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COMO RECONHECER A VERDADEIRA DISRUPÇÃO

COMO RECONHECER A VERDADEIRA DISRUPÇÃO

Empreendedores comentam erros e acertos da inovação disruptiva, seus destaques nos últimos anos e as apostas para o futuro

Da ideia à consolidação do sucesso há uma imensidade de fatores, estratégias e etapas que, juntas, consagram projetos inovadores. Alguns deles, em especial os que se caracterizam como uma solução de dores vistas na experiência do cliente, podem ser enquadrados como disruptivos: inovações que mudam o mercado e a forma como o consumidor se relaciona com ele.

Durante o processo, é comum que os empreendedores encontrem percalços e inevitavelmente esbarrem em algum dos passos do pensamento exponencial desenvolvido pelo autor Peter Diamandis. A teoria dos 6Ds – digitalização, decepção, disrupção, desmaterialização, desmonetização e democratização – destaca que um projeto disruptivo deve passar por esses seis processos para que se consolide no mercado e, portanto, caracterize-se como um negócio de sucesso.

No início, é necessário digitalizar todo o ideal de negócio. Na sequência, há a decepção, que acompanha a curva exponencial na qual a tecnologia avança. Só então o negócio disrupta do mercado. E é dessa fase que falaremos.

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VOCÊ PODE SE PERGUNTAR: O QUE É UM NEGÓCIO DISRUPTÍVEL?

 Um negócio disruptivo está ligado à inovação e, portanto, é popularmente confundido com ela, mas esse conceito vai além de inovar. Na prática, disruptar significa repensar a concepção de inovação, a ponto de criar um novo mercado a partir de uma dor, uma fragilidade conectada com algo por vezes preexistente e que, na maior parte das vezes, está ligada à experiência do consumidor.

Um bom exemplo de disrupção – o qual também evidencia que, apesar de parecer, essa tendência não é nada nova – pode ser visto com a Blockbuster.

À época, a empresa inovou o mercado: abriu alas à possibilidade de assistir a filmes a qualquer momento, em casa, desde que fossem alugados. Além da comodidade, a Blockbuster também tinha um imenso catálogo à disposição em suas unidades.

A disrupção com o mercado aconteceu justamente por observar o hábito do consumidor, fornecer uma inovação e democratizá-la. Afinal, o aluguel de fitas e DVDs era mais barato que o ingresso do cinema, e várias fitas eram alugadas de uma só vez e por um período mais longo.

No entanto, foram as preferências do consumidor – elas mesmo, que foram primordiais para que a disrupção e o sucesso da Blockbuster acontecessem – que levaram a corporação ao fracasso, anos mais tarde. “Ela inovou lá atrás, mas aí mudou. As pessoas não queriam ir à Blockbuster; elas queriam ver filmes em casa. Ela parou no tempo, deu no que deu. Tem vários casos de negócios disruptivos, de empresas grandes, consolidadas, que pararam no tempo por não entenderem que o usuário estava mudando”, comenta Fernando Vilela, CMO da Rappi.

A disrupção tem, necessariamente, a inovação envolvida, mas ser inovador não significa ser disruptivo.”

Pedro Waengertner,
cofundador da ACE Startups

Ainda que a queda da empresa tenha ocorrido em 2011, os erros que a levaram à falência ainda podem ser observados em projetos disruptivos mais atuais, que também seguem (e muito) o padrão consolidado do pensamento exponencial. A Blockbuster foi disruptiva à sua época, até que outras empresas disruptassem do mercado que ela mesma criou. O processo de disrupção caminha com mudanças. Hoje, o mundo requer que os negócios inovadores foquem a resolução prática, que se transformem com o consumidor. Para ser disruptivo na atualidade, o primeiro passo é enxergar a conveniência do cliente.

“Quando você vê uma empresa disruptiva, ela não faz um mapeamento do tamanho do mercado, aquela coisa bem de empresa grande que mapeia e enxerga uma possibilidade específica de milhões de dólares. Uma empresa que é disruptiva, que tem um DNA de inovação, entende que existe uma dor no mercado. Muito mais do que ficar preocupada em como isso vai se tornar rentável ou não, ela faz a inovação para resolver a dor”, explica Vilela.

