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Geração Z e home office: como os zooners se preocupam com o seu futuro profissional

Geração Z e home office: como os zooners se preocupam com o seu futuro profissional

70% dos profissionais da Geração Z acreditam que trabalhar remotamente pode impactar o seu crescimento de carreira

Desde que o termo “cringe” viralizou, a Geração Z entrou no centro de várias discussões. Isso porque toda essa brincadeira acendeu para a questão de que essa é uma geração que já está ocupando o seu espaço na sociedade e ditando suas próprias regras na maneira de se divertir, consumir e até mesmo trabalhar. E nesse último aspecto, o LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, lançou uma pesquisa que traz insights sobre a percepção dos profissionais brasileiros sobre o futuro do trabalho.

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Dentro da pesquisa, a rede social fez um recorte do estudo focado na Geração Z, para avaliar a percepção desses jovens sobre o mercado de trabalho e os impactos da pandemia em seu crescimento profissional, especialmente porque muitos iniciaram suas carreiras de forma remota, devido ao isolamento. Um dado que se destaca é que 70% dos profissionais da Geração Z acreditam que trabalhar em home office pode impactar o seu crescimento de carreira, sobretudo por não terem contato presencial com colegas mais experientes.

Sandro Carsava, head de Soluções de Vendas do LinkedIn para América Latina, observa que, para quem está entrando no mercado de trabalho, os escritórios são locais de troca, onde é possível entender a cultura organizacional da empresa e a maneira que as equipes funcionam. “Aprender com as experiências dos colegas de trabalho é algo importante para esta geração, por isso, é compreensível que esta preocupação seja tão forte”, avalia.

No entanto, vale ressaltar que mesmo diante deste cenário, 38% dessa força de trabalho ainda prefere um modelo híbrido, em que uma parte do tempo é passada em casa e a outra em algum espaço físico da empresa. Em outras palavras, esta tendência de retorno aos escritórios pós-pandemia — seja parcial ou integral — traz uma série de obstáculos para as corporações. “Conforme esta volta aconteça, veremos outras formas de liderar, entregar resultados e adaptar a rotina das equipes. É um processo de aprendizado que exige testes e conversas sobre o que funciona e o que precisa ser melhorado”, salienta Carsava.

Os principais medos da Geração Z relacionados ao trabalho

Além do desenvolvimento de carreira, a pesquisa do LinkedIn mostrou que 72% desses jovens profissionais sentem que a pandemia prejudicou o aprendizado de habilidades comportamentais. Há um receio não tanto na execução do trabalho, mas sim na convivência do dia a dia.

Carsava destaca que competências como comunicação, inteligência emocional e aprendizado contínuo, por exemplo, são adquiridas com as trocas e as experiências ao longo do tempo, o que faz com que haja uma preocupação natural nesse desenvolvimento mais interpessoal. Porém, as empresas que puderam adotar o home office durante a pandemia já perceberam que este é um modelo que traz diversos benefícios para os funcionários e, por isso, a discussão agora não é se ele veio para ficar, mas como será implementado daqui para a frente.

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“Teremos novas formas de avaliar a performance dos funcionários, uma relação muito mais forte de confiança e uma busca pelo equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, já que o trabalho está — literalmente — dentro de casa”, pondera o head do LinkedIn.

O que pensa a Geração Z sobre a carreira profissional

A pesquisa elenca alguns dados interessantes, entre eles estão:

  • 7 em cada 10 profissionais da Geração Z acreditam que trabalhar remotamente pode impactar o seu crescimento de carreira;
  • Segundo 43% dos respondentes, a falta de contato presencial com seus líderes diretos e colegas de equipe mais experientes é o principal motivo para o impacto na carreira, seguido da dificuldade de aprender com esses mesmos profissionais à distância (31%). Além disso, 53% creem que há um estigma negativo associado com o trabalho remoto;
  • 72% desses jovens profissionais sentem que a pandemia prejudicou o aprendizado de habilidades comportamentais, conhecidas como soft skills. Dentre elas, julgam que as mais importantes para a volta ao escritório são:
  1. Comunicação (62%)
  2. Inteligência emocional (48%)
  3. Aprendizado contínuo (30%)
  4. Resolução de problemas (30%)
  5. Adaptabilidade (28%)

Com relação à obrigatoriedade da vacinação, 87% consideram importante que as empresas exijam a comprovação da vacina contra a Covid-19 na volta aos escritórios e 86% responderam que a continuidade das medidas de saúde e segurança contra o coronavírus nos escritórios são essenciais.

O modo de trabalho está mudando. Isso afeta a experiência do cliente?

Um outro levantamento do LinkedIn mostrou que mais da metade (51%) dos clientes no Brasil afirmam que trabalhar remotamente facilitou a tomada de decisão de compra, enquanto apenas 18% reclamam que dificultou. Esse novo cenário reformulou as expectativas dos clientes sobre como desejam fazer negócios no futuro e como querem interagir com os vendedores. “Hoje, a grande maioria desses clientes abordados pelos vendedores sente-se perfeitamente confortável com uma experiência remota de compra. Apenas 8% dos clientes afirmam que precisam encontrar-se pessoalmente com um vendedor antes de fechar um negócio”, salienta o executivo do LinkedIn.

Pode-se presumir, portanto, que da mesma maneira que o modo operacional do trabalho está mudando (e os profissionais, estreantes ou não, precisam se adaptar, assim como as empresas), o cenário de vendas no país também já não é mais o mesmo. E que as vendas, bem como o trabalho virtual, vieram para ficar. O reflexo disso tudo a história irá contar.

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