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As principais ameaças para a segurança digital da sua empresa

As principais ameaças para a segurança digital da sua empresa

Executivo da Serasa Experian detalha os principais pontos de atenção que uma empresa deve ter em relação à segurança digital

A segurança digital é um tema cada vez mais importante e preocupante para as empresas, pois a cada dia novos golpes, vírus e cibercrimes são criados e acabam impactando a jornada de experiência dos consumidores.

Falar em fraudes é trazer à tona o debate sobre um dos temas mais importantes da economia brasileira atual. Dados da Serasa Experian mostram que em julho, o Brasil sofreu 785.289 tentativas de fraudes, nos segmentos de Bancos e Cartões (51,5%), Serviços (27,8%), Financeiras (15,8%), Varejo (3,6%) e Telefonia (1,4%).

Com um consumo cada vez mais digital, os fraudadores encontraram espaço para expandir a atuação e, por sua vez, as empresas começaram a dedicar mais tempo e recursos financeiros para criar estratégias de prevenção que sejam realmente eficientes e ajudem a garantir a saúde e a proteção dos seus negócios.

As fraudes preocupam bastante porque, assim como a tecnologia, também vão evoluindo a cada instante. Para empresas, é preciso investir em expertise e agilidade para atuar diante de novas tendências e modalidades de fraude, em uma estratégia mais proativa para se antecipar e manter a segurança em dia.

Fraudes são atos de má fé praticados por quem tenta enganar ou ludibriar alguém, muitas vezes se passando por outras pessoas ou empresas para obter algum tipo de vantagem – financeira ou não – de forma ilícita. O fraudador pode estar em qualquer lugar, mas existem algumas maneiras de se prevenir e permitir que os negócios sigam crescendo com segurança e baixa vulnerabilidade aos golpes. 

Uma delas, segundo Pedro Moreno, Gerente Executivo de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, é a Inteligência Analítica presente em soluções de prevenção em camadas para todas as jornadas que proporcionam a autenticação contínua de usuários, como as da Serasa Experian. 

Outra é entender quais são as fraudes de maior incidência para poder identificar e reagir rapidamente quando uma tentativa de golpe estiver prestes a acontecer.

As principais ameaças envolvendo segurança digital e negócios

Para Pedro Moreno, hoje, as principais preocupações das empresas são a fraude de identidade e vazamento de dados.

A fraude de identidade é o principal tipo de golpe aplicado pelos fraudadores, no qual o fraudador utiliza informações pessoais de terceiros ilegalmente para acessar serviços financeiros e contas pessoais. Dentro de fraude de identidade, o executivo destaca os tipos mais comuns:

  • Uso de documentos roubados: Com o objetivo de se passar pela vítima.
  • Fraude sintética: O fraudador combina dados verdadeiros com fictícios. Criando documentos falsos, ou deepfakes, nos quais criminosos usam Inteligência Artificial para substituir seus rostos e vozes pelos de outras pessoas em vídeos.
  • Autofraude: Quando a pessoa usa suas próprias informações para fazer uma transação legítima e, em seguida, alega não a reconhecer.
  • Fraude amigável: Ocorre frequentemente em ambientes familiares, em que alguém se aproveita de parentes, muitas vezes idosos, para usar seus dados sem autorização e causar prejuízos. Isso também pode ocorrer digitalmente, envolvendo crianças que usam inadvertidamente os dados de adultos próximos para consumir produtos ou comprar créditos em jogos e aplicativos.

“Quando uma empresa é vítima de golpes com uso de documentos roubados, fraude e fraude sintética, é difícil recuperar os valores perdidos, pois culpar a vítima é injusto, já que muitas vezes ela não tem conhecimento da fraude. Portanto, é essencial investir em soluções inteligentes que possam verificar a autenticidade de documentos e se eles pertencem à pessoa em questão”, explica o Gerente Executivo de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian.

E outra grande preocupação é com o vazamento de dados. Nesse sentido, a segurança é fundamental, pois o vazamento de dados confidenciais é crime sob a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). 

Empresas que não protegem suas informações e sofrem vazamentos enfrentam consequências legais e financeiras. A LGPD permite que as vítimas exijam reparação por danos morais e materiais.

“Os fraudadores podem usar informações de vazamentos para cometer crimes financeiros, pois os dados incluem informações pessoais, como nomes e números de documentos. A criptografia e um controle de acesso seguro são soluções importantes para prevenir esses problemas”, detalha Pedro Moreno.

Prevenir é melhor do que remediar

Para prever esses riscos e estar atento a possíveis golpes, as empresas precisam investir em ferramentas capazes de proteger todas as etapas da jornada dos clientes em uma estratégia de autenticação contínua, como:

  • Onboarding (fraude cadastral, subscrição, autofraude, engenharia social e conta laranja);
  • Login (account takeover, invasão de contas e roubo de credenciais);
  • Fase transacional (operações sensíveis, monitoramento transacional e identidade mobile).