Sendo assim, para ser disruptivo é preciso estar aberto à mudança, à capacidade de se transformar. De acordo com Gustavo Araújo, cofundador e CEO do Distrito, em uma empresa de inovação aberta, o problema está em permanecer na zona de conforto: “Diversas grandes corporações morreram no caminho porque permaneceram na zona de conforto e não olharam para o futuro. A inovação precisa fazer parte do dia a dia da empresa, e você precisa pensar hoje o que fará nos próximos anos. As grandes empresas líderes hoje conduzem os negócios exatamente assim.” 

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MANEIRAS DE SE CONQUISTAR O SUCESSO

O processo de disrupção pode ser promissor caso seja bem-executado, mas com poucos passos errados pode também se tornar um grande fracasso. É consenso, para a maior parte dos grandes empreendedores estabelecidos no mercado, que ir atrás da “fórmula do sucesso” vai além de ter o capital e uma boa ideia. 

Para Pedro Waengertner, cofundador da ACE Startups, a primeira guinada na direção certa acontece quando o foco é pensar na conveniência do consumidor: “Quando ocorre uma inovação, nós sempre pensamos: ‘nossa, como ninguém pensou nisso antes?’. As empresas de fato apostaram na conveniência óbvia, de como remover determinada fricção na vida de uma empresa ou pessoa”, explica.

Um exemplo mais atual pode ser visto com a empresa Tesla. A corporação disruptou do mercado porque apostou na comodidade do consumidor, dentro de um cenário no qual muitas pessoas – ainda que com condições financeiras – começavam a questionar as implicações e os encargos que um carro trazia. Esse é um dos processos que leva à disrupção. Por outro caminho, é notável ver o que ocorre com o Kindle, da Amazon, pois a ferramenta elimina completamente a existência do livro físico. “Esse tipo de empresa disruptiva tira uma coisa para colocar outra. Elas têm esse elemento de não apenas melhorar a vida do cliente, mas retirar completamente um problema da equação”, completa Waengertner.

Originalidade requer a criação de sistemas. Se você realmente for o primeiro a fazer algo, precisará implantar todo um modelo de gestão do qual não terá um modelo para se espelhar ou adaptar.”

João Kepler,
colunista do portal Whow! sócio e diretor da Bossa Nova Investimentos

Ainda que o principal para disruptar do mercado seja encontrar um problema, é importante também destacar que a solução dele não deve estar atrelada a uma necessidade do mercado e sim do consumidor. “É preciso resolver os problemas que são interessantes para resolver e não aqueles que servem a um propósito, a uma necessidade de mercado. Esse erro foi citado como a razão número um para o fracasso em um notável 42% dos casos”, diz João Kepler, colunista do portal Whow! e sócio e diretor da Bossa Nova Investimentos.

Kepler destaca, ainda, que empresas disruptivas de sucesso também souberam como administrar a precificação dos produtos e serviços, tudo sempre bem-alinhado às demandas do consumidor: “Precificação de produtos e serviços ainda é, para muitos, a tarefa mais difícil em um negócio. E é justamente nesse quesito que estão as grandes chances de a sua empresa ser um sucesso, ou o contrário. Envolve operação e expectativa, afinal, o que seu cliente está adquirindo além do próprio produto em si? Como gerar valor?”

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DISRUPÇÃO COMO CULTURA, NÃO COMO SINÔNIMO DE TECNOLOGIA

Por vezes, a inovação fica atrelada à composição do conceito de tecnologia. É uma verdade comprovada que a tecnologia completa a inovação, mas ela não é mandatória para disruptar um negócio do mercado.

Esse pensamento nos leva a entender também que ser inovador não necessariamente faz um processo se tornar disruptivo. Já o que desconecta do mercado e abre portas a um novo modelo, a uma ideia que é tão nova que acaba criando para si um espaço inteiramente inédito – mesmo que surja a partir de algo preexistente, vide o exemplo da Netflix –, isso sim complementa a ideia de disrupção.

