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As sete principais tendências que estão moldando o cenário global de fraude e identidade

As sete principais tendências que estão moldando o cenário global de fraude e identidade

Relatório aponta o que mais deve impactar negócios em um ambiente dominado por transações digitais

Com a aceleração digital vivida durante e após a pandemia de covid-19, interações online deixaram de ser um nicho e se tornaram o comportamento padrão do consumidor. Da mesma maneira, o mercado global passou a ser dominado por transações digitais. Transformações à parte, este mundo cada vez mais tecnológico acaba trazendo também uma consequência indesejada: um campo bastante fértil para fraudes.

A fim de alertar negócios e empresas, o relatório Global State of Fraud and Identity, produzido pela LexiNexis Risk Solutions, empresa de dados e análises que fornece serviços de prevenção de fraudes para diversos setores, aponta as sete principais tendências a serem observadas, uma vez que estão moldando o cenário mundial e possuem grandes chances de impactar o ambiente corporativo.

Em comum, o documento aponta que o desafio de fazer negócios com consumidores altamente digitalizados e sendo alvo de redes profissionalizadas de fraude está em constante evolução e deve considerar que as rotas para os fraudadores digitais são infinitas. “Estas redes absurdamente profissionais de fraude mantêm um ritmo perfeito e lucrativo ao monetizar um amplo arranjo de esquemas de roubo de identidades”, afirma.

Confira as tendências e como seu negócio pode se defender delas.

1. As economias em expansão digital estão criando oportunidades
exponenciais para fraude

O relatório aponta um aumento no volume das transações digitais globais. Somente entre janeiro e junho de 2022, por exemplo, o aumento foi de 37%, o que representa 39,4 bilhões de transações. Este crescimento, no entanto, praticamente equivale ao quanto os ataques fraudulentos aumentaram no período: 32% nos ataques com iniciativa humana e 38% nos feitos por bots.

Assim, com as interações digitais se tornando a norma e a conectividade global aumentando, os negócios precisam se preparar para a defesa do consumidor contra esquemas de fraude cada vez mais complexos que se aproveitam deste cenário.

2. Marketplaces globais e ameaças interconectadas exigem
uma resposta coletiva

Esquemas de fraude e identidade trabalham em redes complexas, em que cada dado é usado para se conectar com o próximo dado em uma escala global de informações. Afinal, estamos falando de marketplaces também cada vez mais globalizados.

Diante disso, a LexiNexis Risk Solutions sugere que as companhias precisam responder de maneira coletiva para não só combater estas redes fraudulentas de maneira conjunta, mas também entender quem são seus consumidores confiáveis. Ações deste tipo permitem que os negócios abram novos canais de receita e construam uma base fiel de consumidores.

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3. Alvos se espalham por múltiplas geografias e indústrias

Ataques de engenharia social, que visam vulnerabilidades no usuário final para que eles próprios forneçam dados sensíveis, estão entre as ameaças à cibersegurança que mais crescem, tanto nos mercados desenvolvidos quanto nos emergentes. Além disso, é uma das tendências mais difíceis de detectar.

Existem alguns motivos para que os criminosos digitais estejam mirando os usuários finais para cometer fraudes, como a rápida digitalização e disponibilidade de dados; o crescimento do open banking, com suas transferências ágeis e pagamentos instantâneos; o aumento na automação e nas interações remotas; e o fato de que os próprios controles de fraudes expuseram o elo mais vulnerável de toda a cadeia: os consumidores.

4. A migração para as transações digitais está desafiando
o gerenciamento de risco

Segundo o relatório Global State of Fraud and Identity, na primeira metade de 2022 o volume de transações mobile representou 76% de todas as transações feitas no período. Estas transações incluem pagamentos por e-wallets e cryptomoedas, além dos tradicionais cartões de crédito e débito.

Caminhando em conjunto com este crescimento, as perdas por fraudes atribuídas a estes métodos somaram 29% de todo o valor perdido pelo mesmo motivo, o que mostra o desafio crescente de gerenciar o risco em um paradigma em que as transações digitais são o padrão.

5. Encontrar equilíbrio entre proteção e experiência do
consumidor é obrigatório

Hoje, os consumidores esperam tanto experiências online personalizadas e convenientes quanto medidas relevantes de segurança. E encontrar o equilíbrio entre ambos os itens é necessário.

As últimas soluções para autenticação e conferência de identidade passam por uma visão holística de identidade e risco, na qual a tecnologia está no cerne da questão. Elas englobam uso de localização geográfica, dados do comportamento do consumidor, entre outros, para abrir o caminho para identificar usuários confiáveis e transações suspeitas. Tudo isso sem acrescentar muitos passos inconvenientes na jornada do cliente.

6. O aumento da conectividade global leva as redes de fraude
a expandir a complexidade de seus esquemas

O estudo da LexiNexis Risk Solutions pontua que identidades roubadas se tornam mais difíceis de descobrir quando as companhias não se atentam para a escala global e complexa das redes de fraude. Ele cita como exemplo um caso em que um único e-mail central era responsável por um esquema de fraudes que continha sete endereços de IP e 63 identidades geográficas (ou seja, 63 números de telefones e identidades roubadas).

Dessa forma, para combater este tipo de esquema, diferentes dimensões de uma identidade precisam ser analisadas para detectar e expor a complexidade deste tipo de golpe.

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7. Identidades multidimensionais dos consumidores pede uma resposta dinâmica a cada passo da jornada

Alguns dados trazidos pelo relatório são alarmantes: uma a cada doze novas criações de contas representam uma tentativa de fraude, enquanto uma a cada 20 reconfigurações de senhas são, de fato, ataques. A rede de fraudes age em diversos pontos da jornada do consumidor, que já não é linear e perpassa diversos canais.

Por isso, respostas estáticas à fraude não são mais adequadas para operações bem-sucedidas e seguras ao redor do mundo interconectado de hoje.

Como se defender de fraudes digitais

Diante de tendências tão complexas e preocupantes, os negócios que queiram atuar na defesa do consumidor e no combate a fraudes digitais precisam estabelecer uma relação de confiança com seus usuários, incrementar a sua experiência e atuar na identificação dos riscos.

O relatório Global State of Fraud and Identity lista as cinco melhores estratégias para isso:

  1. Uma vez que pagamentos em tempo real se tornam globais, é preciso preparar seu negócio para as mudanças no processo de gerenciamento de fraudes e ataques;
  2. Priorizar soluções baseadas em machine learning avançada;
  3.  Revisar ações e iniciativas pautadas em compartilhamento de dados conforme as economias interconectadas vão mudando;
  4. Adotar uma visão multicamada para prevenção de fraudes;
  5. Investir em educação digital, uma vez que que os seres humanos continuam sendo o elo mais fraco de toda a cadeia.

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