O JP Morgan divulgou a sua lista de leitura anual de verão – no hemisfério Norte. Mas, diferentemente das edições anteriores, que somavam 10 indicações, a lista de 2025 inclui 16 sugestões, além de experiências para quem vive ou está de passagem nos Estados Unidos.
O tema da lista de leitura de 2025 é curiosidade. Segundo a instituição, é essa habilidade que “nos guia em momentos de mudança – da reflexão silenciosa à descoberta ousada, da busca por significado interior à procura de compreender além”. Impossível não associar o conceito ao momento vivido globalmente com os avanços da Inteligência Artificial, novos comportamentos de consumo, gerações e oportunidades que surgem a partir das transformações contemporâneas.
Curiosidade = Transformação
Entre as obras sugeridas, está o livro Life in Three Dimensions: How Curiosity, Exploration, and Experience Make a Fuller, Better Life, de Shigehiro Oishi. O psicólogo PhD explora uma nova dimensão para mensurar uma “boa vida”: além da felicidade e significado, entra a riqueza psicológica. O conceito prioriza a curiosidade, a espontaneidade e experiências diversidades para guiar o crescimento pessoal.
Outro destaque é A república tecnológica: Tecnologia, política e o futuro do Ocidente, do cofundador e CEO e do executivo da Palantir, Alexander C. Karp e Nicholas W. Zamiska. A dupla faz um mergulho nos desafios do cenário tecnológico ocidental, oferecendo estratégias para a indústria de software para superar esses obstáculos em meio a fortes avanços da IA. Para os autores, é preciso uma abordagem proativa e ambiciosa para a inovação, além de um pensamento ousado para garantir a vantagem competitiva.
Mais uma obra digna de nota é Raising AI, de De Kai, pioneiro em tradução da Inteligência Artificial. O autor cria um guia para entender como a IA irá empoderar o futuro, reformular a civilização como a conhecemos e seu papel ativo nessas transformações. Uma leitura essencial para aqueles que, assim como De Kai, acreditam num futuro da humanidade que convive lado a lado e harmoniosamente com a tecnologia.
Prêmio Consumidor Moderno 2025
Você sabia que a votação popular para o Oscar da experiência do cliente já está aberta? Já dá para votar nas categorias especiais do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente 2025: Hall da Fama, CEO do Ano e Empresa do Ano.
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Como os advogados salvaram o mundo
Outra dica compartilhada ao longo da semana na CM News – se você ainda não é inscrito, está esperando o que? – foi um dos livros do mais recente eleito para a Academia Brasileira de Letras, José Roberto de Castro Neves. O advogado, professor e escritor publicou o livro Como os advogados salvaram o mundo, que explora a atuação dos profissionais do Direito em momentos-chave da história da humanidade.
Seja nos bastidores ou na vanguarda das transformações mundiais, advogados ocuparam papeis de mediadores, decisores e protagonistas em diferentes episódios, como a Revolução Francesa e a Revolução Americana. Vale conferir essa trajetória, rica em detalhes e que nos enche de curiosidade!
CM Experience Summit 2025
O Consumidor Moderno Experience Summit 2025 foi realizado em Istambul, na Turquia, lugar onde o Ocidente e o Oriente se encontram, assim como a inovação e a tradição. Nessa confluência de ideias, os participantes do Summit mergulharam em conteúdos sobre liderança, diversidade de ideias e criatividade.
O livro “A coragem para liderar: Trabalho duro, conversas difíceis, corações plenos“, de Brené Brown, tem tudo a ver com essa história. Nele, a autora propõe que liderar é abandonar as armaduras que usamos para nos proteger – como o perfeccionismo ou a necessidade de controle – e adotar uma postura mais humana. Isso significa ouvir com atenção, assumir erros e criar ambientes seguros onde as pessoas se sintam valorizadas e pertencentes.
Quer aprimorar as suas habilidades de liderança? Esse livro é essencial!
Caso do acaso
Até que ponto temos controle sobre as situações que nos acontecem? Para o físico Leonard Mlodinow, o acaso e a aleatoriedade têm mais poder sobre as nossas vidas do que gostamos de admitir. É isso o que o autor explora no livro O andar do bêbado.
Nele, Mlodinow mostra como a mente humana é péssima em interpretar padrões aleatórios. O livro provoca reflexões sobre julgamentos apressados, vieses cognitivos e nossa tendência de enxergar causas onde só há coincidência. A obra foi uma indicação de Benito Barretta, diretor geral da Hyper Island nas Américas, em um artigo sobre o conceito da Terceira Lei de Adaptabilidade. Vale conferir!





