Com os avanços tecnológicos em CX, a cibersegurança ganha um novo papel dentro das empresas. Hoje, cada incidente de segurança não tratado representa não só um risco operacional, mas uma ruptura direta na relação de confiança construída com o consumidor. Dados vazados, serviços indisponíveis ou fraudes não detectadas se traduzem não apenas em danos operacionais, mas em perda de credibilidade de marca.
É nesse contexto que a TIVIT, multinacional de tecnologia do Grupo Almaviva, comemora a ampliação da receita de sua área de cibersegurança em 45%. Com isso, o crescimento acumulado nos últimos quatro anos chega a 12 vezes.
Os números refletem a crescente demanda das organizações por serviços de proteção, monitoramento e resposta a incidentes em ambientes digitais cada vez mais complexos. Mas também são resultado de uma estratégia que une IA, automação e times especializados para garantir que a jornada do cliente permaneça segura, contínua e confiável.
Não por acaso, o salto nos resultados é sustentado pelo Centro de Operações de Cibersegurança da companhia, que reforça estratégia baseada em IA para proteção de ambientes críticos.
O papel do Centro de Operações de Cibersegurança (SOC)
O novo Centro de Operações de Cibersegurança (SOC) da TIVIT, em São Paulo, ampliou a capacidade operacional da companhia para atender ao crescimento da demanda por serviços gerenciados de segurança.
Desde sua entrada em operação, o volume de atendimentos realizados pela área cresceu 74%, alcançando mais de 26 mil incidentes monitorados e tratados por mês. A estrutura reúne capacidades de monitoramento, detecção e resposta a ameaças, gestão de eventos de segurança, inteligência de ameaças, análise forense, testes de vulnerabilidade e sustentação de ambientes críticos.
Thiago Tanaka, diretor de Cibersegurança da TIVIT, afirma que a operação do novo SOC foi fundamental para sustentar o crescimento da área de cibersegurança.
“Ao concentrar especialistas, processos e tecnologias em uma estrutura dedicada, ampliamos nossa capacidade de atendimento, aumentamos a visibilidade sobre os ambientes dos clientes e evoluímos significativamente o uso de inteligência artificial em nossa operação. Hoje, a IA já apoia nossos especialistas na investigação de incidentes, correlação de eventos, priorização de alertas e resposta a ameaças, contribuindo para reduzir tempos de resposta e aumentar a eficiência operacional”, pontua.
O SOC opera de forma integrada ao TIVIT Defense, plataforma proprietária da companhia que reúne soluções de monitoramento, detecção e resposta a incidentes, gestão de vulnerabilidades, testes de penetração, privacidade de dados, governança e conformidade. A proposta é simplificar a gestão da segurança digital das organizações, reduzindo a complexidade gerada pela utilização de múltiplas ferramentas e fornecedores.
Além da operação de monitoramento e resposta, o ambiente conta com uma sala de crise dedicada à atuação conjunta com clientes durante incidentes de segurança. O espaço também é utilizado como “war room” em projetos críticos, reunindo equipes técnicas, lideranças e parceiros para tomada de decisões em tempo real.

IA é componente central do sucesso
A Inteligência Artificial já faz parte da arquitetura operacional do SOC da TIVIT. A companhia utiliza modelos avançados de IA e agentes inteligentes para apoiar atividades como investigação de alertas, correlação de eventos, priorização de incidentes e apoio às respostas de segurança. Ao compreender o contexto operacional de cada ambiente monitorado, essas capacidades tornam as análises mais rápidas, reduzem falsos positivos e auxiliam na identificação de comportamentos anômalos e potenciais riscos antes que evoluam para incidentes de maior impacto.
Como parte da evolução contínua da plataforma, a TIVIT vem ampliando progressivamente o uso dessas capacidades, expandindo a atuação dos agentes de IA em diferentes etapas das operações de segurança. O objetivo é automatizar atividades repetitivas, acelerar investigações, aumentar a precisão das análises e permitir que os especialistas concentrem sua atuação em decisões críticas e incidentes de maior complexidade.
“A evolução da cibersegurança passa pela combinação entre tecnologia, automação e inteligência humana. A IA já é um componente central da nossa operação, e seguimos expandindo o uso de agentes inteligentes para tornar nossas operações cada vez mais proativas, escaláveis e eficientes, mantendo nossos especialistas focados nas decisões de maior valor para os clientes”, complementa Thiago Tanaka.
A integração da TIVIT ao Grupo Almaviva também amplia as possibilidades de evolução da área de cibersegurança. A companhia mantém sua atuação focada na América Latina, próxima das necessidades dos clientes da região, ao mesmo tempo em que passa a compartilhar conhecimento e experiências com as iniciativas globais do grupo em mercados como Europa e Ásia.
“Essa combinação amplia nossa capacidade de atender empresas com operações cada vez mais distribuídas, sem perder a proximidade com os clientes locais. Conhecemos profundamente os desafios dos ambientes críticos da região, enquanto a Almaviva agrega capacidades globais e presença internacional”, conclui Valdinei Cornatione, CEO da TIVIT.





