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Perfil – No início era apenas Carlos Martins

Perfil – No início era apenas Carlos Martins

Ele começou em uma cidade do interior, se transformou em um dos empresários mais ricos do mundo e surpreendeu o mercado ao trocar as aulas de inglês pelas lojas de orgânicos da rede Mundo Verde

Em uma rua estreita do centro de Campinas, no interior de São Paulo, Carlos Wizard Martins visitava uma loja da rede de produtos naturais e orgânicos Mundo Verde. Depois de uma negociação cujos valores não foram revelados, era a primeira vez que pisava na operação como dono da marca. Experimentou milk-shake de morango, porque café não toma, conversou com os franqueados e deu uma olhada nas prateleiras com uma serenidade que escondia uma inquietação. Na parede, uma lousa que passava informações sobre a feira de orgânicos da unidade lhe trouxe lembranças dos tempos de professor.

A visita representava o recomeço de uma história que havia começado ali mesmo, em Campinas. ?Tenho uma relação emocional com a cidade?, revela. É que há 25 anos, em uma casa alugada, modesta, com uma edícula, nascia o embrião da maior empresa de educação do País e uma das maiores do mundo, o Grupo Multi. ?A parte da frente reservei para a escola, e minha esposa, meus filhos e eu morávamos na edícula. Era um tempo em que dava só para pagar as contas ao final do mês?, conta Martins. Um tempo em que ele era apenas Carlos Martins, curitibano, analista de sistemas de uma multinacional de papel e celulose, recém-chegado dos Estados Unidos, com aspirações de se tornar um executivo de primeira grandeza. E cuja trajetória o levou para outro caminho.

Filho de uma costureira e de um caminhoneiro, começou a escrever sua história como empreendedor com as mesmas mãos que orava. Com 12 anos, os pais seguiram os passos dos missionários da Igreja de Jesus Cristo dos Santos Últimos Dias, os mórmons, e levou Carlos e os seis irmãos junto. ?Eles queriam encontrar um caminho para nos educar?, conta. Foi por causa da Igreja que ele começou a estudar inglês e uma ideia começava a ganhar força: queria ir aos Estados Unidos. ?Pensava que seria impossível, por conta das condições dos meus pais, mas com 17 anos, o espírito de aventura falou mais alto?. Com uma passagem parcelada, um endereço de restaurante que contratava brasileiros e US$100 no bolso, Carlos embarcou em direção a Nova York, sem imaginar que essa ?aventura? seria determinante na sua trajetória. Em Nova Jersey, cidade ao lado de Nova York, serviu mesas e lavou pratos.

Mais tarde, aos 26 anos, foi aceito no curso de Análise de Sistemas da Brigham Young University, em Utah. Lá, foi convidado a dar aulas de português no centro de idiomas da faculdade. ?A primeira vez que lecionei era algo natural, não senti que era um desafio, não me identificava e não via lado comercial na atividade?, afirma. O que Carlos Martins queria era outra coisa: ?Meu objetivo era fazer carreira como executivo?. Nessa busca, ele batia ponto em uma companhia de papel em Mogi Guaçu, em São Paulo, até que um colega de trabalho o desviou do caminho: pediu para que Carlos lhe ensinasse Inglês depois do expediente. ?Depois de um ano, eu ganhava mais dinheiro dando aulas à noite do que no meu trabalho?, conta.

O mágico
?No filme O Mágico de Oz, os personagens conquistam suas metas durante a trajetória. É uma história de superação e descoberta?, afirma. Poucas coisas na vida de Martins foram tão marcantes quanto a história do clássico de 1939 que conta a busca de Dorothy pelo caminho de volta ao Kansas, do Espantalho por um cérebro, do Leão por coragem e do Homem de Lata por um coração. Não à toa, ele nomeou o negócio que começava a nascer em 1987 como Wizard. Quando a frente da casa não dava conta da quantidade de alunos, ele passou a licenciar o método. Em dois anos já tinha cerca de 50 professores licenciados. O crescimento não veio por mágica: Martins percorria os colégios de Campinas e região em busca de professores interessados pelo negócio, que já nasceu para ser grande. ?Quando resolvi que abandonaria a empresa, minha carreira e o projeto de ser executivo, pensei em não abrir uma única escola, mas uma rede?.

Antes mesmo de colocar o plano de expansão em ação, ele foi desafiado por uma professora licenciada. ?Ela me disse para colocar o nome da escola no meu nome civil, porque quando falassem de mim, falariam da marca e isso seria bom para os negócios. Achei a ideia maluca, mas cedi?. E então Carlos Martins se tornou Carlos Wizard Martins, professor de inglês, empreendedor do setor de educação e executivo. A transição não foi simples. Quando era professor em Campinas, fazia de tudo: preparava as aulas, cobrava as mensalidades, fazia a faxina. ?Chegou um momento em que precisei conscientemente deixar de ser professor para ser um gestor, porque concluí que o negócio precisava de mais adeptos da metodologia, e precisaria treiná-los, orientá-los e incentivá-los?, diz.
E como queria uma rede, passou a procurar professores que, mais do que dar aulas, quisessem empreender. Aparecia neste momento uma das características que o executivo cultivou ao longo dos anos: o valor às pessoas. ?Sou 100% delegador. Isso é fundamental para quem quer expandir os negócios, porque por mais empenhado que eu seja, só tenho 24 horas por dia e sete dias na semana. Só multiplico a capacidade empreendedora se tiver pessoas ao lado?.

