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Vídeos de youtubers mirins seriam trabalho infantil?

Vídeos de youtubers mirins seriam trabalho infantil?

Esse questionamento sobre pequenos youtubers, que vem ganhando força no meio jurídico, é uma das teses do Instituto Alana e já alcançou os tribunais em Minas Gerais
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Blogueiros e youtubers, especialmente os mirins, viraram febre entre os jovens na internet. Afinal, eles são capazes de influenciar na roupa e até o que alguns seguidores devem comer. Há quem acredite que eles seriam “colaboradores” de algumas empresas pela maneira como citam alguns produtos ou serviços.

O que parece banal para algumas pessoas preocupa juristas e até entidades da sociedade civil organizada. O Instituto Alana, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em projetos que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância, defende a tese de alguns vídeos seriam anúncios disfarçados e, em alguns casos, feitos por youtubers com menos de 12 anos. O que isso significa para a Alana? Seria um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) e até um exemplo de trabalho infantil.

“Esses blogueiros mirins são crianças com milhões de seguidores. As marcas, então, passaram a procurá-las e temos casos em que há contratos com essas crianças. Defendemos que menores de 12 anos estão proibido de fazer publicidade, se fizermos uma interpretação sistemática do ordenamento jurídico. Mas não apenas nós entendemos dessa maneira. O Ministério Público Federal (MPF) de Minas Gerais trabalha com uma ação específica contra um youtuber. Daqui para frente veremos cada vez mais casos de crianças fazendo esses anúncios”, afirma Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana.

Verdade ou não, diversos são os vídeos de crianças ou jovens fazendo publicidade. Ou mesmo vídeos de crianças em encontros com youtubers em determinadas lojas. Veja alguns exemplos e tire suas conclusões.

Blogueiros e youtubers, especialmente os mirins, viraram febre entre os jovens na internet. Afinal, eles são capazes de influenciar na roupa e até o que alguns seguidores devem comer. Há quem acredite que eles seriam “colaboradores” de algumas empresas pela maneira como citam alguns produtos ou serviços.

O que parece banal para algumas pessoas, preocupa juristas e até entidades da sociedade civil organizada. O Instituto Alana, organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em projetos que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância, defende a tese de alguns vídeo seriam anúncios disfarçados e, em alguns casos, feitos por youtubers com menos de 12 anos. O que isso significa para a Alana? Seria um desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) e até um exemplo de trabalho infantil.

“Esses blogueiros mirins são crianças com milhões de seguidores. As marcas, então, passaram a procurá-las e temos casos em que há contratos com essas crianças. Defendemos que menores de 12 anos estão proibido de fazer publicidade, se fizermos uma interpretação sistemática do ordenamento jurídico. Mas não apenas nós entendem dessa maneira. O Ministério Público Federal (MPF) de Minas Gerais trabalha com uma ação específica contra um youtuber. Daqui para frente veremos cada vez mais casos crianças fazendo esses anúncios”, afirma Isabella Henriques, diretora do Instituto Alana.

Verdade ou não, diversos são os vídeos de crianças ou jovens fazendo publicidade. Ou mesmo vídeos de crianças em encontros com youtubers em determinadas lojas. Veja o exemplo e tire suas conclusões.

Encontro de youtubers organizado pela Ri Happy

https://www.youtube.com/watch?v=DXFMYwFNjYQ

 

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Esses são os valores que nos impulsionam a explorar continuamente as melhores práticas para o desenho de uma experiência do cliente fluida e memorável, no Brasil e no mundo.

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