A KPMG lançou um novo guia de avaliação da materialidade para relatórios de sustentabilidade, Insights sobre a Sustentabilidade: Os princípios básicos da avaliação da materialidade. O objetivo é auxiliar os profissionais das áreas de preparação e divulgação de relatórios corporativos e de riscos a implementar um processo prático afim de identificar os tópicos sociais, ambientais e de governança de maior importância para uma empresa e suas partes interessadas.
?O cenário de preparação e divulgação de relatórios está tornando-se cada vez mais complexo à medida que as estruturas conceituais de relatórios se multiplicam e evoluem e que as regulamentações se tornam cada vez mais exigentes. Muitas empresas entendem os princípios de materialidade na teoria, mas enfrentam dificuldades para elaborar e implementar um processo de avaliação robusto na prática. Produzimos esse guia com o objetivo de ajudá-las com um processo efetivo, mas que ao mesmo tempo não fosse demasiadamente complexo?, afirma o diretor da prática de Mudança Climáticas e Sustentabilidade da KPMG, Ricardo Zibas.
O guia da KPMG divide o processo de avaliação da materialidade em sete fases:
? Definição do escopo e da proposta;
? Identificação dos tópicos potenciais;
? Categorização dos tópicos;
? Coleta de informações sobre o impacto e a relevância;
? Priorização;
? Engajamento da administração;
? Solicitação de feedback das partes interessadas.
A publicação fornece ainda orientações detalhadas e práticas para cada fase e inclui elementos que formam os requisitos mínimos para um processo robusto, bem como medidas avançadas elaboradas para organizações com estratégias de sustentabilidade mais estabelecidas.
O guia também destaca os desafios, dentre eles como conectar a materialidade em sustentabilidade com o negócio em sua maior amplitude, como envolver a Alta Administração no processo e como gerenciar as implicações de tempo e custo da participação das partes interessadas.
?Acreditamos que as empresas que integram o processo de materialidade de sustentabilidade ao processo de gestão de riscos corporativos estão em uma posição melhor para informar os investidores e as outras partes interessadas sobre os impactos, os riscos e as oportunidades de sustentabilidade?, analisa Zibas.
Fonte: Assessoria de Imprensa.





