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10 Passos que você deve seguir para falir o seu e-commerce

10 Passos que você deve seguir para falir o seu e-commerce

Entenda como as empresas que têm e-commerce cavam o buraco onde costumam deitar. Entenda os motivos que mantêm o número de falências na internet tão alto

Não é difícil encontrar mensagens de otimismo, superação, casos de sucesso, muitas dicas e estratégias de como fazer as vendas e a popularidade decolarem na web. Porém, antes de tudo, é importante fazer um exercício para entender o que se poder fazer para enterrar um e-commerce. Esse exercício é importante num ambiente de negócios que pode ser inóspito, onde afundam uma enorme quantidade de iniciativa todos os anos.

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Saber se está no caminho certo compreende, antes de tudo, afastar o negócio on-line da bancarrota. Saiba se você está nesse caminho ou se está seguindo alguns dos 10 passos para levar o negócio direto para a falência.

1. Opere apenas na intuição

A primeira dica para ter um negócio predestinado à falência é não planejar, esteja você iniciando um empreendimento ou com seu negócio on-line já em andamento. O planejamento proporciona uma visão mais ampla do seu negócio, dos concorrentes e dos clientes, além de oferecer uma visão de médio e longo prazo da gestão de custos e a possibilidade de traçar planos alternativos para imprevistos. Portanto, não planejar e não reavaliar o plano constantemente são o caminho para a bancarrota.

2. Esqueça o celular, ele é apenas um modismo

De acordo com a Pesquisa Anual do Uso de TI, divulgada pela Fundação Getúlio Vargas em 2017, o Brasil já conta com mais de 200 milhões de smartphones em seu território, sendo cerca de 1 aparelho por habitante. Mas não é por isso que sua empresa vai perder tempo se antecipando a apostar na tendência de acesso e vendas via mobile, certo? Afinal de contas, se a ideia é falir, você deve esquecer completamente como deixar seu site responsivo e facilitar o check out na hora das compras. Isso fica para as empresas que querem ter um futuro de sucesso.

3. Separe loja física de ambiente digital

Omni o quê? Omnichannel! Essa expressão chegou com tudo no Brasil, nos últimos anos e ainda deixa muita gente de cabelo em pé. Ter uma estratégia omnichannel significa entender em que canais seus clientes estão, expor sua marca e contemplar grande parte desses canais na hora da venda. Para obter uma falência de sucesso, você tem dois caminhos principais a seguir, dependendo do seu “não planejamento”: 1) Tentar se colocar impulsivamente em todos os canais possíveis, sem ter uma estratégia adequada para isso; 2) Ou ignorar a tendência multicanal e continuar fazendo publicidade o mais tradicionalmente possível.

4. Ignore o marketing digital 

Outra dica fundamental para passar despercebido perante seus concorrentes e clientes e ficar bem longe da internet. Afinal de contas, apesar do crescimento significativo da rede mundial de computadores, bom mesmo para acabar com as chances do seu negócio é ficar longe dessa agitação toda, certo?

5. Não perca seu tempo com redes sociais

Para permanecer firme rumo à falência do seu e-commerce, ignore completamente a existência das redes sociais. Ah! Já tem um perfil criado em alguma delas? Não se preocupe, ainda dá tempo de fracassar em sua estratégia. Basta não cuidar da identidade da sua marca online, postar pouco ou quase nada e, quando publicar algo, é preciso ser completamente desalinhado com o que propõe o seu negócio. Seus clientes vão correr de você e, quem sabe, ainda falar mal do seu negócio nas redes.

6. Ignore particularidades de seus clientes…

Um segredo precioso para quem deseja acabar com um negócio, especialmente on-line, o quanto antes: não dê ouvidos a seus clientes. Atendê-los mal, não fazer um acompanhamento pós-venda e não pensar em produtos que eles queiram consumir é chave para abrir as portas do fracasso. Afinal de contas, quem precisa de clientes?