“A inovação disruptiva é a aquela que vai garantir a sustentabilidade pelos próximos cinco, dez anos. Você pode ter inovação para melhorar o que você faz, mas isso não é disrupção”, comenta Luiz Ponzoni, sócio da PwC Brasil, empresa de consultoria e auditoria. Para ele, a disrupção começa a existir quando ocorrem importantes transformações no modelo de negócio, na experiência do cliente, que capturam novos mercados e consumidores. “Nem toda inovação é disruptiva, mas a disrupção só acontece com inovação – que pode ter mais ou menos tecnologia. Um exemplo: o console Wii, quando foi lançado, possuía uma tecnologia inferior à de outros consoles. A inovação não estava na tecnologia em si, mas no seu propósito: a interação do indivíduo com o jogo”, destaca.

Sabemos que uma empresa inovadora e disruptiva não cria apenas um produto ou transforma a experiência do usuário. ela tem o poder de modificar o nosso cotidiano, influenciando diretamente o comportamento.”

Fernando Seabra,
mentor na Planeta Startup

Sair do mercado e criar algo novo pode abrir alas a um sucesso imenso, afinal, não é à toa que empresas como a Uber, a Netflix e a Rappi se mantêm tão ativas e cada vez maiores. Contudo, é importante entender que a diferença não está na inovação por si só, por necessidade de um novo capital, pela criação de uma ideia multibilionária por essência. É necessário ir além das barreiras e recriar um conceito, enxergar uma possibilidade que foque sempre e inevitavelmente a solução para algo frágil para o consumidor. 

Esse processo todo, desde a criação da ideia à execução e implementação no mercado, tem muito a ver com uma cultura de inovação. Tallis Gomes, fundador da Easy Taxi e da Singu, destaca que, sem uma mudança profunda, as coisas não caminham para a consolidação do sucesso: “De nada adianta rodar reuniões de brainstorming, discutir inovações, implementar tecnologia ou contratar meia dúzia de programadores se a cultura não estiver voltada à inovação”, pontua.

Ele também explica que a mudança para converter um modelo de negócio à disrupção pode ser dolorosa: “Muitas vezes, envolve reestruturação de times, realocação de profissionais e investimentos com um grau de risco mais elevado – o que, de novo, bate em cultura. Líderes de negócios disruptivos são conhecidos como Gestores 4.0. Eles possuem uma mentalidade enxuta e são adeptos a metodologias que aceleram o processo de disrupção (Agile, PDCA, Squads etc.).”

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ERROS COMUNS

 Ainda que não haja uma fórmula de sucesso garantida, a observação de casos supostamente disruptivos que não deram certo traz lições importantes às novas empresas, que rumam à disrupção. Por mais que erros e percalços aconteçam no meio do caminho – afinal, a imperfeição é o que torna o negócio humano – existem falhas que podem fadar um projeto ao fracasso.

Todo MVP é um produto ainda minimamente viável, mas ele resolve uma dor importante. mesmo sendo imperfeito, consegue comunicar a solução para um grupo mesmo restrito e vai se aprimorando ao longo do tempo, agregando mais gente.”

Laura Constantine,
sócia-fundadora da Astella Investimentos

Para Laura Constantine, sócia-fundadora da Astella Investimentos, o principal erro é o foco da empresa. “Em vez de escolher essa persona inicial, focar e ter um grupo de consumidores que amam aquele produto e vão conseguir difundir essa boa imagem, esse empreendedor acaba tentando conquistar um conjunto muito grande de personas diferentes, com focos difusos. Isso não traz eficiência nem o aprimoramento que ele precisa no produto”, completa.

Outra falha comum, também atrelada à falta de foco, é mudar o propósito no meio do caminho, ainda que o negócio mude ao longo do tempo e não seja impulsionado ou não tenha um retorno sequer próximo ao esperado. “Um problema sério é quando começa uma inovação que foge ao propósito, mas você vê que ela não traciona, então muda tudo. Acho isso errado, porque você acaba sendo falso consigo mesmo, como empresa, como business, como inovação e como tecnologia”, comenta Fernando Vilela. 

