Entusiastas da marijuana podem ter logo uma nova opção para encontrar a melhor erva: escaneamento cerebral No passado, o processo de seleção da maconha era assim: compre o que o traficante oferecer. Se você tivesse sorte, poderia escolher entre algumas qualidades específicas.
Mas com o advento das descobertas científicas relacionadas à Cannabis sativa, todo o tratamento dispensado à planta tornou-se mais refinado. E agora é possível encontrar a porcentagem de THC (o ingrediente com efeitos alucinógenos) e CBD (o ingrediente que alivia a dor).
Uma empresa de technologia e software chamada Potbotics planeja oferecer informações mais detalhadas para as pessoas que ainda não encontraram a melhor solução para o seu problema.
A empresa oferece três produtos completamente diferentes um do outro que estão em desenvolvimento, mas têm um ponto comum: todos têm o foco em ?elevar a cannabis a padrões mais altos?, de acordo com o CEO David Goldstain. ?O Brainbot é um software de eletroencefalograma que pode combinar as necessidades de uma pessoa ao tipo de erva e o Nano pot é um leitor de DNA de sementes de cannabis.
Para testar o BrainBot, a empresa realizou eletroencefalogramas nos pacientes antes da ingestão e depois, para comparar a diferença. Esses dados podem ser usados para determinar quais tipos funcionam melhor em pacientes com resultados diferentes do exame.
Até o momento, o produto está disponível apenas para pessoas com desordens neurológicas, como epilepsia e Alzheimer, mas no futuro Goldstein imagina que isso pode ser associado a sensores musculares, eletrocardiogramas e outros exames para ajudar pessoas com outras doenças.
O PotBot também é uma ferramenta para a seleção personalizada da planta – embora seja mais baseada em uma participação mais subjetiva do usuário. Quando for lançado, nos próximos meses, o PotBot consistirá em um app para smartphone, um website e um quiosque robótico que recomenda os tipos de cannabis baseado em alimentos reportados pelo usuário.

“Nós não falamos sobre o gosto, o sabor oucheiro “, diz Goldstein.“Alguns nomesnão estão vinculados abenefícios médicosporquecertos tipos não dãoo mesmo alívioterapêutico, poisseus níveisde canabinóidessão diferentes.” Os canabinóides, como CBD, têm diferentespropriedades medicinais. Eles (os consumidores) são informados sobre o equilíbrio dediferentescanabinóides?.
Já o NanoPot, a plataforma leitora de DNA, criada para otimizar certos canabinóides na planta. Goldstein é cauteloso sobre esse produto. ?É o nosso lançamento mais futurista?, diz.
É muito cedo para dizer se algum dos produtor da Potbiotics fará sucesso, mas eles são, pelo menos, a única tentativa de legitimizar o mercado de cannabis para uso médico. Além disso, não há motivos que impeçam os usuários recreacionais de maconha a usufruir das recomendações personalizadas de canabinóides.
* Com informações da Fast Company
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