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Como PMEs e consumidores podem se proteger de fraudes na internet

Como PMEs e consumidores podem se proteger de fraudes na internet

CEO da Konduto, especializada em segurança da informação, fala sobre como consumidores e PMEs podem evitar fraudes durante operações on-line

O índice de tentativas de fraudes on-line no Brasil foi de 3,03% do total de vendas nesse ambiente nos cinco primeiros meses de 2018, segundo pesquisa da Konduto, empresa especializada em segurança da informação. Os dados são referentes às movimentações de mais de 20 milhões de transações rastreadas pela empresa e atingem, em especial, as PMEs.

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O Estado de São Paulo tem média inferir à nacional, com 2,36% de tentativas de fraude. O índice de tentativas de fraudes pode parecer modesto, mas representa um problema para u mercado ainda em evolução que, se não cuidar da segurança das suas operações, pode sabotar seu crescimento.

Tom Canabarro, CEO e co-fundador da Konduto, aponta que, a maioria das tentativas de fraudes acontece via cartão de crédito, exatamente no tipo de fraude que penaliza diretamente o lojista. “Para o lojista, vender com cartão de crédito é arriscado porque as fraudes são muitas, mas, ao mesmo tempo, não tem outra opção. As pessoas acham que é o banco quem arca com o prejuízo, mas não é. É o lojista. O banco paga ao consumidor, mas tira o dinheiro da loja depois”, afirma Canabarro.

PMEs mais vulneráveis

O CEO aponta que os pequenos e médios varejistas on-line estão mais suscetíveis a esse tipo de fraude porque as grandes lojas já têm controle sobre sua plataforma virtual e equipes especializadas para a segurança dos processos.

Canabarro afirma que é possível identificar reproduções frequentes de fraudes na loja on-line analisando os dados. O sinal mais evidente de que compras estão sendo feitas em nome de outras pessoas são as compras muito acima do tíquete médio da loja. Outra situação que pode acender o alerta é a concentração de entregas para uma mesma região. O aumento das vendas muito além da curva de crescimento também é um sinal relevante.

Para o consumidor, o principal risco que ele corre é comprar em lojas falsas. O CEO da Konduto explica que é fácil para os criminosos montarem sites ilegais, com estruturas simples e fáceis de serem operados para receber o dinheiro e não entregar nada ao consumidor. “Não dá muito trabalho. Tem um monte de site pronto que dá para subir na internet e que no final das contas só precisa da relação de produtos e o carrinho, é relativamente simples”, explica.

Depois de preparado o site para a fraude, em muitos casos, são produzidos anúncios nas grandes plataformas, como Google ou Facebook. “O fraudador paga os anúncios para jogar lá em cima (na busca). No Facebook é ainda mais fácil de ser enganado, as pessoas compartilham e tudo mais”, detalha.

Leia também: O que propõe a lei de proteção de dados, aprovada no Senado?

O especialista alerta que, os meios de pagamento mais perigosos são o boleto bancário ou transferência. No cartão, o banco assume a responsabilidade em boa parte das fraudes. “Se não houver entrega, o cliente tem todo direito de ligar no banco e dizer, devolva meu dinheiro. O banco é obrigado a devolver”, garante o especialista.

Com sistemas robustos para conter fraudes, os cartões acabam sendo preteridos pelos fraudadores em algumas ocasiões. Nesses casos, há um esforço em jogar o consumidor para outro meio de pagamento. “A pessoa clica e quando chega no carrinho recebe o aviso que deu problema no pagamento e que será preciso pagar por boleto ou pelo número da conta. O consumidor, já investido naquela compra, simplesmente paga”, explica Canabarro

Como medidas primárias para evitar fraudes, Canabarro sugere ao consumidor reparar nos meios de pagamentos oferecidos pela loja on-line. Lojas que não aceitam cartão já são suspeitas, segundo ele. Outra medida primordial é procurar a procedência do site por meio de comentários na própria web, eventuais reclamações ou recomendações.

Leia também: Como o varejo abre brechas para o mercado de roubo de dados

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