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A casa inteligente pode ser para todos, aposta Nice

A casa inteligente pode ser para todos, aposta Nice

A automação das casas pode ser para todos e torna a vida mais confortável, segura e econômica

Com as inovações tecnológicas, as casas inteligentes estão cada vez mais presentes em nosso dia a dia. O acesso a todos os dispositivos das casas inteligentes através da automação e conexão à rede elétrica proporciona mais segurança e conforto, além de maior eficiência energética dos aparelhos.

São diversas as soluções que permitem ao cliente tornar sua casa inteligente e muito mais prática, segura, confortável, econômica e personalizada. Exemplos disso são a automação de toda a iluminação da casa, detecção de incidentes, controle de portões, portas, garagem, cortinas, persianas, toldos, além de tomadas e interruptores inteligentes.

A Nice, multinacional italiana, é líder global em soluções para gerenciamento e segurança de residências e edifícios, e em dispositivos e sistemas inteligentes e conectados para aplicações residenciais e comerciais, controle de segurança e acesso, IA (inteligência artificial), saúde e bem-estar, controle e energia/AV, com o objetivo de combinar funcionalidade e design para simplificar o dia a dia das pessoas.

“Temos uma equipe de mercado refletindo sobre quais são os produtos, quais são as necessidades que há no mercado e aí a demanda é levada à engenharia, onde há o desenvolvimento das tecnologias”, explica Thiago Nizzola, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Nice no Brasil.

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Desenvolvimento é base de sucesso de experiência do cliente

Um dos diferenciais para a melhor experiência do cliente é a busca por fazer produtos de fácil uso. “Temos um longo processo de trabalho para entender como o usuário vai interagir com o produto. Todo o desenvolvimento leva no mínimo 9 meses até um ano de desenvolvimento para tirar a ideia do papel e transformar realmente isso num produto”, destaca Nizzola.

Isso inclui testar como o usuário vai interagir e testar a performance para garantir que a automação vai funcionar em qualquer residência, e no caso da comunicação sem fio, se atende a distância desejada, além de entender quais tecnologias são compatíveis, como a conexão com assistentes de voz.

A maioria das funcionalidades pelo celular, se não é nativo para celular, pode ir pro celular ou então com um controle remoto à mão. Ainda há muita coisa que é mais prático para o usuário final. “É muito legal abrir o aplicativo no celular e conseguir acender a lâmpada da sua casa, do quarto. Mas na hora que acorda à noite e quer ir no banheiro, é muito mais fácil tocar no interruptor”, pondera o executivo, sobre as nuances da automação para proporcionar uma experiência verdadeiramente útil e confortável.

“É preciso estar atento que a simplicidade às vezes não tem um produto que vai substituir”

Há muito mais coisa do que só acender ou apagar uma luz pelo smartphone. A Nice destaca que é necessário usar a inteligência para entender o movimento da casa. “O legal da conectividade é isso, não é usar um computador, uma máquina, é não precisar mais ficar se preocupando com essas coisinhas do cotidiano”, e exemplifica, “acabei de sair de casa, estou no meio do caminho. Acho que todo mundo já passou por isso. Será que eu tranquei a porta? O portão? Há coisas que ficam no automático, e a gente esquece”.

A automação tira essa dúvida, mas quem tem a casa conectada e inteligente, pode checar se a porta para trancada, apagar e acender luzes, e inclusive criar ações automatizadas para cada momento do dia. Depois de um minuto ao sair, apagar as lâmpadas, trancar todas as portas. A integração com assistentes de voz faz parte de todos os produtos da Nice, que são compatíveis Alex, Siri e assistente do Google.

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Economia, segurança e comodidade

A grande demanda de quem quer uma casa inteligente hoje é a conectividade. O que permite gerenciar a casa ou qualquer coisa da casa pelo celular, em um único dispositivo. A gestão de energia elétrica tem crescido no interesse dos usuários.

“Uma demanda que estamos enxergando agora é começar a levar esse o gerenciamento da energia também para automação”. Fazer com que a automação da casa também mostre o consumo, mostre o que mais consome, o que pode ser otimizado para reduzir a energia, o consumo de energia tem ganhado cada vez mais adeptos.

“No último ano o custo da energia no Brasil subiu muito, então essa automação começa a ficar mais interessante. É o mais importante para o consumidor final: a gestão da energia”, vaticina Nizzola.

