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Febraban rebate críticas de bancos digitais e defende sua história

Febraban rebate críticas de bancos digitais e defende sua história

Presidente da Febraban rebateu críticas feitas em ação publicitária que insinua que entidades tradicionais do setor estão ultrapassadas

O presidente da Febraban, Isaac Sidney, deu em seu discurso de abertura da Febraban Tech alfinetadas nas fintechs e bancos digitais, ao afirmar que a tradição dos bancos incumbentes – os ‘bancões’ – se traduz em solidez e robustez, e não em estratégias de marketing e publicidade para conquistar novos clientes.

“Celebramos o que oferecemos para nossos clientes, segurança e confiança. Os bancos da Febraban são por vezes qualificados pela concorrência recém-chegada de bancos tradicionais, por vezes jocoso e demérito. Esse tom releva algo que eles não têm: história”.

Leia mais: Redução de reclamações de bancos está ligada a investimentos em tecnologia

Ele valorizou a capilaridade do sistema bancário brasileiro, que chega a em quase todas as cidades do país, e defendeu a presença física dos bancos sem deixar de realizar investimentos na transformação digital e na mobilidade que os aplicativos oferecem.

“Somos versáteis e plurais e presentes para quem precisa de amparo, e virtuais para quem prefere essa comodidade. Não existimos só no 0800 e nos apps”, definiu.

A manifestação, incisiva, da Febraban, foi motivada por uma campanha publicitária divulgada pela XP com a hashtag #EuNaoBanco, em que critica os bancos tradicionais e afirma não ser o mesmo tipo de entidade. A ação teve uma resposta rápida da entidade, que reúne os principais e mais tradicionais bancos do país, como Banco do Brasil, Itaú, Santander, Caixa, Bradesco e também novos players do varejo, como o BTG Pactual, com um comunicado e o lançamento da hashtag #EuBanco.

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Futuro do sistema financeiro: inovação para comodidade

Ao apontar os caminhos para o futuro do sistema financeiro, como o desenvolvimento tecnológico voltado à agilidade e a conveniência, Sidney valorizou o legado dos 115 bancos que compõem a federação, e as iniciativas – individuais e coletivas – de inovação centrada no cliente.

“O futuro dos bancos tradicionais não é distante do nosso passado: envolve trabalho e não aventura, sempre tivemos foco e não foto”, continuou.

Um dos exemplos citados é a maturidade do Pix, e a massiva adesão dos brasileiros, que provocou o fim de um tradicional sistema de transferência, o Doc, que será descontinuado em janeiro de 2024.

Leia mais: BC, CVM e Febraban debatem nova moeda, Real Digital

Bioeconomia: o futuro sustentável e rentável

Uma das inovações a que o presidente da Febraban se refere é a responsabilidade ambiental. Segundo ele, a agenda ESG é um aspecto tradicionalmente inovador dos bancos brasileiros. “Não abrimos mão de ter um papel de relevo em economia de baixo carbono, com uma agenda verde, e a monetização de ativos ambientais”.

A autorregulação bancária, por exemplo, é uma das pioneiras ao travar metas e princípios sobre a responsabilidade climática. Dentro dos escopos de neutralização de carbono na própria atuação, os bancos avançaram em 2022, quando tornaram mais rígidos os controles para o financiamento de investimentos em terras indígenas e protegidas, e em seguida deram mais um passo para endurecer a autorregulação de financiamentos para a cadeia de carne em regiões relevantes como a Amazônia legal.

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“Existem formas certas de crescimento sustentável, independente das políticas governamentais, e os bancos que compõem a Febraban levam a sério os compromissos com o meio ambiente e com a sociedade”, disse Sidney.

No aspecto macroeconômico, o presidente da Febraban destacou a importância do crédito como uma das alavancas mais importantes para desenvolvimento econômico e social. Ele ainda defendeu o barateamento do custo do crédito, ecoando as demandas de vários segmentos da sociedade pela queda da taxa básica de juros, a Selic, mas ponderou que é preciso atacar as causas que tornam o crédito e o investimento tão altos no Brasil como atualmente.

“É preciso baratear o custo do crédito, mas atacando as causas, atalhos são comprovadamente ineficazes. Assim como a inflação não é uma fatalidade, investimentos não dialogam com desequilíbrio fiscal, e precisamos diminuir a insegurança jurídica no país”, defendeu.



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