Quando questionados pela pesquisa de como as empresas poderiam melhorar suas ofertas via e-mail, cerca de 44% disseram que gostariam de receber menos e-mails e quase metade afirmaram que gostariam de receber mais ofertas personalizadas de acordo com seus interesses.
O grande problema é que como os lojistas geralmente não possuem uma ferramenta dedicada a isso ou tempo hábil para investir em Big Data, eles preferem disparar conteúdo para toda sua base de e-mail, e não somente uma faixa com potencial de compra. “Um usuário que se cadastrou numa loja um mês atrás para procurar uma televisão provavelmente já adquiriu o produto e portanto, não quer mais receber ofertas de televisores. É preciso saber acompanhar o consumidor para oferecer ofertas relevantes”, defende Pedro Eugenio, cofundador da Live Target, empresa de retargeting de e-mail.
Além de correr o risco do usuário não abrir o e-mail, ao fazer um disparo automático para uma base não filtrada, a companhia pode ser associada à noção de spam. De acordo ainda com o estudo da TechnologyAdvice, 45,8% dos respondentes disse que eles identificam e-mails como spams se receberem mensagens de uma mesma empresa frequentemente. No caso de conteúdo irrelevante, esse número ocorre em 3 a cada 10 pessoas.
O estudo Channel Preferences Survey, da Exact Target, apontou que o e-mail é o canal preferido para receber ofertas em detrimento de outras mídias mais próximas, como redes sociais, SMS ou aplicativos de celular. Um estudo do Relevancy Group nos Estados Unidos de 2013 mostra que em anúncios com vídeo, a taxa de abertura aumenta em 40%.
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