A Starbucks chegou ao Brasil em 2006 com a proposta de oferecer muito mais do que café: um espaço de conexão humana, acolhimento e experiências significativas. Seu crescimento foi rápido e os consumidores se identificaram com a proposta e o ambiente das lojas. Logo, a onda de café especiais cresceu no Brasil e a empresa enfrentou, além da concorrência com outras marcas, desafios internos.
Com a digitalização e a padronização da experiência, o público hoje busca essa a conexão e acolhimento com as marcas. E a experiência física tem se tornado um fio condutor importantíssimo. Nesse sentido, a Starbucks revelou recentemente que está atenta a essa percepção do consumidor e trouxe para suas lojas o projeto Starbucks Sessions, um projeto cultural que promove pocket shows gratuitos e intimistas, inspirado no movimento global das coffee parties.
Um espaço de interação e manifestação artística
A primeira edição do Starbucks Sessions aconteceu no início de outubro (5), na loja Starbucks Haddock Lobo, em São Paulo. A programação contou com o pocket show da banda Tuyo, reconhecida por suas composições envolventes. E incluiu também um DJ set.
O evento gratuito, tem o casting de artistas assinado pela BMG, curadoria e produção artística da 2id Music Branding, a iniciativa une música e comunidade em uma experiência única. Para Filipe Reis, head de Marketing da Starbucks no Brasil, é ideia é ir além do produto da marca e criar momentos de inspiração e troca. “Com o Starbucks Sessions, celebramos a potência da música como forma de expressão, reforçando o nosso compromisso de ser um ambiente receptivo, inclusivo e culturalmente relevante – o verdadeiro terceiro lugar, onde as pessoas se sentem à vontade para estar, compartilhar e se conhecer”, afirma.
Até janeiro de 2026, nomes como Vhoor e Marcelo Tofani sobem aos palcos em diferentes lojas da Starbucks pelo Brasil. Os locais e datas de cada apresentação serão revelados exclusivamente pelo perfil oficial da marca no Instagram. O projeto também terá desdobramentos digitais, com trechos transmitidos no YouTube e conteúdos especiais nas redes sociais da marca.
Em todo o mundo, cafeterias vêm se consolidando como o “terceiro ambiente”, onde as pessoas buscam momentos de convivência, cultura e até um local de trabalho – ultrapassando a função de servir café. Ao que tudo indica, a Starbucks está no caminho certo para fazer essa tendência ganha força por aqui, reforçando o gosto do consumidor brasileiro por boas experiências e café, é claro.





