A Geração Z tem refletido uma interação complexa entre tecnologia digital, normas sociais e mudanças diante de prioridades emocionais.
Nascida em uma era dominada por smartphones, redes sociais e aplicativos de namoro, esses jovens abordam o contato de diferentes formas e normas das gerações anteriores.
“As relações que as novas gerações estão buscando mudaram, e os apps também precisam mudar”, diz Jackie Jantos, CEO do Hinge, aplicativo de namoro recém-chegado ao Brasil.
Jackie avalia que a Geração Z, apesar de ser mais “isolada” do que as outras, é “mais “fluída do que as gerações anteriores, e procura através de apps de namoro diferentes tipos de relacionamentos, mas, não encontra todas as ferramentas necessárias”.
Para ela, muitos jovens estão cada vez mais com receio de se exporem e se frustrarem no ambiente digital. É isso que o Hinge se propõe a solucionar: ser uma plataforma de apoio e segurança para iniciar relacionamentos reais e duradouros.
Pesquisas, prompts e “quebra gelos”
A abordagem diferenciada do Hinge parte de uma construção moderna de prompts para a plataforma, que, segundo Jackie Jantos, estabelece o caminho para que os jovens se sintam empoderados e seguros no app.
Exemplo disso são os “quebra-gelos” personalizáveis nos perfis, que fazem a jornada ser muito mais empática, trazendo mais respeito e confiança à comunidade do app – princípios que Jackie considera essenciais para criar um ambiente positivo em apps de relacionamento.
André Alves e Lucas Liedke, ambos psicanalistas, pesquisadores e fundadores do Floatvibes, deram suporte ao Hinge no Brasil por meio de estudos e pesquisas de comportamento. Eles contam que uma diferenciação do Hinge vem dessa abertura maior para o entendimento do comportamento do brasileiro. “Desde o começo, pudemos experimentar e auxiliar a plataforma a conhecer melhor o brasileiro, e estamos muito felizes com o resultado”, disse André.
“Acreditamos na busca de uma sutileza que muitas vezes não aparece em pesquisas. Gostamos de ir bem fundo nos assuntos, e esse trabalho com o Hinge merecia tal profundidade. Em nossas pesquisas pudemos entender o cenário de date e flerte digital dos jovens, e ele vai muito além da tecnologia”, completou Lucas.



Imagens do evento de lançamento do Hinge, em São Paulo. (crédito: CM)
3 perguntas para a CEO do Hinge
Na entrevista a seguir, Jackie aborda características da Geração Z e como o Hinge tem conquistado o público jovem no Brasil, com uma curadoria profunda de prompts, trabalho humano e IA. Confira!





