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7 lições que o futebol pode ensinar sobre finanças

7 lições que o futebol pode ensinar sobre finanças

Educador financeiro mostra que clubes e jogadores de futebol podem ser ótimos exemplos de como lidar com o dinheiro

Cuidar das contas sempre parece algo chato. Por isso que sair das dívidas, economizar, investir e conquistar a independência financeira são sonhos que acabam parecendo muito distante das pessoas realizarem.

O educador financeiro Robinson Trovó, fundador da Trovó Academy, já ensinou mais de 2500 pessoas a saírem da posição de devedor para a posição de investidor. Com esse know how, ele reforça que não é preciso gostar de matemática para saber aplicar bem seu dinheiro.

E para provar isso e ensinar de maneira prática como as pessoas podem gerir melhor seus ganhos, o especialista traz exemplos do esporte preferido do brasileiro, aquele que todo mundo entende pelo menos um pouco: o futebol.

Assim, o investidor listou as 7 principais lições da modalidade para cuidar das finanças. “Dizem que a seleção brasileira tem 200 milhões de técnicos, então vale a pena explicar um pouco do assunto baseado no futebol. Quem sabe um dia o Brasil não chega a ter 200 milhões de investidores?”, questiona Trovó.

1 – As dívidas frequentemente geram maus resultados

Quem acompanha o futebol sabe que, em geral, os clubes endividados constantemente desenvolvem enormes problemas que refletem no desempenho dentro de campo: os jogadores sem salários ou com pagamentos atrasados ficam desmotivados e, depois de algum tempo, acabam indo para outros times. O educador lembra que o mesmo acontece na vida pessoal de quem precisa pagar dívidas. “Quanto mais você está endividado, pior fica a sua qualidade de vida, pois você passa a ter que pagar as parcelas, fica estagnado financeiramente, e ainda permite que a preocupação atrapalhe a sua rotina”, explica Trovó.

2 – A vitória é construída jogo a jogo

Dificilmente um time ganha um campeonato no último jogo: é preciso fazer uma boa campanha, vencendo jogo após jogo e galgando os degraus do campeonato aos poucos. O mesmo acontece para quitar uma dívida ou criar reservas para investir. “Muitas pessoas ficam esperando ganhar na loteria, ter um aumento de salário ou acontecer algum milagre que coloque muito dinheiro no bolso, quando na verdade a independência financeira vem somente com economia todo mês”, explica Trovó, que diz que é necessário economizar pelo menos 10% do salário. “Depois de quitar as dívidas, esta quantia passa a ser necessária para investir”, destaca.

3 – É preciso de disciplina a longo prazo

Se a vitória de um campeonato é construída a cada jogo, as grandes conquistas no futebol são resultado de muito planejamento. Para que isso aconteça na vida pessoal, Trovó destaca que a disciplina é parte fundamental. “Muitas pessoas deixam de economizar quando quitam a dívida, mas na verdade é aí que o dinheiro guardado mensalmente vai ter potencial de levá-las para a riqueza”, destaca. O educador financeiro usa como exemplo a seleção da Alemanha, que conquistou a Copa do Mundo de 2014 após anos de investimento e dedicação. “Não precisa pesquisar muito para saber que a Alemanha não se tornou uma grande potência do futebol de um dia para o outro”, reforça. “A valorização de cada jovem atleta é o equivalente à valorização de cada centavo guardado”.

4 – O conhecimento comanda a prática

Futebol não se joga apenas com os pés, mas também com a cabeça. Assim como o bom jogador sabe olhar para a partida com uma visão mais ampla e tática, o investidor também deve estudar muito antes de colocar seu dinheiro. “No meu primeiro investimento, perdi quase todo o valor da venda do meu carro, e isso aconteceu porque eu não tinha estudado da forma correta”, relata. Trovó alerta que os estudos não devem ser apenas de números e cálculos gigantescos. “Eu não sou um gênio dos números, e acredito que o mais importante é entender o comportamento humano que existe no mercado financeiro”, explica. Desta forma, a conclusão é que tanto o bom jogador quanto o bom investidor devem entender de pessoas.

5 – Saber reclamar gera resultados

Seja quando o bandeirinha marca um impedimento errado, ou quando o adversário marca uma falta, o jogador não hesita em protestar. No futebol, injustiças ou erros não passam despercebidos, e isso deveria ocorrer o tempo todo. “Se você está sendo cobrado injustamente pela empresa de telefonia, se a sua conta de água aumentou de repente, ou se um investimento não está rendendo o que esperava, questione sempre”, aconselha. Segundo Trovó, muitas pessoas perdem dinheiro porque acreditam que valores pequenos não vão fazer diferença. “Cada real pago injustamente pode fazer a diferença”.

6 – Paciência é a chave

Assim como no futebol, onde uma equipe menor é capaz de ganhar mesmo diante de um adversário mais forte, o mundo das finanças exige calma e organização. “Quem se desespera para quitar a dívida de uma vez ou ter grandes retornos nos investimentos não vai conquistar o sucesso financeiro”, destaca. O ideal é escolher o melhor investimento e ter paciência.

7 – Diversificar táticas

No esporte, a diversificação de táticas é necessária para reduzir os riscos. Os técnicos precisam se preocupar em fazer times adaptáveis a diferentes cenários, caso algum jogador tenha uma contusão ou outro problema. Trovó também lembra que não adianta nada um time investir em um único jogador caro, mas ter outros atletas sem a mesma qualidade. “Quando você se torna um investidor, precisa entender a necessidade de variar as opções de aplicação”, destaca.

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