ele passa pela cabine do pedágio com fluidez, ele deixa o carro no estacionamento e faz o pagamento de forma automática, e por aí vai. Quanto mais simples e sem contato, melhor”, afirma Turquetto.

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Não à toa, a Abecs (Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) registrou um aumento de 700% nos pagamentos por aproximação no segundo trimestre deste ano. Para 2022, um estudo da Bain & Company prevê que as carteiras digitais devem ser usadas em 28% dos pagamentos realizados em pontos de venda e em 47% nos e-commerces.

Os dados confirmam o entendimento de que o consumidor está fugindo de filas e buscando experiências diferentes durante o ir e vir. “Quanto mais invisível e fluido for o pagamento para o cidadão nas rodovias ou na cidade, maior é a eficiência no sistema. Por isso, o foco da Veloe é se tornar uma verdadeira carteira digital, apoiada em um super app que reúna soluções de mobilidade em um só lugar”, afirma André.

Mas as inovações não param por aí. De olho no ciclo de consumo da mobilidade, algo que vai desde pagar um estacionamento ou um serviço de manobrista, até custos com manutenção e tributos, a Veloe acredita que ainda há muito espaço para a adoção de meios de pagamento eletrônicos. Com isso, pensa-se em vagas inteligentes, telemetria, reconhecimento pela própria placa do automóvel e assinatura de veículos.

“O fato de atuar em um ciclo econômico da mobilidade e de ser uma carteira digital coloca a Veloe em uma posição de liderar uma conversa que está no centro das demandas atuais em qualquer país do mundo”, diz André Turquetto.


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