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Dólar: cautela com importados e melhores taxas

Dólar: cautela com importados e melhores taxas

Apps e dicas ajudam aos que precisam viajar para o exterior
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O preço do dólar tem assustado muitos brasileiros que precisam viajar para os Estados Unidos. O dólar alcançou seu maior valor desde 2004, chegando R$3,21.

A PROTESTE Associação de Consumidores orienta a substituição de produtos, mas como a maioria deles é importada ou tem componentes importados, não tem como não haver reflexo nos preços, reduzindo o poder de compra e ampliando a inflação. Para a Páscoa, por exemplo, a saída será trocar o bacalhau por outro tipo de peixe.

Outra outra recomendação da associação é evitar o uso de cartão nas viagens internacionais, devido ao Imposto de Operação Financeira (IOF) de 6,38% e o risco adicional do cartão de crédito que cobra a cotação referente ao dia do pagamento da fatura.

Adiar a compra de importados também é recomendado. Evite  investir em dólar; geralmente, quando o preço  de um produto está em alta por um logo período a possibilidade dele cair é grande. Para quem não gosta de correr riscos a saída é reforçar a cautela.

Mas, para quem não pode evitar, existem algumas maneiras de achar a melhor taxa de câmbio. O Valor Efetivo Total (VET) é uma ferramenta criada pelo Banco Central que considera a taxa de câmbio, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e as tarifas eventualmente cobradas numa operação de câmbio, expresso em reais por unidade de moeda estrangeira (exemplo: R$ 2,00 por dólar dos EUA). O VET fornece ao cliente condições de comparar os preços disponíveis no mercado para compra e venda de moeda estrangeira.

Outros aplicativos, como o Câmbio Legal (para iOS e Android) e o site XE ajudam a cotar produtos em dólar.

 

Leia mais:

Cinco tendências comportamentais inevitáveis

Como podemos salvar o mundo com vinte dólares

Como convergir tecnologia e direito do consumidor?

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