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Sete motivos para sair hoje mesmo do Facebook

Sete motivos para sair hoje mesmo do Facebook

Quer sair da rede, mas não tem coragem? Conheça alguns motivos para abdicar da sua conta no Facebook

Quem não está no Facebook não existe no mundo virtual. A rede social mais famosa do planeta está conectada a tantos outros serviços, que parece ser impossível viver sem.

Mas alguns motivos bem razoáveis podem querer fazer com que você encerre a sua conta sem culpa. Conheça alguns deles:

 

1. O Facebook te faz perder tempo precioso

Os brasileiros são os que passam mais tempo online nas redes sociais, totalizando 13,8 horas mensais. Os dados foram levantados pelo SurveyMonkey, em parceria com a Social@Ogilvy. Dados divulgados pelo próprio Facebook no segundo semestre de 2014, apontaram que mensalmente o internauta daqui passa em média 12 horas e 13 minutos na rede social, algo equivalente a  1,68% do mês.

 

2. O Facebook é um poço de dinheiro ? com as nossas informações

Em 2012, o Facebook apelou ao governo para avrir seu capital. Essas ações que valem cerca US$ 75 bilhões nada mais são do que os dados que compartilhamos em nossos perfis. O Facebook usa nossa informação para vendê-las a empresas que orquestram campanhas publicitárias invasivas.

O que antes era uma plataforma livre apenas para fins recreativos, hoje está repleta de anúncios – uma mina de ouro virtual para a empresa que vale US $ 200 bilhões. Em dezembro de 2013, o Facebook lançou anúncios de vídeo, tornando-se um ambiente cada vez mais inseguro para o empresário sem dinheiro. Facebook faz muito mais dinheiro a partir de todos nós do que nós conseguimos fazer a partir dele.  Uma equação bem pouco justa.

 

3. Ele te deixa menos feliz e afeta pessoas propensas à depressão

Em um estudo intitulado ‘Seeing Everyone Else’s Highlight Reels: How Facebook Usage is Linked to Depressive Symptoms’ (algo como Vendo todos os outros se destacarem: como o uso do Facebook está ligado a sintomas depressivos), publicado no Journal of Social and Clinical Psychology da Universidade de Houston, a pesquisadora May-Ly Steers expande seus apontamentos prévios sobre os efeitos prejudiciais do Facebook, particularmente em relação às expectativas irrealistas de qualidade de vida que ele ajuda a criar.

Dois estudos com foco nos impactos do Facebook na saúde mental de seus participantes constataram que a comparação com outras pessoas e os sentimentos depressivos estão conectados.

Outro estudo realizado pelo Departamento de Ciências Comportamentais da Utah Valley University descobriu que o Facebook faz com que enxerguemos a vida de maneira negativa. O estudo realizado com 400 alunos concluiu que “aqueles que usaram Facebook por mais tempo pensavam mais que os outros eram mais felizes e menos que a vida é justa, e aqueles que passam mais tempo no Facebook a cada semana achavam que os outros eram mais felizes e tinha uma vida melhor.”

 

4. Não existe privacidade no Facebook

Em um movimento controverso no ano passado, o Facebook retirou a opção para suprimir o seu nome de ser visível nas pesquisas. E cada vez mais remove os direitos dos utilizadores para manter suas informações privadas, principalmente aumentando o número exaustivo de opções disponíveis no painel Privacidade. A única maneira de manter o seu perfil oculto para alguém é bloquear essa pessoa.

Em suma, os lucros do Facebook são possíveis porque você é um livro aberto e eles não querem que você se feche. Este sistema faz com que empresários vulneráveis ao controle de potenciais empregadores, investidores e colegas que podem acessar facilmente seus perfis do Facebook pessoais.

 

5. O Facebook não é confiável

Em 2014, o Facebook revelou um estudo secreto com 689.000 usuários que não consentiram o uso dos seus dados. A rede colheu informações a partir da interação no feed de notícias dos usuários para desenvolver um relatório detalhado sobre “contágio emocional”, a capacidade de manipular as emoções de uma pessoa através do Facebook. Este é apenas um exemplo do uso antiético do Facebook de informação do público. Aos empresários fica o alerta de proteção à sua propriedade intelectual que pode não estar segura nessa plataforma.

Lembre-se sempre: a partir do momento em que você insere suas informações no Facebook, elas não são mais só suas. O serviço atualiza seus termos de serviço constantemente, o que confunde convenientemente (para eles) o usuário.

 

6. O Facebook pode até prejudicar a sua saúde
Estudos apontam que o uso excessivo da rede pode impactar o sistema imunológico e inibir a produção de hormônios do crescimento (cuidado, pais), dificultar a digestão e a visão, limitar a capacidade de raciocínio e acabar com a criatividade. Além de prejudicar muito os padrões saudáveis de sono.

 

7. Porque ele te deixa viciado
Para muitos usuários do Facebook, o desejo de dar uma olhadinha é irresistível. Um novo estudo descobriu que os cérebros de pessoas que se dizem impulsos compulsivos para usar o site de redes sociais mostram alguns padrões cerebrais semelhantes aos encontrados em viciados em drogas.

* Com informações da Entrepreneur, Huffington Post e Men’s Journal.

 

LEIA MAIS:

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As relações de consumo acompanham mudanças intensas e contínuas na sociedade e no mercado. Vivemos a era do pós-consumidor, mais exigente e consciente e, sobretudo, mais impaciente, mais insatisfeito e mais intolerante com serviços ruins, falta de conveniência, serviços deficientes e quebras de confiança. Mais do que nunca, ele é o centro de tudo, das decisões, estratégias e inovações. O consumidor é digital sem deixar de ser humano, inovador sem abrir mão do que confia, que critica sem consumir, reclama sem ser cliente, questiona sem conhecer. Tudo porque esse consumidor quer exercer um controle maior sobre suas escolhas e decisões. Falamos de um consumidor que quer respeito absoluto pela sua identidade – ativista, consciente, independentemente de gênero, credo, idade, renda. Um consumidor com o poder de disseminar ideias, que rapidamente se organiza em redes orquestradas capazes de mobilizar corações, mentes e manifestações a favor ou contra ideias, campanhas, marcas, empresas. Ele cria tendências e as descarta na velocidade de um clique. Acompanhar cada passo dessa evolução do consumidor é um compromisso da Consumidor Moderno, agora cada vez mais uma plataforma de distribuição de insights e conteúdo multiformato, com o melhor, mais completo, sólido e original conhecimento sobre comportamento do consumidor e inteligência relacional, ajudando executivos de empresas que tenham a missão de fazer a gestão eficaz de comunidades de clientes a tomar melhores decisões estratégicas. A agenda ESG, por exemplo, que finalmente ganha relevo na agenda corporativa, ocupa nossa linha editorial há muito tempo, porque já a entendíamos como exigência do consumidor no limiar da era digital. Consumidor Moderno também procura mostrar o que há de mais avançado em tecnologias, plataformas, aplicações, processos e metodologias para operacionalizar a gestão de clientes de modo eficaz, conectando executivos e lideranças em um ecossistema virtuoso de geração de negócios e oportunidades.

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