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Finanças controladas: rumo ao próximo passo

Finanças controladas: rumo ao próximo passo

Se você tem suas finanças controladas, sem dívidas e com sobras no fim do mês, saiba que suas opções de investimento vão além da caderneta de poupança
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Nada melhor que a sensação de dormir tranquilo, com as finanças controladas e as dívidas pagas.  Mas, ao acordar, é preciso dar um segundo passo: investir. Este é o caminho para avançar, tornar os sonhos realidade, garantir o futuro, construir um patrimônio.

No início, muitas vezes não sobra dinheiro no fim do mês, afinal o controle das contas é um processo contínuo. Mas o primeiro ponto é perceber que qualquer sobra, por menor que seja, pode se converter em ótimos investimentos. Esses investimentos, atualmente, vão muito além da caderneta de poupança ou do Tesouro Direto, aplicações que, como todos sabem, são acessíveis, aceitam valores baixos.

O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que determinados fundos de investimento também recebem pequenas aplicações. Além disso, são conservadores, considerados seguros, descomplicados e, o melhor, têm oferecido retornos excelentes.

A Órama selecionou alguns exemplos de fundos que podem ser interessantes: Fundos ligados ao Tesouro Direto (exemplo Órama DI Tesouro Master) e Fundos ligados a Inflação (exemplo Órama Inflação)

Em alguns nomes de fundos que pesquisar no mercado, você verá a sigla “DI” ou “CDI”. Essas três letras formam a sigla para Certificados de Depósitos Interbancários. O importante para o investidor é saber que as variações desses títulos são tratadas no mercado financeiro como uma taxa de referência para a remuneração de investimentos.

O CDI acompanha a Selic, que é a chamada taxa básica de juros da economia, definida pelo Banco Central. Assim, se algum investimento oferece retorno ao redor de 100% do CDI, significa que está rendendo juros atrelados a essa taxa, hoje bastante elevada no Brasil, resultando, portanto, num bom negócio.

Um fundo DI Tesouro, por exemplo, aplica a maior parte de seus recursos em títulos do Tesouro Nacional, que são títulos de renda fixa de baixo risco. Ou seja, quando escolhemos e colocamos dinheiro nesse ativo estamos comprando papéis com uma excelente relação entre risco (baixo) e retorno (que tem sido elevado).

O objetivo de qualquer investimento é minimizar o risco e maximizar o retorno. O Órama DI Tesouro Master, por exemplo, rendeu, em 2015, 12,75%. Este ano, até março, foram 2,83%. São taxas bem acima da poupança, por exemplo.

Mas, por que, então, não aplicar diretamente os recursos nos títulos do Tesouro, já que isso é possível pelo Tesouro Direto? Por que fazer esse investimento por meio de um fundo?

A grande vantagem é que, por meio de um fundo, o investidor não precisa se preocupar com a operação. Ou seja, não há trabalho nem de executar o trâmite burocrático nem de selecionar os papéis. Isso tudo fica a cargo de uma equipe especializada. Outro ponto que vale ressaltar é que a taxa de administração pode compensar, pois, na compra direta, o investidor precisa pagar custódia e corretagem. Na Órama, por exemplo, é cobrada taxa de administração de 0,3% por ano.

Fundos ligados à inflação

Eles podem ser interessantes para o momento atual e para os iniciantes em aplicações que tenham pequenas quantias para investir. Seu objetivo é buscar uma rentabilidade com base na variação do IPCA.

IPCA é uma taxa que mede a inflação oficial do país. Para proteger nosso dinheiro, o mínimo que podemos fazer é aplicar em investimentos que nos garantam a variação da inflação. Ano passado, por exemplo, a poupança rendeu menos que o IPCA. Ou seja, quem aplicou na caderneta perdeu poder de compra.

Como a inflação está pressionada no Brasil, só em 2016 o fundo já rendeu 5,36%, o que equivale a 190% do CDI! No ano passado, o rendimento foi de 15,85%.

 

*Via GuiaBolso.

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