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Aplicativos para os brasileiros? Só se for de graça

Aplicativos para os brasileiros? Só se for de graça

Estudo sobre o perfil de apps na web indica que no Brasil o sucesso comercial garantido deve prever downloads gratuitos e fontes alternativas de receitas
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Os aplicativos se tornaram ferramentas extremamente populares e úteis para os usuários do ambiente mobile. Uma pesquisa realizada pelo PayPal junto à BigData Corp procurou entender o comportamento do público brasileiro com relação à essas plataformas.

 

A principal conclusão do estudo ?O Perfil dos Aplicativos no Brasil? é a de que o brasileiro não gosta de pagar por apps (85% só baixam os gratuitos) e prefere games a outros softwares, a exemplo dos joguinhos que respondem por 18% de tudo o que é baixado.

Em segundo lugar estão as ferramentas educacionais (9%) e aquelas voltadas à produtividade (7%). Dentre os (poucos) apps pagos, os que mais despertam interesse do usuário são os que personalizam o aparelho. Os menos cotados são os de revistas e notícias.

?Pouco se conhecia sobre o universo dos aplicativos no Brasil, um mercado fértil para startups e desenvolvedores, importantes públicos-alvo do PayPal?, comenta Paula Paschoal, diretora de Vendas e Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil.?A pesquisa demonstra, por exemplo, que a startup ou o desenvolvedor que deseja ter sucesso nesse mercado deverá buscar um modelo de negócios que preveja um aplicativo gratuito, o qual conte com formas alternativas de receitas ? entre elas, a venda de parte do conteúdo ou o uso de banners?.

Thoran Rodrigues, sócio-fundador e CEO da BigData, ressalta outro aspecto da dinâmica desse mercado. ?Descobrimos que quanto menor o nível de atualização de um aplicativo, mais chance ele tem de cair no ostracismo?, afirma o executivo, responsável pela pesquisa. ?Verificamos que, na prática, os apps que alcançam sucesso comercial (via anunciantes e/ou patrocinadores) são os que são constantemente atualizados?.

 

De acordo com Rodrigues, as empresas que atualizam frequentemente os apps – seja para a introdução de novos conteúdos, para aprimorar as versões, ou para atender às demandas dos usuários – têm apresentado um ciclo de vida mais longo. Ele lembra que é comum a liberação de muitas atualizações no início do ciclo de vida de um aplicativo. ?Mas, numa segunda fase, ele é ?esquecido? pela empresa que o lançou. É importante evitar a prática, programando novas atualizações ao longo do tempo, o que demonstra o interesse da empresa em atender as demandas dos usuários?, conclui.

Leia mais:
Conheça os aplicativos que podem ?competir? com o Instagram
Os aplicativos que prometem bombar em 2015
Os aplicativos e o universo de valores do consumidor

 

 

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