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CPF terá reconhecimento facial

CPF terá reconhecimento facial

É de praxe para o consumidor, na hora de contratar um serviço, ter que informar o número do CPF. Alguns até ficam receosos de compartilhar a informação, por achar que o propósito da empresa é averiguar se há alguma restrição financeira.
É de praxe para o consumidor, na hora de contratar um serviço, ter que informar o número do CPF. Alguns até ficam receosos de compartilhar a informação, por achar que o propósito da empresa é averiguar se há alguma restrição financeira.
É de praxe para o consumidor, na hora de contratar um serviço, ter que informar o número do CPF. Alguns até ficam receosos de compartilhar a informação, por achar que o propósito da empresa é averiguar se há alguma restrição financeira.
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Medida servirá para coibir inconsistências no CPF, o principal documento para consumo

E aí, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), fica a dúvida: a consulta do CPF é ou não permitida para as empresas? Sim, a resposta é sim! E o objetivo vai além de saber se o consumidor está com seu nome sujo nos cadastros de proteção ao crédito. Normalmente, as pessoas jurídicas fazem a pesquisa para evitar fraudes, já que pode existir a possibilidade de estelionato ou clonagem do Cadastro da Pessoa Física.

Reconhecimento facial

O propósito é aumentar a segurança tanto nos casos de obtenção quanto de regularização do CPF. Vale lembrar que a numeração será a única para identificar o cidadão nos bancos de dados de serviços públicos da nova carteira de identidade.

Assim, no caso de contradição de informações no processo de obtenção ou regularização no CPF, a Receita Federal poderá requerer ao cidadão que compareça às unidades de atendimento. A pessoa terá que ir ao local portando documento original de identidade ou cópia autenticada e lá fará uma foto para fins de reconhecimento facial.

A Receita poderá exigir a medida no caso de inscrição no CPF; alteração de dados cadastrais; regularização da situação cadastral; cancelamento da inscrição e restabelecimento da inscrição.

O órgão esclareceu que o reconhecimento facial só será necessário nos casos em que as informações prestadas durante o processo eletrônico de emissão do CPF estiverem em discrepância com os dados da base fiscal.

CPF nas compras

O Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) é um dos registros mais importantes dos consumidores. O número, portanto, serve como importante fonte de dados para empresas.

Assim, toda empresa que pede o CPF coleta de dados sensíveis. Muitos pensam que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) veio para coibir a prática, mas não: a legislação regularizou, mas não vedou. Isso significa que os estabelecimentos comerciais podem continuar requerendo informações pessoais para vender produtos ou prestar serviços, mas, para isso, deverão atender a uma série de normas para garantir que esse recolhimento seja legal.

Lei de Empoderamento de Dados

A proposta, em suma, é que o cidadão brasileiro passe a ter controle sobre as informações geradas. As interações entre empresas ou plataformas e os usuários de aplicativos resultam em quantidades enormes de informações, algumas vantajosas e outras não, para as empresas. Assim, o projeto certifica ao titular dos dados o direito de requerer cópias dos dados pessoais fornecidos anteriormente às empresas.

A LGED abrange marcas e empresas que controlam, armazenam ou processam informações pessoais dos usuários. Sendo assim, se aprovada, a matéria afetará uma grande variedade de entidades controladoras ou armazenadoras de dados, como farmácias, bancos, supermercados, clínicas médicas e empresas de entretenimento.

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