Para ajudar as empresas a se blindarem em todas as etapas, a Serasa Experian detém de um portfólio completo de soluções, bem como:

  • Cadastro e “Know Your Costumer”: com inteligência analítica e o poder da base de dados mais completa da América Latina, identifica-se os clientes e parceiros e automatiza-se seus processos de cadastro e onboarding;
  • Verificação de cartões: identifica-se o risco de fraude que está por trás de cada transação on-line realizada com o cartão de crédito, trazendo aprovações seguras sem atrito para o cliente;
  • Verificação cadastral: identifica em tempo real os dados cadastrais de CPFs e CNPJs para otimizar processos de onboarding digital, abertura de contas ou cadastros em sites e aplicativos;
  • Score de fraude: classifica os riscos relacionados aos CPFs, reduz custos e melhora a experiência do consumidor, além de apoiar a tomada de decisão de forma precisa e com baixa fricção aos usuários;
  • Alerta perfil laranja: única empresa do mercado que apoia empresas na identificação de perfis laranjas;
  • Lista PEP: apoia empresas na identificação de riscos envolvendo pessoas politicamente expostas e as exigências dos órgãos reguladores no que diz respeito às políticas de prevenção à lavagem de dinheiro;
  • Quiz antifraude: autenticação de usuários com perguntas que só eles sabem responder;
  • Biometria facial: a partir de uma selfie, a Serasa Experian verifica e autentica usuários de maneira rápida e segura por meio de reconhecimento facial;
  • Liveness: captura segura da biometria, a prova de vida identifica se há uma pessoa viva realizando a captura da selfie;
  • Biometria cadastral: recomendada para autenticar clientes novos ou para ser usada em operações de alto risco, a funcionalidade compara selfie e CPF versus dado da base biométrica, na base de mais de 110 milhões de faces únicas da Serasa Experian;
  • Biometria transacional: recomendada para clientes que já estão na base da empresa e que desejam realizar transações;
  • Risco de dispositivo: por meio de um Device ID completo e potente, a Serasa Experian identifica em tempo real o dispositivo dos usuários, independentemente do ambiente e atributos que foram coletados;
  • Verificação de documentos: autentica documentos independentemente das regras e padrões de formatação em vigor no país. Valida as informações desde a captura, análise ou reconhecimento facial, tornamos os processos de onboarding mais rápidos e seguros. Inclusive compara a foto do documento com a selfie cadastrada.

“Em setembro de 2023, a Serasa Experian adquiriu o AllowMe, empresa referência em tecnologia para análise de riscos de dispositivos (móveis e desktops) para detectar comportamentos suspeitos. Com a aquisição, a companhia fortalece sua estratégia de expansão de seu portfólio de verificação de identidade na jornada digital, tanto no onboarding ou cadastro de novos consumidores quanto na autenticação ou login de usuários para a realização de transações”, salienta Pedro Moreno.

A importância da cultura organizacional

A empresa e seus dirigentes são os principais responsáveis por identificar e prevenir atos ilegais e erros no ambiente interno. Isso requer um bom conhecimento dos aspectos, processos e fluxos internos, organização, ética e atenção aos detalhes.

Toda instituição precisa de mecanismos de proteção contra fraudes internas, independentemente do porte e do segmento. “Uma companhia se faz não só da visão de negócio do corpo diretivo e dos donos, mas também, de seus funcionários. São eles que executam a maioria dos procedimentos que envolvem a organização. Portanto, busque sempre zelar pela escolha de pessoas éticas e de confiança”, recomenda Pedro Moreno.

“A estratégia adequada de recrutamento e treinamento é um bom ponto de partida. Busque talentos com perfis comportamentais compatíveis, treine e instrua os colaboradores sobre aspectos legais e éticos dos processos e do mercado no qual a instituição se insere”, completa.

Vale ressaltar que de nada adianta ter tudo isso se os seus colaboradores tiverem medo de fazer denúncias. É necessário abrir espaço para que qualquer atividade ilícita possa ser reportada, até mesmo, contra membros do corpo diretivo.

LGPD e o impacto das fraudes no financeiro das empresas

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) contribui significativamente para a segurança digital, pois foi desenvolvida com o objetivo de dar aos cidadãos controle sobre seus próprios dados e impedir que as organizações os coletem ou os utilizem sem consentimento. 

A LGPD é um conjunto de normas que protege os dados pessoais e organiza a forma como eles são usados por empresas e terceiros, seguindo os princípios da segurança de dados.

“Além disso, a LGPD é um instrumento que garante que as empresas usem as informações pessoais com seriedade e transparência. Soluções e ajustes de TI podem, por exemplo, adequar a coleta dos dados ao realmente necessário, ajudar no atendimento das solicitações dos cidadãos e evitar incidentes de segurança que podem expor indevidamente os dados dos clientes”, exemplifica Pedro Moreno.

Isso reflete diretamente na segurança da informação em ambientes digitais, um ponto importante diante dos índices de Fraudes no Brasil – 1 tentativa a cada 3,3 segundos, de acordo com o Serasa Experian (frequência até julho).

Ainda segundo a empresa, baseados no indicador de tentativas de fraude, entre janeiro e julho, foram evitadas perdas financeiras de R$ 31,4 milhões para negócios e consumidores. Além disso, as fraudes podem acarretar outros problemas para as companhias, como:

  • Causar prejuízos diretos, como perda de dinheiro, bens ou dados sensíveis.
  • Gerar custos indiretos, como multas, processos judiciais, danos à reputação ou perda de clientes.
  • Afetar a competitividade, a inovação e a sustentabilidade dos negócios no longo prazo.
  • Exigir investimentos em recuperação, reparação e reforço da segurança.

“Por tudo isso, é essencial que as empresas adotem medidas de prevenção à fraude, como as soluções de autenticação e inteligência analítica da Serasa Experian”, finaliza Pedro Moreno.

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