Um dos erros mais cometidos depois que o negócio deslancha também está atrelado ao contato com o cliente. De acordo com Pedro Waengertner, o pensamento para ter depois que o projeto tomou forma e tem um bom desempenho (logo no início) é manter a regra número um da disrupção: o foco no consumidor. “O erro mais comum é achar que, se é disruptivo, não é necessário manter um contato com o cliente. Todo mundo quer ser o Steve Jobs ou o Elon Musk, mas eles estão fora da curva; temos que nos basear na média. Quando falamos de inovação, o processo evolutivo é mais importante do que manter o segredo do que está sendo produzido até o lançamento – como a Apple faz. Geralmente, o input do usuário é superimportante”, pontua. 

Outro aspecto para estar atento, de acordo com Gustavo Araújo, é a burocratização dos processos: “As empresas que ficam muito grandes tendem a criar diversos processos para padronizar seus negócios, e isso é bom. O problema é quando os processos ficam engessados e a burocracia trava a inovação.” 

Além dos erros citados acima, para garantir o bom andamento de um projeto disruptivo, há um imenso destaque dado à liderança – quem assume o negócio e o que pretende fazer com ele nos anos que se seguirão. “A liderança precisa estar muito engajada na busca por inovação. Já precisa existir um processo sistemático implementado para gerir e, de fato, conseguir eliminar bloqueios, como dar importância apenas a coisas que dão resultado em meses. As empresas estão muito focadas na boa execução, mas é necessário um sistema diferente para reconhecer uma boa execução da inovação, já que os indicadores são outros”, comenta Luiz Ponzoni.

Por fim, João Kepler destaca que, antes de colocar a ideia no mundo, é necessário estar atento e responder a uma pergunta básica desde o início: “Quem disse que seu negócio é original e inovador? Realize pesquisas e conheça a fundo o mercado em que atua ou pretende atuar. Tudo que é novo pode causar certa estranheza, por isso, o empreendedor precisa estar preparado para enfrentar os desafios de ‘alfabetizar’ seus futuros clientes.”

Se a gente puder se destruir para fazer algo novo para o usuário, a gente vai fazer isso acontecer e sem medos.”

Fernando Vilela,
CMO da Rappi

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UMA APOSTA NAS ÁREAS COM INOVAÇÕES DISRUPITIVAS PARA OS PRÓXIMOS ANOS

O que vem por aí? Bem, prever o futuro com precisão ainda é impossível, mas uma análise de negócios hoje, também relacionados à pandemia do novo coronavírus, pode dar boas pistas. 

“Com a pandemia, muitos setores que davam indícios de disrupção tiveram seus processos acelerados, inclusive rumo à era digital, uma vez que a necessidade de entrar em tal mundo se fez de maneira rápida, tendo que ser eficiente e eficaz, readequando comportamentos”, diz Fernando Seabra, mentor na Planeta Startup. 

Ele destaca que a área de saúde, em especial a voltada à psicologia e à psiquiatria, terá inovações importantes nos próximos anos: “Não podemos nos esquecer de citar a grande preocupação com a saúde mental, fato que fez com que, neste momento, as sessões de terapia acontecessem online, o que acelerou a criação de novas healthtechs.”

Laura Constantine aposta no setor de logística, com altas significativas em 2020: “Houve uma revolução grande nas plataformas de e‑commerce e de meios de pagamento. Isso também acabou impulsionando o setor de logística porque várias dessas empresas tiveram volume maior de mercadorias sendo transacionadas e movimentadas ao longo do tempo num território enorme e dimensional como o Brasil”, conclui.

O que tiramos de tudo isso é que, embora apareçam setores mais fragilizados e dispostos a disruptar, a apresentar opções novas aos consumidores, a lição que fica é semelhante ao pensamento de Tallis Gomes: “Costumo dizer que, onde existe dor, existe disrupção. Se o empreendedor estiver direcionado a resolver grandes problemas da sociedade, ele encontrará oportunidades nos setores mais diversos.”

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