No primeiro trimestre deste ano, ocorreram 190 transações de fusões e aquisições, segundo levantamento da consultoria KPMG. O número é menor do que a média dos anos anteriores, que ficou em 196 transações.
Segundo a empresa, a queda da atividade econômica e o aumento da percepção de riscos no curto prazo pode ter impactado o ritmo das transações.
Considerando somente as operações envolvendo empresas exclusivamente nacionais, ocorreram 63 transações, contra uma média de 80 negócios ocorridos no mesmo trimestre dos anos anteriores.
?As negociações domésticas representaram 33% do total. A queda da atividade econômica e o aumento da percepção de riscos no curto prazo pode ter impactado mais fortemente as empresas locais”, analisou em nota o sócio da KPMG e líder para o setor de fusões e aquisições, Luís Motta.
Ele reforça, contudo, que o Brasil continua sendo um mercado estratégico para empresas internacionais, que somado à valorização do dólar, fez com que os estrangeiros aumentassem suas operações por aqui.
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