7. … E dos concorrentes

Prestar atenção na concorrência aumenta muito suas chances de melhorar suas estratégias e um negócio bem destinado ao insucesso jamais se preocupa com isso. Portanto, para reduzir muito as chances de sucesso de sua loja on-line, esqueça tudo o que ouviu falar sobre benchmark e vantagem competitiva.

8. Mantenha-se analógico

Todos os dias surgem novas ferramentas e tecnologias para facilitar o trabalho do empreendedor. Mas, em time que está dando certo não se mexe, certo? Então, para que seu negócio possa estar com dias contados de sobrevivência, esqueça essa coisa de novas tecnologias e permita que sua loja on-line seja engolida pelas mudanças, sem fazer adaptações e melhorias em seus processos e ferramentas. Que tal experimentar um site não responsivo e que demora um bom tempo para carregar? Ou, quem sabe, só aceitar pagamentos à vista, porque não confia na segurança dos meios de pagamento? Estar obsoleto é uma excelente estratégia para ser abandonado por seus clientes.

9. Tendências não devem ser levadas a sério

Assim como no caso das tecnologias, uma opção para ser surpreendido e ter uma virada negativa no seu negócio é viver o hoje, ignorar completamente as tendências do seu segmento e do ramo de e-commerce em geral. O dinamismo dos negócios online vai fazer sua loja online comer poeira e ficar pra trás antes do que você imagina.

10. Passe por cima dos seus erros

A vaidade já naufragou muitos projetos destinados ao sucesso. Portanto, uma das melhores maneiras de falir seu negócio é não aprender com seus erros, não ouvir seus colaboradores, sócios, parceiros, nem interpretar os sinais do mercado para estabelecer planos mais eficientes. Ou seja, repetir estratégias mal sucedidas incansavelmente pode enterrar seu negócio definitivamente.

Por Manuella Lima, especialista em branding da Nuvem Shop, plataforma de serviços de e-commerce 

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As relações de consumo acompanham mudanças intensas e contínuas na sociedade e no mercado. Vivemos a era do pós-consumidor, mais exigente e consciente e, sobretudo, mais impaciente, mais insatisfeito e mais intolerante com serviços ruins, falta de conveniência, serviços deficientes e quebras de confiança. Mais do que nunca, ele é o centro de tudo, das decisões, estratégias e inovações. O consumidor é digital sem deixar de ser humano, inovador sem abrir mão do que confia, que critica sem consumir, reclama sem ser cliente, questiona sem conhecer. Tudo porque esse consumidor quer exercer um controle maior sobre suas escolhas e decisões. Falamos de um consumidor que quer respeito absoluto pela sua identidade – ativista, consciente, independentemente de gênero, credo, idade, renda. Um consumidor com o poder de disseminar ideias, que rapidamente se organiza em redes orquestradas capazes de mobilizar corações, mentes e manifestações a favor ou contra ideias, campanhas, marcas, empresas. Ele cria tendências e as descarta na velocidade de um clique. Acompanhar cada passo dessa evolução do consumidor é um compromisso da Consumidor Moderno, agora cada vez mais uma plataforma de distribuição de insights e conteúdo multiformato, com o melhor, mais completo, sólido e original conhecimento sobre comportamento do consumidor e inteligência relacional, ajudando executivos de empresas que tenham a missão de fazer a gestão eficaz de comunidades de clientes a tomar melhores decisões estratégicas. A agenda ESG, por exemplo, que finalmente ganha relevo na agenda corporativa, ocupa nossa linha editorial há muito tempo, porque já a entendíamos como exigência do consumidor no limiar da era digital. Consumidor Moderno também procura mostrar o que há de mais avançado em tecnologias, plataformas, aplicações, processos e metodologias para operacionalizar a gestão de clientes de modo eficaz, conectando executivos e lideranças em um ecossistema virtuoso de geração de negócios e oportunidades.

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