O faturamento real do varejo eletrônico até agosto cresceu apenas 1% em relação ao mesmo período do ano passado, aponta uma pesquisa inédita da FecomercioSP em parceria com a E-bit, divulgada nesta quarta-feira (14). No comparativo do mesmo período de 2013 para 2014 a alta havia sido de 17,9%.
Em nota a FecomercioSP afirma que o comércio eletrônico ainda ganha espaço por causa da mudança de comportamento do consumidor, mas também já sente os efeitos da inflação elevada, dos juros altos, da escassez de crédito e do aumento do desemprego. Além disso, as vendas no e-commerce estão mais concentradas em itens de setores duráveis (eletrodomésticos e eletrônicos, por exemplo) e semiduráveis (vestuários e calçados), os mais afetados pela retração econômica.
A Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE) traça as comparações entre os volumes negociados no e-commerce com o faturamento mensal das lojas físicas no Estado, segmentadas em 16 regiões. Também são disponibilizados dados inéditos sobre os números de pedidos, ticket médio e variações reais das vendas do setor.
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