A família também tem papel importante na construção da trajetória de Martins. Vânia Pimentel, a esposa, o ajudava nas aulas. E os filhos seriam definitivos mais tarde. Depois dos anos turbulentos do início da década de 90, a rede Wizard ganhou São Paulo e, depois, o Brasil. Quando os anos 2000 chegaram, a rede já contava com mais de 500 escolas. E os gêmeos, Charles e Lincoln, retornaram dos Estados Unidos com algumas ideias. Era preciso olhar a concorrência, começar a consolidar, comprar marcas e formar um grupo econômico. ?Eu não tinha essa visão e dizia a eles que éramos grandes e não precisávamos nos preocupar com a concorrência, mas eles me desafiaram?. Ponto para os gêmeos.

A escola já tinha 1.200 unidades quando uma série de aquisições foi feita, encabeçada pelos irmãos. O Grupo Multi começava a ganhar corpo. ?Eu falo que criei e fundei a Wizard, mas foram meus filhos que começaram o Grupo Multi?, conta Martins. Não demorou muito para que eles dessem mais ideias. Dessa vez, era preciso ampliar o leque de oferta para aumentar market share. Foi então que o grupo se tornou um conglomerado de educação, a partir de 2008, com a aquisição da People, rede de ensino profissionalizante. E outras marcas vieram. A última aquisição foi da Yázigi, em 2010, quando Martins assinou um cheque de R$ 100 milhões.

Não demorou muito para atrair olhares. ?Tínhamos na nossa porta tanto private equities querendo participação, como empresas estrangeiras interessadas pelo setor?. Martins, educadamente, fechava as portas. ?Não tínhamos interesse. Nossa visão foi sempre de ganhar musculatura para abrir capital?. A oportunidade veio com o fundo Kinea, empresa de investimentos do banco Itaú que aportou cerca de R$ 200 milhões no negócio de Martins e se tornou sócio minoritário. Apesar da sociedade, os reflexos da crise de 2008 abalaram os planos de entrar na Bolsa ? o que não era um grande problema para o executivo, que a essa altura já era um dos homens mais ricos do País, detentor de um grupo com mais de 3.500 unidades e 1,5 milhão de alunos.

Quando o grupo britânico Pearson entrou no caminho de Martins, em dezembro de 2013, foram seis meses de conversa que culminaram na venda de 100% do controle do Grupo Multi, por um valor que alcançou os R$ 2 bilhões. ?Sabíamos que se não fizéssemos negócio com eles, perderíamos uma chance, mas também poderíamos perder mercado, porque eles comprariam a nossa concorrência?. Ponto para os gêmeos de novo. ?Meus filhos foram racionais, entenderam que o negócio estava maduro o suficiente e que estávamos no momento correto.?

O mundo de Carlos ficou verde

?Na hora de passar o controle, a emoção é a mesma de quando você cria uma filha por 25 anos e passa para o novo ?dono??, afirma, ao
s risos. ?É que a gente se apega às pessoas e, independentemente de negócios, foram 25 anos de convivência com os franqueados?. Dois fatores fizeram o executivo vender o grupo que criou: a visão de que o setor de educação vai investir pesado em tecnologia e a perpetuação da marca. ?Eu não queria vender para um banco explorar o negócio e passar pra frente, porque queria que tivesse uma perpetuação na plataforma que construímos. E passar para alguém que era líder em educação me deixou à vontade?, explica.

Ao deixar o comando em janeiro, a primeira coisa que fez foi entrar em um avião para passar 60 dias nos Estados Unidos com a família. ?Eu me dei um período sabático e, pela primeira vez em muito tempo, não tinha um horário a cumprir?, revela. A rotina de reuniões semanais com os diretores, encontros com franqueados, treinamentos e conferências pelo País tinha ficado para trás. ?Quando você está inserido nessa rotina, fica submisso e sujeito a uma agenda que nem sempre está sob o seu controle?. Depois de tanto tempo no mercado de franquias, era esperada a aposentadoria. ?Nem pensar. Não conseguiria ficar em férias permanentes?. E enquanto ele estava viajando por vários países, os gêmeos buscavam outros negócios para prospectar.

Com o potencial de crescimento das redes de alimentação saudável, não demorou muito para chegarem a Mundo Verde, marca que nasceu no mesmo ano que a Wizard, em 1987, e faturou R$ 321 milhões em 2013. Martins abreviou o sabático de um ano para oito meses, voltou ao Brasil e fechou negócio. ?O plano era voltar ao mercado somente em 2015, mas acredito que o sucesso acontece quando a preparação encontra a oportunidade?, diz. As negociações foram mais rápidas do que normalmente são, cerca de quatro meses. ?Estou só aquecendo os motores para pegar a chave e dar partida no carro?, diz, ansioso, sentado nos fundos da loja da rede que quer fazer crescer. A meta é chegar a 650 lojas em 2018, com faturamento de R$ 1 bilhão.

A nova etapa da vida do executivo não eliminou a rotina e os hábitos cultivados ao longo dos anos. ?Sou supermetódico?, conta ele, com camisa e calças alinhadas e cabelo cuidadosamente escovado. Martins não bebe café, chá preto e nem bebidas alcoólicas. Também não fuma e mantém um programa de exercícios diários. A família sempre teve espaço na agenda e as manhãs de domingo são reservadas à Igreja. Durante a semana, acorda pontualmente às 6h para preparar o café da manhã para os filhos adolescentes, de 14 e 16 anos, e já está na cama por volta das 22h30. A nova etapa também não muda seu nome: Carlos continuará sendo Carlos Wizard Martins, mas agora ele é fundador da maior rede de educação do País, um dos homens mais ricos do Brasil, palestrante, autor de livros e novo dono da rede Mundo Verde. Se ele vai parar por aí, é outra história. ?Sou inquieto?.

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