/
/
Na cidade de São Paulo, tudo acaba em pizza

Na cidade de São Paulo, tudo acaba em pizza

A capital paulista consome mais da metade das pizzas do Brasil. A culpa? É da inegável influência dos imigrantes italianos na terra da garoa.  E o mercado não para de crescer
Legenda da foto

Que a pizza é o alimento preferido da maioria dos paulistanos, isso não é novidade. Somente na terra da garoa, são vendidas diariamente cerca de 800 mil pizzas, o que representa 53% do total consumido no Brasil, segundo levantamento feito pela ECD Food Service, empresa que realiza pesquisas para o mercado gastronômico.

Além da influência da grande colônia italiana que introduziu a redonda na cidade, o aumento da classe C é apontado por Enzo Donna, diretor da ECD, como um dos motivos para o sucesso da pizza.

Para Roberto Rodrigues Junior, um dos proprietários da Quick Pizza isso se dá por conta das características étnicas da região, fazendo com que o consumo em São Paulo seja muito grande.

“Somente na cidade de São Paulo existem cerca de 5 mil pizzarias em funcionamento, enquanto no Estado são 12 mil. O que significa que esse é um setor que não para de crescer, por isso, nós investimos tanto em exclusividade e sabor, pois precisamos nos destacar dos concorrentes”, comenta Roberto.

Segundo aponta os diretores da Pizzarias Unidas, o mercado cresce em torno de 6% a 8% ao ano, podendo faturar R$ 5 bilhões anualmente.

Não apenas os paulistas, mas todos os brasileiros, são amantes da massa redonda, tanto que temos a maior variedade de sabores em todo o mundo (alguns puristas chamam isso de heresia), incluindo pizzas doces.

Leia mais:

Marcas de luxo têm vergonha dos ‘rolezeiros’, diz Data Popular

Butão produzirá apenas alimentos orgânicos

Cesta básica ficou mais cara em nove capitais durante fevereiro

Compartilhe essa notícia:

Recomendadas

MAIS +

Veja mais noticias

iFood já movimenta o equivalente a 1,03% do PIB de São Paulo
Plataforma movimentou R$ 41,3 bilhões no estado em 2025, enquanto pedidos cresceram 13% e café da manhã, especificamente, avançou 32%
Renato Meirelles explica por que, 25 anos depois da promessa de ascensão, o País ainda não aprendeu a escutar a classe C.
"A classe C não é mais um consumidor iniciante"
Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, explica por que, 25 anos após a promessa de ascensão, o País ainda não aprendeu a escutar a maior parte da sua população
Mercado Livre entra na disputa pela descoberta
Com nova ferramenta de lives e estúdio para criadores, marketplace aposta no social commerce para acompanhar uma jornada de compra cada vez mais guiada por conteúdo
Enquanto o País volta os olhos para as urnas de outubro, decisões de compra, adiamento de consumo e trocas de marca desenham um termômetro paralelo da economia.
Os consumidores também votam e, muitas vezes, votam com a carteira
Enquanto o País volta os olhos para as urnas de outubro, decisões de compra, adiamento de consumo e trocas de marca desenham um termômetro paralelo da economia.

Webstories

SUMÁRIO – Edição 297

A evolução do consumidor traz uma série de desafios inéditos, inclusive para os modelos de gestão corporativa. A Consumidor Moderno tornou-se especialista em entender essas mutações e identificar tendências. Como um ecossistema de conteúdo multiplataforma, temos o inabalável compromisso de traduzir essa expertise para o mundo empresarial assimilar a importância da inserção do consumidor no centro de suas decisões e estratégias.

A busca incansável da excelência e a inovação como essência fomentam nosso espírito questionador, movido pela adrenalina de desafiar e superar limites – sempre com integridade.

Esses são os valores que nos impulsionam a explorar continuamente as melhores práticas para o desenho de uma experiência do cliente fluida e memorável, no Brasil e no mundo.

A IA chega para acelerar e exponencializar os negócios e seus processos. Mas o CX é para sempre, e fará a diferença nas relações com os clientes.

CAPA: Camila Nascimento
IMAGEM: IA Generativa | Runway


Publisher
Roberto Meir

Diretor-Executivo de Conhecimento
Jacques Meir
[email protected]

Diretora-Executiva
Lucimara Fiorin
[email protected]

COMERCIAL E PUBLICIDADE
Gerentes

Daniela Calvo
[email protected]

Elisabete Almeida
[email protected]

Érica Issa
[email protected]


Leandro Carvalho
[email protected]

Marcelo Malzoni
[email protected]

Rodrigo Santinelo
rodrigo.santinelo@gpadrao.com.br

NÚCLEO DE CONTEÚDO
Head de Conteúdo
Larissa Sant’Ana
[email protected]

Editora do Portal 
Júlia Fregonese
[email protected]

Produtores de Conteúdo
Bianca Alvarenga
Carolina Paes
Danielle Ruas 
Marcelo Brandão
Victoria Pirolla

Head de Arte
Camila Nascimento

Revisão
Elani Cardoso

COMUNICAÇÃO E MARKETING
Gerente
Leonam Dias

TECNOLOGIA
Gerente

Ricardo Domingues


CONSUMIDOR MODERNO
é uma publicação da Padrão Editorial Ltda.
www.gpadrao.com.br
Rua Ceará, 62 – Higienópolis
Brasil – São Paulo – SP – 01234-010
Telefone: +55 (11) 3125-2244
A editora não se responsabiliza pelos conceitos emitidos nos artigos ou nas matérias assinadas. A reprodução do conteúdo editorial desta revista só será permitida com autorização da Editora ou com citação da fonte.
Todos os direitos reservados e protegidos pelas leis do copyright,
sendo vedada a reprodução no todo ou em parte dos textos
publicados nesta revista, salvo expresso
consentimento dos seus editores.
Padrão Editorial Ltda.
Consumidor Moderno ISSN 1413-1226

NA INTERNET
Acesse diariamente o portal
www.consumidormoderno.com.br
e tenha acesso a um conteúdo multiformato
sempre original, instigante e provocador
sobre todos os assuntos relativos ao
comportamento do consumidor e à inteligência
relacional, incluindo tendências, experiência,
jornada do cliente, tecnologias, defesa do
consumidor, nova consciência, gestão e inovação.

PUBLICIDADE
Anuncie na Consumidor Moderno e tenha
o melhor retorno de leitores qualificados
e informados do Brasil.

PARA INFORMAÇÕES SOBRE ORÇAMENTOS:
[email protected]

Prime Video aposta em vídeos curtos e amplia funções do streaming Do clique ao dano: quem responde nas novas relações de consumo? Menos estímulos, mais experiência? Quando o tempo perdido vira indenização