A CNC (Confederação Nacional do Comércio) fez um levantamento para verificar as áreas mais demandadas no varejo. O mercado de trabalho no setor, segundo a entidade, tem acompanhado o ritmo das vendas. Entre 2004 e 2012, o comércio respondeu por 26,4% das vagas formais criadas no País.
Naquele período, o crescimento de vendas médio por ano era alto, de 8,5%. O crescimento da geração de empregos no setor no período foi de 7,4% ao ano, contra 5,5% do restante da economia.
O cenário, agora, é outro. E com as quedas de vendas também verificam-se recuos nas contratações. Dos dez segmentos do varejo analisados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, seis registraram saldo negativo de vagas formais no acumulado até maio: automóveis e autopeças (-19.888), móveis e eletrodomésticos (-12.184), vestuário e acessórios (-9.407), livrarias e papelarias (-1.774), informática e comunicação (-385) e materiais de construção (-111).
Alguns segmentos registraram crescimento: é o caso de hiper e supermercados (+69.910), farmácias, perfumarias e cosméticos (+18.099), combustíveis e lubrificantes (+9.810) e artigos de uso pessoal e doméstico (+8.211).
A CNC analisou estes segmentos e, com base nos dados do Ministério do Trabalho, verificou quais profissionais são mais demandados. Confira:
Arte: Fernanda Pelinzon/Conhecimento e Conteúdo do Grupo Padrão
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