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A empresa do futuro muda sob demanda

A empresa do futuro muda sob demanda

Relatório inédito no Brasil aponta que construir agilidade organizacional é entender a importância de responder às mudanças rapidamente e que atendam às demandas dos clientes

Prosperar em meio à disrupção exige que os líderes de projeto desenvolvam novas habilidades e mentalidades. Hoje, empresas e profissionais com visão de futuro sabem que a transformação digital e a metodologia ágil são abordagens essenciais para que os negócios prosperem – ainda mais em um mundo pós-pandêmico, com uma grande instabilidade geopolítica e econômica, agravamento na crise ambiental e riscos na cadeia de suprimentos.

Neste cenário, as demandas dos clientes também estão mudando rapidamente, forçando as empresas a inovar e adotar abordagens que aceleram o tempo de lançamento no mercado e maximizam o retorno dos investimentos.

Segundo uma pesquisa da PwC, deste ano, mais de metade (53%) dos COOs dizem que aumentar a agilidade é muito importante para que sua empresa cresça este ano.

Disrupção exige alta agilidade organizacional

Para o Project Management Institute (PMI), organização profissional de gerenciamento de projetos, está mais do que na hora das empresas e lideranças se atentarem para esses quesitos (agilidade e disrupção) e partir para a ação.

No entanto, de acordo com o seu relatório “Change-Ready and Able: Building Agility Into the Organizational DNA”, a entidade mostra que apenas 33% dos entrevistados relataram alta agilidade organizacional.

Das áreas que tiveram que mudar mais rapidamente e antes de todas está a da saúde (obviamente). Uma pesquisa da KPMG apontou que quase todos (97%) os executivos de saúde disseram que o COVID-19 acelerou significativamente seus esforços de transformação, seja com desenvolvimentos recordes de vacinas ou mudanças repentinas para o atendimento de telessaúde.

Por outro lado, os investimentos estão em todos os setores e regiões e há uma urgência em se antecipar à próxima onda de disrupção. De varejistas fazendo movimentos no metaverso a instituições financeiras desenvolvendo bancos digitais todos buscam resultados e “surfar a nova onda”.

“Das empresas que são meras sobreviventes à pandemia às que se tornam líderes, fica clara a importância da agilidade organizacional para responder às mudanças”, afirma Ricardo Triana, diretor-geral de PMI para América Latina. “Construir uma empresa focada no futuro significa mudar sob demanda, o que requer uma revisão constante de como escolher, planejar, executar e mensurar projetos”, complementa o executivo.

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Agilidade deve ser parte do DNA das empresas

À medida que a agilidade se torna ainda mais uma prioridade estratégica, as empresas precisam ter certeza de que seus projetos, processos e práticas subjacentes estão impulsionando o tipo de mudança que suporta um bom desempenho.

Essa é análise da PMI, que alerta sobre a importância de que em um ambiente tão acelerado, as empresas devem garantir que não estão articulando apenas por dinamizar, mas sim fornecer mudanças significativas que atendam às demandas dos clientes.

Na avaliação da PMI, ao capturar e analisar métricas direcionadas em relação aos KPIs, por exemplo, as organizações e suas equipes de projeto podem verificar quais mudanças estão entregando valor mensurável e com mais confiança o curso correto quando os números não se somam ao impacto.

Vejamos alguns números: ainda segundo levantamento feito pela PwC, em 2022, 44% dos COOS acreditam que a falta de trabalhadores e rotatividade de funcionários é o que está impulsionando as mudanças organizacionais; 43% acreditam que são iniciativas de transformação digital; 36% acreditam que foi a necessidade de trabalho remoto ou restrito devido à Covid-19; 29% acreditam que foi a disrupção contínua da cadeia de suprimentos locais; 28% acreditam que é tornando a cadeia de suprimentos mais sustentável; 17% acreditam que é reduzindo a pegada de carbono etc.

Projetos de transformação não apenas proporcionam produtividade, mas também mudam a maneira de trabalhar

Ou seja, os projetos de transformação não apenas proporcionam produtividade, mas também mudam a maneira de trabalhar. Para a PMI, começar com pequenos projetos pode ajudar as empresas a provar que novos processos e prioridades estão gerando os benefícios pretendidos – e também pode ajudar a ganhar adesão de stakeholders internos e externos.

Leia mais: Bots e os desafios da humanização no atendimento

Disrupção cria oportunidades

O relatório “Change-Ready and Able: Building Agility Into the Organizational DNA” complementa que agora, mais do que nunca, as empresas devem capacitar seus funcionários para que as mudanças aconteçam.

É preciso dominar novas formas de trabalhar por meio da transformação digital, desenvolver agentes de mudança que possam inspirar outras pessoas e estabelecer responsabilidade medindo a verdadeira profundidade e amplitude da agilidade em toda a empresa.

O resultado? Líderes e equipes de projetos focados no futuro que agregam valor real à organização e estimulam novas ideias sobre a própria maneira como fazemos negócios. E esses são precisamente o tipo de pessoas que as empresas precisam agora, segundo o relatório.

Por fim, o relatório da PMI corrobora que, trazer a agilidade e disrupção para o centro das decisões de uma empresa, é tão mandatório agora quanto acompanhar todo o movimento desencadeado pelas novas gerações de consumidores, pela digitalização e o valor social como principais vetores disrupitvos e de impacto para os negócios.


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