Em uma era em que humanos temem cada vez mais a tomada de seus lugares pelas máquinas, alguns exemplares dos Homo sapiens sapiens resolveram colocar em prática a máxima: se você não pode com eles, junte-se a eles.
No Zoo Petting Robot, o pequeno zoológico de robôs do South By Southwest, alguns protótipos provaram que a inteligência humana aliada à inteligência artificial podem mudar o mundo. Ou torná-lo um lugar bem mais, veja só, humano.
Um dos exemplares é o meio de comunicação via balão, o Illumilloon. A proposta é empoderar comunidades em áreas de risco de desastres naturais, com um comunicador que pode ser disparado quando não há eletricidade ou meios de comunicação convencionais e pode diferenciar pedidos de socorros médicos e suprimentos.
O Illumiloon foi criado pelos estudantes da Universidade de Yale, Jane Smith, Edward Wang e Kamya Jagadish e é ainda um protótipo. A aderência, segundo Jane, pode ser mundial, já que a medida pode ser adotada por qualquer governo de qualquer lugar que tenha essas situações de risco.
Outro exemplo de como a tecnologia nos empodera é a humanidade aumentada e tecnologia vestível trazida pela Borgfest. Durante o evento, a empresa mostrou um robô voador que é ativado pela força do pensamento, por meio de um óculos-capacete, com sensores que captam as ondas cerebrais. Parece superficial, mas por trás disso existem próteses e dispositivos vestíveis que podem ser usados de maneira muito mais intuitiva.
O Bujold é um exemplo prático disso, muito usado durante os resgates do ataque ao World Trade Center, em 11 de setembro de 2001, com uma câmera e capacidade de visualização que permite ter uma perspectiva privilegiada nas buscas.