Quando se fala em casa inteligente, são os 3 pilares: economia, segurança e conectividade

O portfólio de produtos da Nice inclui uma variedade de produtos para atender essas demandas de economia, segurança e conectividade. Desde a automação da garagem, do portão da entrada da casa, passando pelo acionamento de lâmpadas, de motores, a comodidade de controlar a abertura e fechamento de cortinas e janelas

Além disso, sistemas de alarme, de segurança, e controles de acesso podem ser embutidos. “Tem solução para tudo, tem solução para qualquer parte da casa que queira automatizar”, ressalta Nizzola.

Onde economizar

Iluminação

Em casas inteligentes é possível ajustar a intensidade da iluminação para ter sempre o valor necessário, utilizando módulos Dimmer é possível ajustar isso automaticamente. Além de evitar que as lâmpadas fiquem acesas quando não tem necessidade, ou por não ter ninguém no cômodo ou por ter iluminação natural.

Ar-condicionado

Normalmente os aparelhos de ar-condicionado ficam sempre ligados no máximo, ou ligados o tempo todo, assim como ventiladores, adicionando sensores de temperatura e presença, como o Motion Sensor, é possível programar a casa para ficar sempre com a temperatura de 24°C, somente enquanto tiver ocupação na sala.

Aquecedores

Aquecedores centrais são acionados sempre que a temperatura da água reduz, porém não leva em consideração o uso, utilizando os Acionadores Switch e On/Off é possível programar o aquecimento, para que seja ligado somente 30 minutos antes de você acordar ou de chegar do trabalho, o resto do tempo não terá consumo de energia.

Com a linha de acionadores da Nice é possível avaliar o consumo de energia de cada aparelho ligado na automação, dessa forma facilmente o usuário pode avaliar qual o aparelho que mais consome energia e qual o momento de maior consumo.

UX está no centro da criação de produtos

A experiência do usuário é fundamental para o sucesso de uma casa inteligente. Na Nice, o UX está presente desde os laboratórios à testes com usuários. “A gente olha muito para o mercado, seguindo tendências, assim como a parte de laboratório de testar mesmo, olhar o usuário, para analisar como ele está utilizando, o que ele está fazendo com a tecnologia?”, explica Nizzola.

O aplicativo para o usuário final teve vários aperfeiçoamentos a partir da análise da experiência dos clientes. O aplicativo da casa inteligente é continuamente aprimorado, sempre com foco em usuário final.

Leia Mais: Estratégias baseadas em IA são necessidade para empresas

“Mudamos muito esse aplicativo. De 3 anos para cá, ele vem sofrendo grandes mudanças. Antes um aplicativo mais focado em integrar, mais voltado para quem tivesse mais conhecimento técnico. Agora estamos mudando toda a interface dele, com a usabilidade mais amigável, dando mais liberdade para usuário final. Hoje o cliente pode criar comandos dentro da automação, o que antes era muito mais restrito”, revela.

O objetivo dentro da área de P&D é desenvolver produtos e soluções, seja dentro do aplicativo ou qualquer outro produto que funcione intuitivamente, mas de forma que seja tão fácil de usar que o usuário final não precise de algum tipo de treinamento.

“A usabilidade tem se tornado mais protagonista. Esse é o grande foco. Uma vez que a gente está indo para dentro da casa do cliente final, tem que ser um produto fácil de usar”.

Qualquer pessoa pode ter uma casa inteligente

A casa inteligente é para todos? Sim. Segundo o diretor da Nice, a casa inteligente se paga com a economia que ela promove, como no caso da redução da energia. “Ela tem investimento, mas os benefícios e as vantagens que a casa inteligente traz acabam compensando. Se colocar na ponta do lápis, acho que é viável fazer a automação está pelo menos 70% da das casas brasileiras”, analisa Nizzola.

Qual a estimativa de quanto que uma casa inteligente custaria? A automação pode partir de cerca de R$ 5 mil o pacote básico, para fazer algumas automações com alguma inteligência, e pode chegar até R$ 250 mil, dependendo do tamanho da casa e do grau de sofisticação. Nesse caso, o céu é o limite. “A variação é grande, depende do que se quer, de até onde quer automação”, aponta o diretor da Nice.

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No entanto, ela é totalmente escalável. “A automação pode começar com um hub, e por exemplo, fazer a iluminação de um cômodo, depois a sala de TV, a área externa, e acrescentando funções”.

Assim como peças de Lego, a automação de uma casa inteligente com conectividade não obrigada a fazer reformas na casa, e com isso a automação deixou de ser invasiva, adicionando módulos, que cabem dentro de uma caixinha de interruptor.

“Quando se olhava para automação alguns anos atrás, se ela não fosse pensada quando se construía, esquece, nunca mais a automação seria feita. Já a automação sem fio pode ser feita por etapas, inclusive de acordo com o orçamento”, explica Nizzola.


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